A Embraer está se aproximando de um marco em sua iniciativa para atualizar a linha de jatos regionais que deu destaque internacional à fabricante brasileira de aeronaves há duas décadas.
O lançamento da versão atualizada do jato E190, conhecido como E190-E2, foi programado para o fim de fevereiro, no dia 25, de acordo com a Embraer.
O primeiro voo do avião deve acontecer no segundo semestre do próximo ano, disse a Embraer por e-mail, antes da estreia comercial prevista para 2018.
A definição de um cronograma para o lançamento público do avião sinaliza o progresso da Embraer na reforma da linha de jatos E com asas, motores e trem de pouso novos.
As companhias aéreas normalmente usam modelos menores de aviões E, como o E175, de 76 assentos, para transportar passageiros entre aeroportos centrais e empregam os maiores, como o E190, com 100 assentos, nas rotas mais longas.
“Essa é uma empresa que lança os produtos certos e depois executa bem os projetos”, disse Richard Aboulafia, vice- presidente da consultoria Teal Group, em Fairfax, Virgínia, nos EUA.
A principal concorrente da Embraer no mercado de jatos regionais é a Bombardier, que vem reduzindo a ênfase nessas aeronaves e optando por desenvolver os modelos maiores C Series para competir com os aviões com um único corredor fabricados pela Boeing e pela Airbus.
O backlog da Embraer era de 530 aviões no fim do terceiro trimestre, incluindo 267 unidades E2, de acordo com dados compilados pela Bloomberg.
O total de pedidos da Bombardier para o seu CRJ era de 70 unidades.
Isabelle Gauthier, porta-voz da Bombardier, com sede em Montreal, no Canadá, disse que a companhia não tinha nada a declarar.
Programação desafiadora
O E190-E2 será o primeiro dos aviões atualizados da Embraer a entrar no serviço comercial e depois virão versões maiores e menores. Cumprir o cronograma no setor aeroespacial pode ser um desafio: a Bombardier está atrasada com a C Series, a Boeing enfrentou atrasos com seu novo 787 Dreamliner e com o 747-8 e a japonesa Mitsubishi Aircraft adiou três vezes a entrega inicial do seu MRJ90.
A Embraer também demonstrou sua capacidade de execução ao realizar a primeira entrega do jato executivo Legacy 450 na segunda-feira.
A fabricante de aviões com sede em São José dos Campos vai alcançar seu guidance de entregar entre 115 e 130 jatos executivos neste ano, disse Marco Tulio Pellegrini, CEO da unidade para a Embraer.
A participação de mercado da companhia aumentou em média cerca de 20 por cento ao ano desde 2001, quando a empresa lançou seu primeiro jato executivo, e continuará crescendo na mesma proporção, disse Pellegrini em uma entrevista em São Paulo.
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terça-feira, 5 de janeiro de 2016
sábado, 19 de dezembro de 2015
Delta encomenda aviões da Embraer e Boeing
A Delta Air Lines anunciou a inclusão de até 20 aeronaves Embraer 190s e 20 novos Boeing 737900ERS à sua frota, com o objetivo de melhorar sua eficiência ao mesmo tempo em que reduz a utilização de pequenas aeronaves regionais.
As novas aquisições foram feitas por meio de um novo acordo com a The Boeing Company, e a Delta encontrou nele razões econômicas mais convincentes do que em outro pedido anterior, que também incluía jatos E190 com a Boeing.
"Esta encomenda de aeronaves é outro exemplo da estratégia de frota exclusiva da Delta, ao implantar uma combinação de aeronaves novas e usadas, mantendo baixos custos de capital e alavancando uma significativa flexibilidade na capacidade, além de produzir retornos superiores para nossos acionistas", afirma o vice presidente sênior de Gestão da Cadeia de Suprimentos da Delta, disse Greg May.
Os Boeing 737-900ER adicionais elevarão o total da frota da Delta para 120, em 2019. A aeronave apresenta amplos compartimentos superiores e 20 assentos com entretenimento de áudio/vídeo no encosto das poltronas na First Class, 21 assentos na Delta Comfort + e 139 assentos na Main Cabin.
Já o design da cabine da Embraer no E190, previsto para voar em 2017, inclui assentos em configuração 2x2 em toda a Main Cabin, 1x2 na First Class e amplos compartimentos superiores.
As novas aquisições foram feitas por meio de um novo acordo com a The Boeing Company, e a Delta encontrou nele razões econômicas mais convincentes do que em outro pedido anterior, que também incluía jatos E190 com a Boeing.
"Esta encomenda de aeronaves é outro exemplo da estratégia de frota exclusiva da Delta, ao implantar uma combinação de aeronaves novas e usadas, mantendo baixos custos de capital e alavancando uma significativa flexibilidade na capacidade, além de produzir retornos superiores para nossos acionistas", afirma o vice presidente sênior de Gestão da Cadeia de Suprimentos da Delta, disse Greg May.
Os Boeing 737-900ER adicionais elevarão o total da frota da Delta para 120, em 2019. A aeronave apresenta amplos compartimentos superiores e 20 assentos com entretenimento de áudio/vídeo no encosto das poltronas na First Class, 21 assentos na Delta Comfort + e 139 assentos na Main Cabin.
Já o design da cabine da Embraer no E190, previsto para voar em 2017, inclui assentos em configuração 2x2 em toda a Main Cabin, 1x2 na First Class e amplos compartimentos superiores.
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
FAA quer inspecionar aviões da Boeing e Embraer
A Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês) do governo dos EUA vai propôs nesta segunda-feira (30) inspeções obrigatórias e, se necessário, a substituição de peças em quase 1,6 mil jatos, para evitar potenciais acidentes. As medidas, que afetam algumas aeronaves da Embraer e da Boeing, são incomuns, já que visam defeitos específicos.
A maior parte dos sistemas em jatos comerciais têm backups, ou seja, um defeito em um único item geralmente não leva a acidentes. A FAA, no entanto, afirma nas medidas que devem ser publicadas nesta segunda-feira que o mal funcionamento de determinado componente pode colocar em risco a segurança do voo. As autoridades, no entanto, ainda não determinaram reparos imediatos, o que significa que os riscos no caso dessas aeronaves não são iminentes.
No caso do Boeing 737, o governo dos EUA quer que os operadores desses jatos verifiquem se há corrosão de partes do estabilizador horizontal, que fica na cauda da aeronave. Cerca de 1,4 mil unidades estão na lista, começando com a versão 737-600 e seguindo por uma série de atualizações posteriores.
Já no caso da Embraer, a FAA quer inspecionar 197 unidades dos modelos 170 e 190. Segundo a agência, algumas válvulas defeituosas podem rachar e resultar em uma parada nos dois motores dessas aeronaves durante o voo.
As companhias aéreas dos EUA devem ter um prazo de três meses para realizar essas inspeções. Tanto a Boeing como a Embraer já haviam alertado para esses problemas antes. No ano passado, as autoridades brasileiras determinaram o reparo de alguns defeitos, mas não incluíram certas versões do Embraer 170 na lista.
Os documentos da FAA não citam nenhum acidente causado por esses supostos defeitos.
A maior parte dos sistemas em jatos comerciais têm backups, ou seja, um defeito em um único item geralmente não leva a acidentes. A FAA, no entanto, afirma nas medidas que devem ser publicadas nesta segunda-feira que o mal funcionamento de determinado componente pode colocar em risco a segurança do voo. As autoridades, no entanto, ainda não determinaram reparos imediatos, o que significa que os riscos no caso dessas aeronaves não são iminentes.
No caso do Boeing 737, o governo dos EUA quer que os operadores desses jatos verifiquem se há corrosão de partes do estabilizador horizontal, que fica na cauda da aeronave. Cerca de 1,4 mil unidades estão na lista, começando com a versão 737-600 e seguindo por uma série de atualizações posteriores.
Já no caso da Embraer, a FAA quer inspecionar 197 unidades dos modelos 170 e 190. Segundo a agência, algumas válvulas defeituosas podem rachar e resultar em uma parada nos dois motores dessas aeronaves durante o voo.
As companhias aéreas dos EUA devem ter um prazo de três meses para realizar essas inspeções. Tanto a Boeing como a Embraer já haviam alertado para esses problemas antes. No ano passado, as autoridades brasileiras determinaram o reparo de alguns defeitos, mas não incluíram certas versões do Embraer 170 na lista.
Os documentos da FAA não citam nenhum acidente causado por esses supostos defeitos.
Embraer faz entrega comemorativa do E-Jet número 1200
A Embraer realizou a entrega do jato número 1.200 da família E-Jet na manhã de hoje na sede da empresa em São José dos Campos. A aeronave comemorativa, um modelo E 195, foi recebida pela Azul Linhas Aéreas Brasileiras, empresa que opera com a maior frota desse modelo de aeronave no mundo.
Essa entrega marcou 7 anos de parceria entre Embraer e Azul. O primeiro E-Jet recebido pela companhia aérea foi em dezembro de 2008, quando foi fechado um contrato para a produção de 36 jatos, sendo 31 no modelo E195 e mais cinco E190. Hoje, a Azul opera com 88 E-Jets.
"Temos o prazer de entregar mais um jato para Azul. Com essa parceria, revolucionamos o jeito de voar, com mais eficiência e conforto. A entrega de mais uma aeronave demonstra a confiança que a Azul possui pela Embraer", comemorou o Presidente da Embraer Aviação Comercial, Paulo César Silva.
"A Azul tem dois alicerces: primeiro é ser o melhor emprego da vida dos nossos funcionários, e segundo proporcionar a maior experiência de voo da vida do cliente. E não temos a menor duvida que os E-Jets tem sido peça fundamental para atingir esses objetivos. A escolha pelos E-Jets desde a fundação da Azul foi decisivo para o sucesso da companhia", ressalta Antonoaldo Neves, Presidente da Azul Linhas Aéreas.
Em maio deste ano, as duas empresas assinaram um novo contrato para a produção de mais 50 jatos da nova geração dos E-Jets, no modelo E195 E2, sendo 30 pedidos firmes e 20 direitos de compra adicionais, com a primeira entrega está prevista para o segundo semestre de 2020.
"O E2 é um upgrade dos E-Jets e chega ao mercado em 2018. São modelos de aeronaves com maior eficiência, redução de consumo de combustível em torno de 15%, além de melhorias técnicas e maturidade elevada. Estamos honrados por esse novo contrato e acreditamos que a Azul estará bem posicionada e preparada para encarar os desafios que o mercado passa e continuar evoluindo, assim como nós", espera o Presidente da Embraer Aviação Comercial.
A Embraer entregou 21 jatos comercial e 30 executivos no 3º trimestre de 2015, um número 50% maior do que o mesmo período de 2014. Porém, a expectativa para 2016 não é de grande crescimento, afetados pela crise financeira do país. "Temos uma visão otimista para o futuro, mas temos que ser realista para a atuação situação do país, que influencia diretamente nossos clientes", resalta Paulo.
O Presidente da Azul Linhas Aéreas, Antonoaldo Neves, adiantou que 2016 é um ano praticamente perdido e que já pensam em planos de crescimento para 2017. "O cenário da aviação em 2016 será muito desafiante. Já anunciamos que vamos cortar em torno de 5% da capacidade no ano que vem e estamos preocupados. Nos preparamos para crescer 15% em 2015 e crescemos 4%. Então, estou com mais aeronaves do que preciso hoje. O mais importante do que cortes, é se ajustar ao novo padrão que existe de demanda por voos comerciais", finaliza.
A Azul é a terceira maior companhia aérea do país. A empresa detém uma frota de 134 aeronaves, sendo 88 modelos E-Jets, realizando 860 voos diários para 104 destinos, representando 30% do total de decolagens do país.
Essa entrega marcou 7 anos de parceria entre Embraer e Azul. O primeiro E-Jet recebido pela companhia aérea foi em dezembro de 2008, quando foi fechado um contrato para a produção de 36 jatos, sendo 31 no modelo E195 e mais cinco E190. Hoje, a Azul opera com 88 E-Jets.
"Temos o prazer de entregar mais um jato para Azul. Com essa parceria, revolucionamos o jeito de voar, com mais eficiência e conforto. A entrega de mais uma aeronave demonstra a confiança que a Azul possui pela Embraer", comemorou o Presidente da Embraer Aviação Comercial, Paulo César Silva.
"A Azul tem dois alicerces: primeiro é ser o melhor emprego da vida dos nossos funcionários, e segundo proporcionar a maior experiência de voo da vida do cliente. E não temos a menor duvida que os E-Jets tem sido peça fundamental para atingir esses objetivos. A escolha pelos E-Jets desde a fundação da Azul foi decisivo para o sucesso da companhia", ressalta Antonoaldo Neves, Presidente da Azul Linhas Aéreas.
Em maio deste ano, as duas empresas assinaram um novo contrato para a produção de mais 50 jatos da nova geração dos E-Jets, no modelo E195 E2, sendo 30 pedidos firmes e 20 direitos de compra adicionais, com a primeira entrega está prevista para o segundo semestre de 2020.
"O E2 é um upgrade dos E-Jets e chega ao mercado em 2018. São modelos de aeronaves com maior eficiência, redução de consumo de combustível em torno de 15%, além de melhorias técnicas e maturidade elevada. Estamos honrados por esse novo contrato e acreditamos que a Azul estará bem posicionada e preparada para encarar os desafios que o mercado passa e continuar evoluindo, assim como nós", espera o Presidente da Embraer Aviação Comercial.
A Embraer entregou 21 jatos comercial e 30 executivos no 3º trimestre de 2015, um número 50% maior do que o mesmo período de 2014. Porém, a expectativa para 2016 não é de grande crescimento, afetados pela crise financeira do país. "Temos uma visão otimista para o futuro, mas temos que ser realista para a atuação situação do país, que influencia diretamente nossos clientes", resalta Paulo.
O Presidente da Azul Linhas Aéreas, Antonoaldo Neves, adiantou que 2016 é um ano praticamente perdido e que já pensam em planos de crescimento para 2017. "O cenário da aviação em 2016 será muito desafiante. Já anunciamos que vamos cortar em torno de 5% da capacidade no ano que vem e estamos preocupados. Nos preparamos para crescer 15% em 2015 e crescemos 4%. Então, estou com mais aeronaves do que preciso hoje. O mais importante do que cortes, é se ajustar ao novo padrão que existe de demanda por voos comerciais", finaliza.
A Azul é a terceira maior companhia aérea do país. A empresa detém uma frota de 134 aeronaves, sendo 88 modelos E-Jets, realizando 860 voos diários para 104 destinos, representando 30% do total de decolagens do país.
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Novo motor para os novos E2 jet da Embraer começam os tester
Os novos Embraer E-Jets 2 ainda não voaram, mas seu motor sim. A Pratt & Whitney, fabricante de motores aeronáuticos, realizou com sucesso o primeiro voo do motor PW1900G PurePower, que vai equipar os novos jatos E190-E2 e E195-E2, em Mirabel, no Canadá.
O teste de voo foi realizado com os motores instalados em um Boeing 747SP da Pratt & Whitney, utilizado como “avião-laboratório” para testas novos componentes.
“O início da campanha de ensaios em voo do motor é um marco importante para nós, no momento em estamos trazendo a segunda geração do E-Jets do conceito à realidade”, disse Paulo Cesar Silva, presidente da Embraer Aviação Comercial. “A adição de motores PurePower em nossas aeronaves de desempenho comprovado e com uma cabine premiada oferece uma proposta de valor atraente para nossos clientes”, completou.
O motor que será aplicado nos E-Jets 2 é derivado da família PurePower, que também equipa os Bombardier CSeries (versão PW1500G) e Airbus A320neo (PW1100G-JM). Atualmente a série acumula mais de 23.000 horas de voo e 40.000 ciclos.
A Pratt & Whitney faz parte do consórcio que também fornece o motor V2500-E5 para a Embraer KC-390, que está em campanha de certificação. A fabricante canadense é ainda a responsável pelo sistema de potência auxiliar para o programa dos E-Jets E2.
O teste de voo foi realizado com os motores instalados em um Boeing 747SP da Pratt & Whitney, utilizado como “avião-laboratório” para testas novos componentes.
“O início da campanha de ensaios em voo do motor é um marco importante para nós, no momento em estamos trazendo a segunda geração do E-Jets do conceito à realidade”, disse Paulo Cesar Silva, presidente da Embraer Aviação Comercial. “A adição de motores PurePower em nossas aeronaves de desempenho comprovado e com uma cabine premiada oferece uma proposta de valor atraente para nossos clientes”, completou.
O motor que será aplicado nos E-Jets 2 é derivado da família PurePower, que também equipa os Bombardier CSeries (versão PW1500G) e Airbus A320neo (PW1100G-JM). Atualmente a série acumula mais de 23.000 horas de voo e 40.000 ciclos.
A Pratt & Whitney faz parte do consórcio que também fornece o motor V2500-E5 para a Embraer KC-390, que está em campanha de certificação. A fabricante canadense é ainda a responsável pelo sistema de potência auxiliar para o programa dos E-Jets E2.
Novo Ipanema ganhou certificação da ANAC
O avião agrícola Ipanema 203, novo modelo lançado pela Embraer este ano durante a Agrishow, recebeu a certificação da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). A partir de agora, a nova aeronave já poderá ser entregue aos clientes para operar na lavoura.
A sexta geração da aeronave Ipanema possui dois metros a mais de envergadura de asa em relação ao modelo anterior, o que permite cobertura 20% maior considerando-se a faixa de aplicação de produtos sobre plantações. “Isso garante o máximo de produtividade sem deixar de lado os dois fatores que transformaram o Ipanema no campeão de vendas no Brasil: o baixo custo operacional e a robustez da aeronave”, diz Alexandre Solis, diretor da Unidade da Embraer em Botucatu, onde a aeronave é produzida.
A campanha de certificação envolveu dois protótipos: o primeiro foi responsável por toda a campanha de ensaios de voo, enquanto o segundo foi utilizado para familiarização da aeronave com os pilotos em campo. A produção seriada do Ipanema 203 já começou e a primeira entrega está prevista para acontecer ainda este ano, informou a Embraer.
O Ipanema 202 foi a primeira aeronave produzida em série no mundo a sair de fábrica certificada para voar com etanol, mesmo combustível utilizado em automóveis. A fonte alternativa reduziu o impacto ambiental e os custos de operação e ainda melhorou o desempenho da aeronave. Hoje, cerca de 40% da frota em operação é movida a etanol e aproximadamente 80% dos novos aviões são vendidos com essa configuração.
Ipanema 203
O Embraer Ipanema é líder no segmento agrícola nacional, com mais de 60% de participação no Brasil e mais de 1.360 unidades vendidas desde a década de 1970, quando foi introduzido.
Além das asas maiores, o novo modelo também possui hopper (compartimento que leva os agrotóxicos) com capacidade 16% maior em volume, o que aumenta a eficiência de seu trabalho nas grandes lavouras. O Ipanema 203 tem até winglets na ponta das asas, recurso muito utilizado em jatos comerciais que melhora o controle e estabilidade da aeronave.
O avião reprojetado também ganhou novo sistema de ar condicionado, cinto de segurança com airbag e cabine mais alta. As alavancas de comando e os pedais foram atualizados, com ângulos mais suaves, que permitem controles mais precisos.
O Embraer Ipanema 203 com motor movido a etanol tem preço inicial de US$ 247 mil.
A sexta geração da aeronave Ipanema possui dois metros a mais de envergadura de asa em relação ao modelo anterior, o que permite cobertura 20% maior considerando-se a faixa de aplicação de produtos sobre plantações. “Isso garante o máximo de produtividade sem deixar de lado os dois fatores que transformaram o Ipanema no campeão de vendas no Brasil: o baixo custo operacional e a robustez da aeronave”, diz Alexandre Solis, diretor da Unidade da Embraer em Botucatu, onde a aeronave é produzida.
A campanha de certificação envolveu dois protótipos: o primeiro foi responsável por toda a campanha de ensaios de voo, enquanto o segundo foi utilizado para familiarização da aeronave com os pilotos em campo. A produção seriada do Ipanema 203 já começou e a primeira entrega está prevista para acontecer ainda este ano, informou a Embraer.
O Ipanema 202 foi a primeira aeronave produzida em série no mundo a sair de fábrica certificada para voar com etanol, mesmo combustível utilizado em automóveis. A fonte alternativa reduziu o impacto ambiental e os custos de operação e ainda melhorou o desempenho da aeronave. Hoje, cerca de 40% da frota em operação é movida a etanol e aproximadamente 80% dos novos aviões são vendidos com essa configuração.
Ipanema 203
O Embraer Ipanema é líder no segmento agrícola nacional, com mais de 60% de participação no Brasil e mais de 1.360 unidades vendidas desde a década de 1970, quando foi introduzido.
Além das asas maiores, o novo modelo também possui hopper (compartimento que leva os agrotóxicos) com capacidade 16% maior em volume, o que aumenta a eficiência de seu trabalho nas grandes lavouras. O Ipanema 203 tem até winglets na ponta das asas, recurso muito utilizado em jatos comerciais que melhora o controle e estabilidade da aeronave.
O avião reprojetado também ganhou novo sistema de ar condicionado, cinto de segurança com airbag e cabine mais alta. As alavancas de comando e os pedais foram atualizados, com ângulos mais suaves, que permitem controles mais precisos.
O Embraer Ipanema 203 com motor movido a etanol tem preço inicial de US$ 247 mil.
Programa para as férias da criançada em São Paulo
O Catavento exibirá peças do acervo da Embraer, dando ao público a oportunidade de conhecer as origens da principal empresa aeroespacial do Brasil. O evento acontece a partir de 9 de dezembro. Nessa exposição serão usadas peças do acervo promocional e do Centro Histórico da empresa, como um modelo do avião Bandeirante, em que os visitantes poderão entrar na cabine de passageiros, além de maquetes de aviões, roupa de piloto e outros objetos.
Voltada ao público infanto-juvenil, a exposição temporária ficará até fevereiro na varanda lateral do Museu, e tem como o objetivo fomentar o interesse de crianças e jovens por engenharia aeronáutica e desenvolvimento de tecnologia e produtos para aviação.
A Mostra conta uma história a partir desses fragmentos não cronológicos e apresenta a Embraer como empresa de vanguarda em tecnologia e como referência global em aviação e engenharia aeronáutica.
Com mais de 45 nos de experiência, a Embraer projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, além de fornecer suporte e serviços de pós-venda. Líder na fabricação de jatos comerciais de até 130 assentos, a empresa já entregou mais de seis mil aeronaves em todo o mundo e hoje suas aeronaves transportam cerca de 120 milhões de passageiros por ano.
São 19 mil funcionários de mais de 20 nacionalidades, distribuídos em unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, em dez cidades brasileiras e 17 no exterior (de nove países entre América do Norte e do Sul, Europa e Ásia).
Voltada ao público infanto-juvenil, a exposição temporária ficará até fevereiro na varanda lateral do Museu, e tem como o objetivo fomentar o interesse de crianças e jovens por engenharia aeronáutica e desenvolvimento de tecnologia e produtos para aviação.
A Mostra conta uma história a partir desses fragmentos não cronológicos e apresenta a Embraer como empresa de vanguarda em tecnologia e como referência global em aviação e engenharia aeronáutica.
Com mais de 45 nos de experiência, a Embraer projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, além de fornecer suporte e serviços de pós-venda. Líder na fabricação de jatos comerciais de até 130 assentos, a empresa já entregou mais de seis mil aeronaves em todo o mundo e hoje suas aeronaves transportam cerca de 120 milhões de passageiros por ano.
São 19 mil funcionários de mais de 20 nacionalidades, distribuídos em unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, em dez cidades brasileiras e 17 no exterior (de nove países entre América do Norte e do Sul, Europa e Ásia).
Novo jato militar da Embraer está na disputa pelo SAR canadense
O Força Aérea Real do Canadá está em busca de uma nova aeronave de busca em salvamento (SAR – Search and Rescue) para substituir sua antiga frota de turbo-hélices De Havilland DHC-5 Buffalo, em operação no país desde 1965. A Embraer é uma das empresas na disputa pelo contrato com uma versão especial do jato multimissão KC-390.
Segundo o presidente da Embraer, Jackson Schneider, o KC-390 não só atende a proposta canadense, como também excede os requisitos. Para promover a aeronave, a fabricante divulgou uma imagem do modelo com as tradicionais cores do grupo de Busca e Resgate do Canadá, com uma vistosa pintura amarela de alta visibilidade.
Como explica a fabricante brasileira, o KC-390, que ainda está em desenvolvimento, tem todas as características para atuar em missões de salvamento. A aeronave tem grande autonomia, pode voar a baixa altitude e oferece grande disponibilidade e baixos custos de operação. Além disso, o jato também poderá ser equipado com sensores e radar de busca para atuar em missões de resgate tanto sobre terra como em áreas marítimas.
A aeronave militar da Embraer também vai contar com controles “fly-by-wire”, recurso que automotiza os comandos do avião e permite a tripulação ficar mais focada na missão.
Além da Embraer, também estão na disputa pelo contrato canadense as fabricantes Alenia-Aermacchi, com o C-27J Spartan, a Lockheed-Martin, que oferece a versão mais avançada do C-130 Hércules, e a Airbus, com o C-295. A empresa canadense Viking Air também oferece um versão avançada no veterano Buffalo. A decisão do Canadá deverá ser definida no início de 2016.
Segundo o presidente da Embraer, Jackson Schneider, o KC-390 não só atende a proposta canadense, como também excede os requisitos. Para promover a aeronave, a fabricante divulgou uma imagem do modelo com as tradicionais cores do grupo de Busca e Resgate do Canadá, com uma vistosa pintura amarela de alta visibilidade.
Como explica a fabricante brasileira, o KC-390, que ainda está em desenvolvimento, tem todas as características para atuar em missões de salvamento. A aeronave tem grande autonomia, pode voar a baixa altitude e oferece grande disponibilidade e baixos custos de operação. Além disso, o jato também poderá ser equipado com sensores e radar de busca para atuar em missões de resgate tanto sobre terra como em áreas marítimas.
A aeronave militar da Embraer também vai contar com controles “fly-by-wire”, recurso que automotiza os comandos do avião e permite a tripulação ficar mais focada na missão.
Além da Embraer, também estão na disputa pelo contrato canadense as fabricantes Alenia-Aermacchi, com o C-27J Spartan, a Lockheed-Martin, que oferece a versão mais avançada do C-130 Hércules, e a Airbus, com o C-295. A empresa canadense Viking Air também oferece um versão avançada no veterano Buffalo. A decisão do Canadá deverá ser definida no início de 2016.
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