A Airbus levou o título de melhor aeronave da revista Global Traveler com o seu A380. A vitória marca a primeira vez que o prêmio é entregue para uma aeronave que não seja fabricada pela Boeing.
O A380 é a maior aeronave de passageiros, oferecendo 544 assentos na configuração típica de quatro classes nos dois andares. A Emirates quebrou esse recorde recentemente com seu novo A380 para 615 passageiros, retirando a primeira classe e ampliando a executiva e a economy.
Atualmente, nenhuma companhia nas Américas possui o grande jato, de acordo com a Airbus, mas a família A320 é usada por muitas das principais companhias, incluindo Frontier Airlines, JetBlue, Delta Air Lines, United Airlines, American, Virgin America, Lan, Avianca e TAM. desde que foi lançado em 2007, o A380 já teve 176 entregas para 12 companhias no mundo todo.
No ano passado, quem levou o prêmio foi o 787 Dremliner, da Boeing.
Além do prêmio de melhor aeronave, a Global Traveler entregou o prêmio em mais 50 categorias no ramo do turismo, incluindo melhor site de companhia aérea (jetblue.com ); melhor primeira classe doméstica [nos Estados Unidos](Virgin America); melhor programa de milhagem geral (United Mileage Plus); melhor aeroporto na América do norte (Chicago O'Hare) e melhor ompanhia aérea do mundo (Singapore Airlines).
O prêmio foi entregue aos ganhadores na última quinta-feira durante a cerimônia na península Beverly Hills. A lista com todos os ganhadores está disponível em globaltraveler.com
Melhor companhia aérea do mundo
1º Singapore Airlines
2º Asiana Airlines / United Airlines
3º Emirates
4º Etihad Airways
Melhor companhia aérea na América do Norte
1º Delta Air Lines
2º American Airlines
3º United Airlines
4º Air Canada
5º Virgin America
Melhor Aeronave
1º Airbus A380
2º Boeing 787
3º Boeing 777
4º Airbus A330
5º Boeing 747
Melhor Serviço de Bordo
1º Alitalia
2º Asiana Airlines
3º Etihad Airways
4º Brussels Airlines
5º Cathay Pacific Airways
Melhor programa de milhagem
1º United MileagePlus
2º American Airlines AAdvantage
3º Delta Air Lines SkyMiles
4º Alaska Airlines Mileage Plan
5º JetBlue TrueBlue
Melhor companhia aérea da América do Sul
LAN Airlines
Melhor companhia aérea da Europa
TAP / Air Berlin
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terça-feira, 15 de dezembro de 2015
Global Traveler entrega prêmio aos melhores da aviação
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
Brasil é a âncora da LATAM
O Grupo Latam Airlines divulgou seus resultados preliminares do mês de novembro, em comparação com o mesmo período do ano passado. O tráfego do mercado doméstico no Brasil diminuiu 11,9%, enquanto o tráfego doméstico de passageiros em países de língua espanhola (Argentina, Chile, Peru, Equador e Colômbia) registrou aumento de 7,4%.
De acordo com a empresa, a demanda de carga continua enfraquecida, especialmente nos mercados doméstico e internacional do Brasil. Além disso, a diminuição das exportações sazonais da América Latina contribuiu para a baixa demanda de carga. Como resultado, o tráfego de carga do Grupo Latam Airlines recuou 13,7% em novembro.
No Brasil, a capacidade recuou 9,6% e a taxa de ocupação doméstica no país diminuiu 2,1 pontos percentuais, chegando a 81,3%. Nos demais mercados, a capacidade cresceu 6,8% e a ocupação aumentou 0,5 ponto percentual, chegando a 82,1%.
No geral, o tráfego de passageiros aumentou 2,1%, enquanto a capacidade cresceu 3,3%. Como resultado, a taxa de ocupação para o mês diminuiu 1,0 ponto percentual, alcançando 82,6%. O tráfego internacional de passageiros representou aproximadamente 53% do tráfego total de passageiros no mês.De acordo com a empresa, a demanda de carga continua enfraquecida, especialmente nos mercados doméstico e internacional do Brasil. Além disso, a diminuição das exportações sazonais da América Latina contribuiu para a baixa demanda de carga. Como resultado, o tráfego de carga do Grupo Latam Airlines recuou 13,7% em novembro.
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Se arrependimento matasse...
A LATAM Airlines Group, criada em 2012 pela fusão da chilena LAN Airlines e a brasileira TAM, está passando por um período conturbado. Sua perda líquida no primeiros nove meses de 2015 chegam a US$ 200 milhões, o que levou a LATAM a embarcar num plano de reestruturação do seu plano de frota para o período de 2016-2018 afim de salvar quase US$ 3 bilhões, adiando a entrega de novas aeronaves e a vendendo algumas. Seus compromissos de frota futura para os próximos três anos foram reduzidos 40%.
Antes da fusão com a TAM, na qual a LAN adquiriu a maior companhia aérea brasileira através de uma troca de ações no valor aproximado de US$3,5 bilhões, a LAN tinha um sucesso financeiro estável, apesar da crise global de 2008-2009 e do grande terremoto no Chile em 2010. O Brasil, na época, estava numa grande onda de crescimento, e agora está afundando juntamente com nossa moeda, o Real, que está colapsada. A fusão com a TAM e a criação da LATAM significaram que a LAN se tornou exposta ao Brasil e seu mercado, para o melhor e para o pior. Infelizmente, nos últimos tempos para pior.
Semana passada, no Forum da ALTA (Latin American and Caribbean Air Transport Association - Associação dos Transportadores Aéreos do Caribe e América Latina), em San Juan, Porto Rico, o CEO da LAN Ignacio Cueto disse que o Brasil está no meio de uma "longa e profunda crise", e acrescentou, "em três anos, eu digo como sobrevivemos a isso."
Cueto foi questionado, nas entrelinhas, se ele se arrepende de a LAN ter adquirido a TAM. "Quantas coisas na vida você não mudaria se você pudesse voltar atrás na vida?" e ele rapidamente respondeu, gerando uma grande gargalhada pela audiência da conferência da ALTA. E, então respondeu com seriedade o que estava nas entrelinhas: "Com certeza, isso é algo que eu não voltaria atrás" disse ele. "A questão correta seria: Valeu a pena entrar no mercado brasileiro? Absolutamente."
Ele explicou que a LAN, que antes de se fundir com a TAM, tinha afiliadas na Argentina, Equador, Peru e Colômbia, queria criar uma companhia aérea pan-continental que se tornaria a companhia aérea de assinatura da América do Sul. Como fazer isso se tornar realidade sem o Brasil?
Cueto disse que a LATAM está se mantendo "o mais otimista possível" através das atuais dificuldades. "Tempos difíceis acontecem e você tem que superá-los," disse ele.
Em visita a sede da LAN em Santiago, em 2012, meses depois de a fusão da LAN e da TAM se concluir, a revista ATW escreveu uma reportagem de capa "O pulo da LAN". Segue um parágrafo:
"A forte impressão causada - após passar alguns dias na cidade e no aeroporto hub da LAN, sua base de manutenção e centro de treinamento de pilotos - é que nos primeiros meses de LATAM estão provando ser algo esmagador. "Nós podíamos ver apenas alguns números da TAM" antes que a fusão fosse oficialmente concluída em Junho, Pablo Querol, vice-presidente senior da LAN disse: "Agora somos forçados a voar para entendermos com a TAM trabalha e relacionar com a forma da LAN trabalhar. Os benefícios da junção das duas redes, as sinergias esperadas, estarão todas lá. Mas, antes, precisamos terminar a pesquisa em como combinar as redes da LAN e da TAM... Só agora que podemos ver os números das duas companhias, nós poderemos determinar exatamente que precisamos para alcançar essas sinergias."
O ponto que quero chegar, com esse parágrafo acima, é que mesmo antes da atual crise no brasil, nem tudo eram flores na fusão. A LAN realmente "pulou" dentro disso sem antes entender por completo a TAM.
De fato, no Fórum de Lideranças da ALTA em Cancun em 2013, Enrique Cueto sofreu problemas de integração cultural, o que o levou a "empurrar para fora" da equipe de gerenciamento quem não tinha comprado a ideia da fusão. "Tem gente que não aceita a mudança, então você deve substituí-los," disse.
Para ser honesto com a LATAM, todas as companhias da América Latina estão sofrendo agora. "A fragilidade econômica não poupou ninguém," disse o CEO da Copa Airlines, Pedro Heilbron, também em Porto Rico. mas as empresas brasileiras TAM e GOL parecem, de longe, estar sofrendo mais. Copa e Avianca, as maiores rivais da LATAM na América Latina, estão se mantendo lucrativas.
Estaria a LAN melhor sem a TAM? No curto prazo, inegavelmente, SIM. Mas a criação da LATAM é uma aposta no futuro a longo prazo da aviação comercial latino-americana, sobre a qual Heilbron, os Cuetos, e além de outros, Airbus e Boeing, continuam muito otimistas.
A LAN acredita que a atual tempestade vai passar e, com a chegada dos anos 2020 e em diante, a LATAM terá uma rede imbatível na região. E, como Querol disse em 2012: "Você não tem nenhuma outra companhia aérea no mundo que tem essa posição continental que temos na América do Sul. Você não encontra nenhuma outra companhia aérea em nenhum continente que possa oferecer as conexões que nós podemos para todas as partes do mundo."
Então não, se arrependimento matasse... os Cuetos estariam e estão muito vivos, isso sim!!!
Antes da fusão com a TAM, na qual a LAN adquiriu a maior companhia aérea brasileira através de uma troca de ações no valor aproximado de US$3,5 bilhões, a LAN tinha um sucesso financeiro estável, apesar da crise global de 2008-2009 e do grande terremoto no Chile em 2010. O Brasil, na época, estava numa grande onda de crescimento, e agora está afundando juntamente com nossa moeda, o Real, que está colapsada. A fusão com a TAM e a criação da LATAM significaram que a LAN se tornou exposta ao Brasil e seu mercado, para o melhor e para o pior. Infelizmente, nos últimos tempos para pior.
Semana passada, no Forum da ALTA (Latin American and Caribbean Air Transport Association - Associação dos Transportadores Aéreos do Caribe e América Latina), em San Juan, Porto Rico, o CEO da LAN Ignacio Cueto disse que o Brasil está no meio de uma "longa e profunda crise", e acrescentou, "em três anos, eu digo como sobrevivemos a isso."
Cueto foi questionado, nas entrelinhas, se ele se arrepende de a LAN ter adquirido a TAM. "Quantas coisas na vida você não mudaria se você pudesse voltar atrás na vida?" e ele rapidamente respondeu, gerando uma grande gargalhada pela audiência da conferência da ALTA. E, então respondeu com seriedade o que estava nas entrelinhas: "Com certeza, isso é algo que eu não voltaria atrás" disse ele. "A questão correta seria: Valeu a pena entrar no mercado brasileiro? Absolutamente."
Ele explicou que a LAN, que antes de se fundir com a TAM, tinha afiliadas na Argentina, Equador, Peru e Colômbia, queria criar uma companhia aérea pan-continental que se tornaria a companhia aérea de assinatura da América do Sul. Como fazer isso se tornar realidade sem o Brasil?
Cueto disse que a LATAM está se mantendo "o mais otimista possível" através das atuais dificuldades. "Tempos difíceis acontecem e você tem que superá-los," disse ele.
Em visita a sede da LAN em Santiago, em 2012, meses depois de a fusão da LAN e da TAM se concluir, a revista ATW escreveu uma reportagem de capa "O pulo da LAN". Segue um parágrafo:
"A forte impressão causada - após passar alguns dias na cidade e no aeroporto hub da LAN, sua base de manutenção e centro de treinamento de pilotos - é que nos primeiros meses de LATAM estão provando ser algo esmagador. "Nós podíamos ver apenas alguns números da TAM" antes que a fusão fosse oficialmente concluída em Junho, Pablo Querol, vice-presidente senior da LAN disse: "Agora somos forçados a voar para entendermos com a TAM trabalha e relacionar com a forma da LAN trabalhar. Os benefícios da junção das duas redes, as sinergias esperadas, estarão todas lá. Mas, antes, precisamos terminar a pesquisa em como combinar as redes da LAN e da TAM... Só agora que podemos ver os números das duas companhias, nós poderemos determinar exatamente que precisamos para alcançar essas sinergias."
O ponto que quero chegar, com esse parágrafo acima, é que mesmo antes da atual crise no brasil, nem tudo eram flores na fusão. A LAN realmente "pulou" dentro disso sem antes entender por completo a TAM.
De fato, no Fórum de Lideranças da ALTA em Cancun em 2013, Enrique Cueto sofreu problemas de integração cultural, o que o levou a "empurrar para fora" da equipe de gerenciamento quem não tinha comprado a ideia da fusão. "Tem gente que não aceita a mudança, então você deve substituí-los," disse.
Para ser honesto com a LATAM, todas as companhias da América Latina estão sofrendo agora. "A fragilidade econômica não poupou ninguém," disse o CEO da Copa Airlines, Pedro Heilbron, também em Porto Rico. mas as empresas brasileiras TAM e GOL parecem, de longe, estar sofrendo mais. Copa e Avianca, as maiores rivais da LATAM na América Latina, estão se mantendo lucrativas.
Estaria a LAN melhor sem a TAM? No curto prazo, inegavelmente, SIM. Mas a criação da LATAM é uma aposta no futuro a longo prazo da aviação comercial latino-americana, sobre a qual Heilbron, os Cuetos, e além de outros, Airbus e Boeing, continuam muito otimistas.
A LAN acredita que a atual tempestade vai passar e, com a chegada dos anos 2020 e em diante, a LATAM terá uma rede imbatível na região. E, como Querol disse em 2012: "Você não tem nenhuma outra companhia aérea no mundo que tem essa posição continental que temos na América do Sul. Você não encontra nenhuma outra companhia aérea em nenhum continente que possa oferecer as conexões que nós podemos para todas as partes do mundo."
Então não, se arrependimento matasse... os Cuetos estariam e estão muito vivos, isso sim!!!
LAN pode voltar a operar nos fingers do Aeroparque
Em março de 2013, e argumentado um suposto não pagamento, pela então interventora estatal da Intercargo, María Cecilia García, solicitou as autoridades da Aeropuertos Argentina 2000 que suspendesse o serviço de fingers(pontes de embarque direto) à LAN.
Intercargo é uma empresa estatal que controla as rampas e serviços aeroportuários. Como parte de suas funções, administra o serviço de fingers a todas as companhias que operam na Argentina, com exceção de Aerolíneas Argentinas e American Airlines.
García é uma contadora muito próxima do ministro da Economia, Axel Kicillof. Em março deste ano terminou a intervenção estatal na Intercargo, mas García foi nomeada a presidente da companhia, após a restruturação.
A antiga resolução de García afetou diretamente o serviço da LAN, já que seus clientes foram obrigados a utilizar ônibus para embarcar nos aviões, já que só poderia utilizar as posições remotas do aeroporto. A LAN atribuiu essa medida arbitrária da Intercargo com objetivo de favorecer as operações da Aerolíneas Argentinas, a sua maior concorrente em voos domésticos.
Agora, com a mudança do governo federal argentino, a LAN foi autorizada a utilizar novamente, depois de três anos, um finger para o embarque de um voo que foi do Aeroparque para Salta
O critério para a utilização dos fingers responde a porcentagem de voos que cada companhia opera no aeroporto Jorge Newbery (Aeroparque) e a LAN Argentina deveria ter 33% .
Intercargo é uma empresa estatal que controla as rampas e serviços aeroportuários. Como parte de suas funções, administra o serviço de fingers a todas as companhias que operam na Argentina, com exceção de Aerolíneas Argentinas e American Airlines.
García é uma contadora muito próxima do ministro da Economia, Axel Kicillof. Em março deste ano terminou a intervenção estatal na Intercargo, mas García foi nomeada a presidente da companhia, após a restruturação.
A antiga resolução de García afetou diretamente o serviço da LAN, já que seus clientes foram obrigados a utilizar ônibus para embarcar nos aviões, já que só poderia utilizar as posições remotas do aeroporto. A LAN atribuiu essa medida arbitrária da Intercargo com objetivo de favorecer as operações da Aerolíneas Argentinas, a sua maior concorrente em voos domésticos.
Agora, com a mudança do governo federal argentino, a LAN foi autorizada a utilizar novamente, depois de três anos, um finger para o embarque de um voo que foi do Aeroparque para Salta
O critério para a utilização dos fingers responde a porcentagem de voos que cada companhia opera no aeroporto Jorge Newbery (Aeroparque) e a LAN Argentina deveria ter 33% .
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