Passageiros do voo 1253 da Gol que saía de Teresina (PI) com destino a Brasília (DF) às 15h40 do sábado (12) passaram momentos de desespero e angústia. Cerca de 20 minutos após levantar voo, a aeronave apresentou problemas e o piloto teve que retornar ao Aeroporto Petrônio Portela.
Vânia Rozzett Oliveira, uma das passageiras do voo, afirmou ter ouvido uma explosão muito forte em uma das turbinas. “Depois de 20 minutos que tínhamos decolado eu ouvi uma explosão na turbina e logo em seguida pegou fogo, então o piloto teve que retornar ao aeroporto de Teresina com apenas uma turbina. Nosso voo foi cancelado porque a aeronave não pode sair do solo. Aqui no aeroporto foi uma confusão”, relatou.
Ainda de acordo com a Vânia, outro problema foi a falta de acomodação aos passageiros. “Está complicado porque muitos passageiros não são de Teresina e estão sem acomodação. A empresa está informando que não tem hotel e entre os passageiros têm idosos, mulheres grávidas e crianças. Sem um local adequado todos ficarão jogados no aeroporto”, disse a mulher.
Uma jovem que também estava no avião e preferiu não se identificar disse que o voo foi cancelado e os passageiros agora esperam para seguir viagem somente na madrugada de domingo (13).
“Na hora que informaram no sistema de som que iríamos retornar fiquei apavorada, pois logo imaginei que havia ocorrido algum problema, só não sabia o quê. Fiquei com muito medo de avião cair. Foi um desespero geral e todos ficaram em pânico, sem saber de nada”, afirmou.
A estudante que mora em Brasília estava de férias e retornava para casa. A jovem ficou bastante incomodada com a situação e não escondia a insatisfação por falta de informação. “Não nos deram explicação nenhuma, só informaram que nosso voo sairia na madrugada de domingo. Algumas pessoas passaram mal e tiveram que receber atendimento médico, mesmo assim a empresa não se manifestou para falar nada", relatou.
Em nota, a Gol Linhas Aéreas informou que houve uma limitação técnica (vibração no motor). Veja a íntegra abaixo:
Nota à Imprensa
A GOL esclarece que a aeronave que realizava o voo 1253 (Teresina - Brasília), não apresentou nenhuma explosão ou indícios de fogo a bordo. Após a apresentação de uma limitação técnica (vibração do motor) o comandante por precaução retornou ao aeroporto de origem.
A aeronave foi encaminhada para manutenção. Ainda que indesejadas, alterações nas datas e horários dos voos são por vezes necessárias para garantir a segurança da operação, valor prioritário da GOL. A GOL lamenta pelo transtorno e ressalta que não mediu esforços para prestar toda a assistência necessária aos seus clientes. Os clientes foram reacomodados em outros voos.
Senhoras e Senhores, Bem vindos ao blog "Aerovias News". Observem o número da poltrona no cartão de embarque, e acomode-se confortavelmente. Junto as saídas de emergência, não é permitida a acomodação de crianças ou colocação de bagagens. Acomodem a bagagem de mão no compartimento acima ou embaixo da poltrona à sua frente. Lembramos que os pertences de mão trazidos a bordo são de responsabilidade dos clientes. Obrigado por sua leitura!
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Novo motor para os novos E2 jet da Embraer começam os tester
Os novos Embraer E-Jets 2 ainda não voaram, mas seu motor sim. A Pratt & Whitney, fabricante de motores aeronáuticos, realizou com sucesso o primeiro voo do motor PW1900G PurePower, que vai equipar os novos jatos E190-E2 e E195-E2, em Mirabel, no Canadá.
O teste de voo foi realizado com os motores instalados em um Boeing 747SP da Pratt & Whitney, utilizado como “avião-laboratório” para testas novos componentes.
“O início da campanha de ensaios em voo do motor é um marco importante para nós, no momento em estamos trazendo a segunda geração do E-Jets do conceito à realidade”, disse Paulo Cesar Silva, presidente da Embraer Aviação Comercial. “A adição de motores PurePower em nossas aeronaves de desempenho comprovado e com uma cabine premiada oferece uma proposta de valor atraente para nossos clientes”, completou.
O motor que será aplicado nos E-Jets 2 é derivado da família PurePower, que também equipa os Bombardier CSeries (versão PW1500G) e Airbus A320neo (PW1100G-JM). Atualmente a série acumula mais de 23.000 horas de voo e 40.000 ciclos.
A Pratt & Whitney faz parte do consórcio que também fornece o motor V2500-E5 para a Embraer KC-390, que está em campanha de certificação. A fabricante canadense é ainda a responsável pelo sistema de potência auxiliar para o programa dos E-Jets E2.
O teste de voo foi realizado com os motores instalados em um Boeing 747SP da Pratt & Whitney, utilizado como “avião-laboratório” para testas novos componentes.
“O início da campanha de ensaios em voo do motor é um marco importante para nós, no momento em estamos trazendo a segunda geração do E-Jets do conceito à realidade”, disse Paulo Cesar Silva, presidente da Embraer Aviação Comercial. “A adição de motores PurePower em nossas aeronaves de desempenho comprovado e com uma cabine premiada oferece uma proposta de valor atraente para nossos clientes”, completou.
O motor que será aplicado nos E-Jets 2 é derivado da família PurePower, que também equipa os Bombardier CSeries (versão PW1500G) e Airbus A320neo (PW1100G-JM). Atualmente a série acumula mais de 23.000 horas de voo e 40.000 ciclos.
A Pratt & Whitney faz parte do consórcio que também fornece o motor V2500-E5 para a Embraer KC-390, que está em campanha de certificação. A fabricante canadense é ainda a responsável pelo sistema de potência auxiliar para o programa dos E-Jets E2.
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