A Embraer está se aproximando de um marco em sua iniciativa para atualizar a linha de jatos regionais que deu destaque internacional à fabricante brasileira de aeronaves há duas décadas.
O lançamento da versão atualizada do jato E190, conhecido como E190-E2, foi programado para o fim de fevereiro, no dia 25, de acordo com a Embraer.
O primeiro voo do avião deve acontecer no segundo semestre do próximo ano, disse a Embraer por e-mail, antes da estreia comercial prevista para 2018.
A definição de um cronograma para o lançamento público do avião sinaliza o progresso da Embraer na reforma da linha de jatos E com asas, motores e trem de pouso novos.
As companhias aéreas normalmente usam modelos menores de aviões E, como o E175, de 76 assentos, para transportar passageiros entre aeroportos centrais e empregam os maiores, como o E190, com 100 assentos, nas rotas mais longas.
“Essa é uma empresa que lança os produtos certos e depois executa bem os projetos”, disse Richard Aboulafia, vice- presidente da consultoria Teal Group, em Fairfax, Virgínia, nos EUA.
A principal concorrente da Embraer no mercado de jatos regionais é a Bombardier, que vem reduzindo a ênfase nessas aeronaves e optando por desenvolver os modelos maiores C Series para competir com os aviões com um único corredor fabricados pela Boeing e pela Airbus.
O backlog da Embraer era de 530 aviões no fim do terceiro trimestre, incluindo 267 unidades E2, de acordo com dados compilados pela Bloomberg.
O total de pedidos da Bombardier para o seu CRJ era de 70 unidades.
Isabelle Gauthier, porta-voz da Bombardier, com sede em Montreal, no Canadá, disse que a companhia não tinha nada a declarar.
Programação desafiadora
O E190-E2 será o primeiro dos aviões atualizados da Embraer a entrar no serviço comercial e depois virão versões maiores e menores. Cumprir o cronograma no setor aeroespacial pode ser um desafio: a Bombardier está atrasada com a C Series, a Boeing enfrentou atrasos com seu novo 787 Dreamliner e com o 747-8 e a japonesa Mitsubishi Aircraft adiou três vezes a entrega inicial do seu MRJ90.
A Embraer também demonstrou sua capacidade de execução ao realizar a primeira entrega do jato executivo Legacy 450 na segunda-feira.
A fabricante de aviões com sede em São José dos Campos vai alcançar seu guidance de entregar entre 115 e 130 jatos executivos neste ano, disse Marco Tulio Pellegrini, CEO da unidade para a Embraer.
A participação de mercado da companhia aumentou em média cerca de 20 por cento ao ano desde 2001, quando a empresa lançou seu primeiro jato executivo, e continuará crescendo na mesma proporção, disse Pellegrini em uma entrevista em São Paulo.
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terça-feira, 5 de janeiro de 2016
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Motor do novo E2-Jet começa a ser testatdo
Os novos Embraer E-Jets 2 ainda não voaram, mas seu motor sim. A Pratt & Whitney, fabricante de motores aeronáuticos, realizou com sucesso o primeiro voo do motor PW1900G PurePower, que vai equipar os novos jatos E190-E2 e E195-E2, em Mirabel, no Canadá.
O teste de voo foi realizado com os motores instalados em um Boeing 747SP da Pratt & Whitney, utilizado como “avião-laboratório” para testas novos componentes.
“O início da campanha de ensaios em voo do motor é um marco importante para nós, no momento em estamos trazendo a segunda geração do E-Jets do conceito à realidade”, disse Paulo Cesar Silva, presidente da Embraer Aviação Comercial. “A adição de motores PurePower em nossas aeronaves de desempenho comprovado e com uma cabine premiada oferece uma proposta de valor atraente para nossos clientes”, completou.
O motor que será aplicado nos E-Jets 2 é derivado da família PurePower, que também equipa os Bombardier CSeries (versão PW1500G) e Airbus A320neo (PW1100G-JM). Atualmente a série acumula mais de 23.000 horas de voo e 40.000 ciclos.
A Pratt & Whitney faz parte do consórcio que também fornece o motor V2500-E5 para a Embraer KC-390, que está em campanha de certificação. A fabricante canadense é ainda a responsável pelo sistema de potência auxiliar para o programa dos E-Jets E2.
O teste de voo foi realizado com os motores instalados em um Boeing 747SP da Pratt & Whitney, utilizado como “avião-laboratório” para testas novos componentes.
“O início da campanha de ensaios em voo do motor é um marco importante para nós, no momento em estamos trazendo a segunda geração do E-Jets do conceito à realidade”, disse Paulo Cesar Silva, presidente da Embraer Aviação Comercial. “A adição de motores PurePower em nossas aeronaves de desempenho comprovado e com uma cabine premiada oferece uma proposta de valor atraente para nossos clientes”, completou.
O motor que será aplicado nos E-Jets 2 é derivado da família PurePower, que também equipa os Bombardier CSeries (versão PW1500G) e Airbus A320neo (PW1100G-JM). Atualmente a série acumula mais de 23.000 horas de voo e 40.000 ciclos.
A Pratt & Whitney faz parte do consórcio que também fornece o motor V2500-E5 para a Embraer KC-390, que está em campanha de certificação. A fabricante canadense é ainda a responsável pelo sistema de potência auxiliar para o programa dos E-Jets E2.
Novo motor para os novos E2 jet da Embraer começam os tester
Os novos Embraer E-Jets 2 ainda não voaram, mas seu motor sim. A Pratt & Whitney, fabricante de motores aeronáuticos, realizou com sucesso o primeiro voo do motor PW1900G PurePower, que vai equipar os novos jatos E190-E2 e E195-E2, em Mirabel, no Canadá.
O teste de voo foi realizado com os motores instalados em um Boeing 747SP da Pratt & Whitney, utilizado como “avião-laboratório” para testas novos componentes.
“O início da campanha de ensaios em voo do motor é um marco importante para nós, no momento em estamos trazendo a segunda geração do E-Jets do conceito à realidade”, disse Paulo Cesar Silva, presidente da Embraer Aviação Comercial. “A adição de motores PurePower em nossas aeronaves de desempenho comprovado e com uma cabine premiada oferece uma proposta de valor atraente para nossos clientes”, completou.
O motor que será aplicado nos E-Jets 2 é derivado da família PurePower, que também equipa os Bombardier CSeries (versão PW1500G) e Airbus A320neo (PW1100G-JM). Atualmente a série acumula mais de 23.000 horas de voo e 40.000 ciclos.
A Pratt & Whitney faz parte do consórcio que também fornece o motor V2500-E5 para a Embraer KC-390, que está em campanha de certificação. A fabricante canadense é ainda a responsável pelo sistema de potência auxiliar para o programa dos E-Jets E2.
O teste de voo foi realizado com os motores instalados em um Boeing 747SP da Pratt & Whitney, utilizado como “avião-laboratório” para testas novos componentes.
“O início da campanha de ensaios em voo do motor é um marco importante para nós, no momento em estamos trazendo a segunda geração do E-Jets do conceito à realidade”, disse Paulo Cesar Silva, presidente da Embraer Aviação Comercial. “A adição de motores PurePower em nossas aeronaves de desempenho comprovado e com uma cabine premiada oferece uma proposta de valor atraente para nossos clientes”, completou.
O motor que será aplicado nos E-Jets 2 é derivado da família PurePower, que também equipa os Bombardier CSeries (versão PW1500G) e Airbus A320neo (PW1100G-JM). Atualmente a série acumula mais de 23.000 horas de voo e 40.000 ciclos.
A Pratt & Whitney faz parte do consórcio que também fornece o motor V2500-E5 para a Embraer KC-390, que está em campanha de certificação. A fabricante canadense é ainda a responsável pelo sistema de potência auxiliar para o programa dos E-Jets E2.
Embraer está na briga por mais um cliente na África
A Ethiopian Airlines, maior companhia aérea da África, quer comprar 10 aviões de fuselagem estreita e está considerando jatos da brasileira Embraer e da canadense Bombardier, entre outros, já que planeja quase que sobrar sua frota até 2025, afirmou presidente-executivo, Tewolde Gebremariam, nesta segunda-feira.
Tewolde, que falou à margem de um fórum global de aviação em Montreal, no Canadá, disse que visitará a fábrica de Mirabel, da Bombardier, na terça-feira para ver o avião CS100, de 100 lugares, mas que também considera aeronaves fabricadas pelas rivais.
"Também estou vendo o E2 (da Embraer), os russos, os japoneses, os chineses", disse.
A Ethiopian também tem 14 pedidos firmes do A350, da Airbus, entre agora e 2025. A empresa pretende fazer pedidos para mais 10 aeronaves e está em dúvida entre o B777, da Boeing, e o A350.
A companhia aérea africana espera aumentar sua frota para 150 aviões e atingir 22 milhões de passageiros até 2025, ante os atuais 77 aviões e 7,4 milhões de passageiros, afirmou Tewolde.
Tewolde, que falou à margem de um fórum global de aviação em Montreal, no Canadá, disse que visitará a fábrica de Mirabel, da Bombardier, na terça-feira para ver o avião CS100, de 100 lugares, mas que também considera aeronaves fabricadas pelas rivais.
"Também estou vendo o E2 (da Embraer), os russos, os japoneses, os chineses", disse.
A Ethiopian também tem 14 pedidos firmes do A350, da Airbus, entre agora e 2025. A empresa pretende fazer pedidos para mais 10 aeronaves e está em dúvida entre o B777, da Boeing, e o A350.
A companhia aérea africana espera aumentar sua frota para 150 aviões e atingir 22 milhões de passageiros até 2025, ante os atuais 77 aviões e 7,4 milhões de passageiros, afirmou Tewolde.
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