A fabricante de aviões Boeing se comprometeu a pagar 12 milhões de dólares ao governo dos Estados Unidos e a melhorar o respeito a certas normas de segurança, segundo um acordo revelado pela Administração Federal de Aviação (FAA).
Além do pagamento de 12 milhões de dólares, a empresa americana "se comprometeu a aplicar e a melhorar vários processos de certificação para aperfeiçoar ainda mais a navegabilidade e a conformidade às normas em todos os produtos", afirmou a agência em um comunicado.
A Boeing estava na mira das autoridades por ter demorado a fornecer informações sobre os equipamentos necessários para reduzir os riscos de incêndio nos tanques de combustível dos aviões 747 e 757, indicou a FAA.
Apesar da segurança dos aviões de Boeing nunca ter sido considerada sob ameaça, a FAA informou que a empresa pode sofrer penas adicionais de 24 milhões de dólares se não respeitar os termos do acordo.
"É imperativo que todos respeitem as regras estritas de segurança de nosso sistema aéreo", afirmou o secretário americano dos Transportes, Anthony Foxx.
A Boeing celebrou o acordo em um comunicado e destacou que reflete "o profundo compromisso com a segurança, a qualidade e o respeito das normas".
Senhoras e Senhores, Bem vindos ao blog "Aerovias News". Observem o número da poltrona no cartão de embarque, e acomode-se confortavelmente. Junto as saídas de emergência, não é permitida a acomodação de crianças ou colocação de bagagens. Acomodem a bagagem de mão no compartimento acima ou embaixo da poltrona à sua frente. Lembramos que os pertences de mão trazidos a bordo são de responsabilidade dos clientes. Obrigado por sua leitura!
Mostrando postagens com marcador FAA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador FAA. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Top secret
Um trabalho que você não pode contar a ninguém que tem. Esse é um dos requisitos pedidos no anúncio de emprego para pilotos encontrados no site Aecom.jobs, além de experiência mínima de 1.000 horas em aeronaves com motor a jato, de preferência Boeing 737, e disponibilidade total e comprometimento para manter tudo o que fizer e para onde voar em segredo. O contratante é o governo dos Estados Unidos.
As exigências presentes no anúncio levam a crer se tratar de uma vaga de piloto para a “Janet”, a companhia aérea secreta operada pela Força Aérea dos EUA (USAF). O nome da “empresa”, que não é oficial, é uma sigla para “Just Another Non Existent Terminal” (“Apenas Mais um Terminal Inexistente), uma referência ao terminal onde os aviões da divisão operam, em Las Vegas, cuja existência é negada pela USAF – apesar de inúmeros flagras dos misteriosos aviões com faixas vermelhas.
Não sabe muito sobre a Janet, mas algumas de suas rotas são conhecidas. Os aviões, na maioria jatos Boeing 737, voam de Las Vegas para bases militares, especialmente unidades com centros de pesquisa. Um dos destinos mais frequentes é a misteriosa base na Área 51, em Groom Lake.
O anúncio diz que o trabalho é baseado em Las Vegas e o piloto que aceitar a vaga terá uma verdadeira vida de segredos. Teorias da conspiração apontam que os aviões da Janet transportam militares de alta patente, substâncias e materiais secretos, terroristas a caminho de interrogatórios e até alienígenas…
As exigências presentes no anúncio levam a crer se tratar de uma vaga de piloto para a “Janet”, a companhia aérea secreta operada pela Força Aérea dos EUA (USAF). O nome da “empresa”, que não é oficial, é uma sigla para “Just Another Non Existent Terminal” (“Apenas Mais um Terminal Inexistente), uma referência ao terminal onde os aviões da divisão operam, em Las Vegas, cuja existência é negada pela USAF – apesar de inúmeros flagras dos misteriosos aviões com faixas vermelhas.
Não sabe muito sobre a Janet, mas algumas de suas rotas são conhecidas. Os aviões, na maioria jatos Boeing 737, voam de Las Vegas para bases militares, especialmente unidades com centros de pesquisa. Um dos destinos mais frequentes é a misteriosa base na Área 51, em Groom Lake.
O anúncio diz que o trabalho é baseado em Las Vegas e o piloto que aceitar a vaga terá uma verdadeira vida de segredos. Teorias da conspiração apontam que os aviões da Janet transportam militares de alta patente, substâncias e materiais secretos, terroristas a caminho de interrogatórios e até alienígenas…
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
FAA quer inspecionar aviões da Boeing e Embraer
A Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês) do governo dos EUA vai propôs nesta segunda-feira (30) inspeções obrigatórias e, se necessário, a substituição de peças em quase 1,6 mil jatos, para evitar potenciais acidentes. As medidas, que afetam algumas aeronaves da Embraer e da Boeing, são incomuns, já que visam defeitos específicos.
A maior parte dos sistemas em jatos comerciais têm backups, ou seja, um defeito em um único item geralmente não leva a acidentes. A FAA, no entanto, afirma nas medidas que devem ser publicadas nesta segunda-feira que o mal funcionamento de determinado componente pode colocar em risco a segurança do voo. As autoridades, no entanto, ainda não determinaram reparos imediatos, o que significa que os riscos no caso dessas aeronaves não são iminentes.
No caso do Boeing 737, o governo dos EUA quer que os operadores desses jatos verifiquem se há corrosão de partes do estabilizador horizontal, que fica na cauda da aeronave. Cerca de 1,4 mil unidades estão na lista, começando com a versão 737-600 e seguindo por uma série de atualizações posteriores.
Já no caso da Embraer, a FAA quer inspecionar 197 unidades dos modelos 170 e 190. Segundo a agência, algumas válvulas defeituosas podem rachar e resultar em uma parada nos dois motores dessas aeronaves durante o voo.
As companhias aéreas dos EUA devem ter um prazo de três meses para realizar essas inspeções. Tanto a Boeing como a Embraer já haviam alertado para esses problemas antes. No ano passado, as autoridades brasileiras determinaram o reparo de alguns defeitos, mas não incluíram certas versões do Embraer 170 na lista.
Os documentos da FAA não citam nenhum acidente causado por esses supostos defeitos.
A maior parte dos sistemas em jatos comerciais têm backups, ou seja, um defeito em um único item geralmente não leva a acidentes. A FAA, no entanto, afirma nas medidas que devem ser publicadas nesta segunda-feira que o mal funcionamento de determinado componente pode colocar em risco a segurança do voo. As autoridades, no entanto, ainda não determinaram reparos imediatos, o que significa que os riscos no caso dessas aeronaves não são iminentes.
No caso do Boeing 737, o governo dos EUA quer que os operadores desses jatos verifiquem se há corrosão de partes do estabilizador horizontal, que fica na cauda da aeronave. Cerca de 1,4 mil unidades estão na lista, começando com a versão 737-600 e seguindo por uma série de atualizações posteriores.
Já no caso da Embraer, a FAA quer inspecionar 197 unidades dos modelos 170 e 190. Segundo a agência, algumas válvulas defeituosas podem rachar e resultar em uma parada nos dois motores dessas aeronaves durante o voo.
As companhias aéreas dos EUA devem ter um prazo de três meses para realizar essas inspeções. Tanto a Boeing como a Embraer já haviam alertado para esses problemas antes. No ano passado, as autoridades brasileiras determinaram o reparo de alguns defeitos, mas não incluíram certas versões do Embraer 170 na lista.
Os documentos da FAA não citam nenhum acidente causado por esses supostos defeitos.
Assinar:
Postagens (Atom)
