A Delta Air Lines anunciou a inclusão de até 20 aeronaves Embraer 190s e 20 novos Boeing 737900ERS à sua frota, com o objetivo de melhorar sua eficiência ao mesmo tempo em que reduz a utilização de pequenas aeronaves regionais.
As novas aquisições foram feitas por meio de um novo acordo com a The Boeing Company, e a Delta encontrou nele razões econômicas mais convincentes do que em outro pedido anterior, que também incluía jatos E190 com a Boeing.
"Esta encomenda de aeronaves é outro exemplo da estratégia de frota exclusiva da Delta, ao implantar uma combinação de aeronaves novas e usadas, mantendo baixos custos de capital e alavancando uma significativa flexibilidade na capacidade, além de produzir retornos superiores para nossos acionistas", afirma o vice presidente sênior de Gestão da Cadeia de Suprimentos da Delta, disse Greg May.
Os Boeing 737-900ER adicionais elevarão o total da frota da Delta para 120, em 2019. A aeronave apresenta amplos compartimentos superiores e 20 assentos com entretenimento de áudio/vídeo no encosto das poltronas na First Class, 21 assentos na Delta Comfort + e 139 assentos na Main Cabin.
Já o design da cabine da Embraer no E190, previsto para voar em 2017, inclui assentos em configuração 2x2 em toda a Main Cabin, 1x2 na First Class e amplos compartimentos superiores.
Senhoras e Senhores, Bem vindos ao blog "Aerovias News". Observem o número da poltrona no cartão de embarque, e acomode-se confortavelmente. Junto as saídas de emergência, não é permitida a acomodação de crianças ou colocação de bagagens. Acomodem a bagagem de mão no compartimento acima ou embaixo da poltrona à sua frente. Lembramos que os pertences de mão trazidos a bordo são de responsabilidade dos clientes. Obrigado por sua leitura!
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sábado, 19 de dezembro de 2015
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
Global Traveler entrega prêmio aos melhores da aviação
A Airbus levou o título de melhor aeronave da revista Global Traveler com o seu A380. A vitória marca a primeira vez que o prêmio é entregue para uma aeronave que não seja fabricada pela Boeing.
O A380 é a maior aeronave de passageiros, oferecendo 544 assentos na configuração típica de quatro classes nos dois andares. A Emirates quebrou esse recorde recentemente com seu novo A380 para 615 passageiros, retirando a primeira classe e ampliando a executiva e a economy.
Atualmente, nenhuma companhia nas Américas possui o grande jato, de acordo com a Airbus, mas a família A320 é usada por muitas das principais companhias, incluindo Frontier Airlines, JetBlue, Delta Air Lines, United Airlines, American, Virgin America, Lan, Avianca e TAM. desde que foi lançado em 2007, o A380 já teve 176 entregas para 12 companhias no mundo todo.
No ano passado, quem levou o prêmio foi o 787 Dremliner, da Boeing.
Além do prêmio de melhor aeronave, a Global Traveler entregou o prêmio em mais 50 categorias no ramo do turismo, incluindo melhor site de companhia aérea (jetblue.com ); melhor primeira classe doméstica [nos Estados Unidos](Virgin America); melhor programa de milhagem geral (United Mileage Plus); melhor aeroporto na América do norte (Chicago O'Hare) e melhor ompanhia aérea do mundo (Singapore Airlines).
O prêmio foi entregue aos ganhadores na última quinta-feira durante a cerimônia na península Beverly Hills. A lista com todos os ganhadores está disponível em globaltraveler.com
Melhor companhia aérea do mundo
1º Singapore Airlines
2º Asiana Airlines / United Airlines
3º Emirates
4º Etihad Airways
Melhor companhia aérea na América do Norte
1º Delta Air Lines
2º American Airlines
3º United Airlines
4º Air Canada
5º Virgin America
Melhor Aeronave
1º Airbus A380
2º Boeing 787
3º Boeing 777
4º Airbus A330
5º Boeing 747
Melhor Serviço de Bordo
1º Alitalia
2º Asiana Airlines
3º Etihad Airways
4º Brussels Airlines
5º Cathay Pacific Airways
Melhor programa de milhagem
1º United MileagePlus
2º American Airlines AAdvantage
3º Delta Air Lines SkyMiles
4º Alaska Airlines Mileage Plan
5º JetBlue TrueBlue
Melhor companhia aérea da América do Sul
LAN Airlines
Melhor companhia aérea da Europa
TAP / Air Berlin
O A380 é a maior aeronave de passageiros, oferecendo 544 assentos na configuração típica de quatro classes nos dois andares. A Emirates quebrou esse recorde recentemente com seu novo A380 para 615 passageiros, retirando a primeira classe e ampliando a executiva e a economy.
Atualmente, nenhuma companhia nas Américas possui o grande jato, de acordo com a Airbus, mas a família A320 é usada por muitas das principais companhias, incluindo Frontier Airlines, JetBlue, Delta Air Lines, United Airlines, American, Virgin America, Lan, Avianca e TAM. desde que foi lançado em 2007, o A380 já teve 176 entregas para 12 companhias no mundo todo.
No ano passado, quem levou o prêmio foi o 787 Dremliner, da Boeing.
Além do prêmio de melhor aeronave, a Global Traveler entregou o prêmio em mais 50 categorias no ramo do turismo, incluindo melhor site de companhia aérea (jetblue.com ); melhor primeira classe doméstica [nos Estados Unidos](Virgin America); melhor programa de milhagem geral (United Mileage Plus); melhor aeroporto na América do norte (Chicago O'Hare) e melhor ompanhia aérea do mundo (Singapore Airlines).
O prêmio foi entregue aos ganhadores na última quinta-feira durante a cerimônia na península Beverly Hills. A lista com todos os ganhadores está disponível em globaltraveler.com
Melhor companhia aérea do mundo
1º Singapore Airlines
2º Asiana Airlines / United Airlines
3º Emirates
4º Etihad Airways
Melhor companhia aérea na América do Norte
1º Delta Air Lines
2º American Airlines
3º United Airlines
4º Air Canada
5º Virgin America
Melhor Aeronave
1º Airbus A380
2º Boeing 787
3º Boeing 777
4º Airbus A330
5º Boeing 747
Melhor Serviço de Bordo
1º Alitalia
2º Asiana Airlines
3º Etihad Airways
4º Brussels Airlines
5º Cathay Pacific Airways
Melhor programa de milhagem
1º United MileagePlus
2º American Airlines AAdvantage
3º Delta Air Lines SkyMiles
4º Alaska Airlines Mileage Plan
5º JetBlue TrueBlue
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
Empresas americanas lucram (e muito) com serviços 'extras' e conforto
Muitos brasileiros podem estar sofrendo com a alta do dólar e deixando de standby viagens internacionais. Mas pelo visto o mercado de aviação americano vai muito bem, obrigado. Isso mesmo! Companhias aéreas domésticas dos Estados Unidos fecharão o ano lucrando bem mais que em 2014.
Segundo pesquisas da empresa IdeaWorksCompany, as taxas extras oferecidas pelas companhias renderão a elas cerca de 40 bilhões de reais só em 2015. Como essas companhias terminarão o ano sem entrar no vermelho, enquanto o mundo entra em um colapso financeiro?
Digamos que essas empresas sabem muito bem vender seu peixe como ninguém. Companhias aéreas buscam sempre enfatizar a vantagem que o consumidor teria ao fazer um upgrade na passagem aérea de Classe Econômica para Econômica Premium por exemplo.
Alaska, American, Delta e United Airlines oferecem o upgrade citado acima. Todos sabemos que em diversos aviões, o tamanho e a distância entre acentos na Econômica vem diminuindo a medida que novas cargas são compradas pelas companhias. Com isso, muitos passageiros acabam sendo obrigados a pagar tais taxas para ter um voo mais confortável com a Econômica Premium.
Além disso, diversas companhias estão cobrando dos passageiros o que antes lhes era dado, como lanches e bebidas. A Delta Airlines por exemplo, oferece um serviço pago chamado Delta Comfort+, que inclui maior espaço para pernas, wi-fi, comida e bebidas, embarque adiantado, acentos na primeira fila e etc.
Além é claro, das famosas taxas de bagagens que sempre foram cobradas e geraram dor de cabeça em passageiros. Brasileiros que o digam não é mesmo? Sempre sofrem, tanto em voos internacionais, quanto em conexões domésticas nos Estados Unidos, com suas enormes malas. O pior é que existem companhias como as pequenas Allegiant e Spirit que se aproveitaram do aumento do público agora no fim do ano e aumentaram suas taxas de bagagem.
Claro que essas mudanças não são bem recebidas pelos passageiros, afinal, agora estão pagando pelo que antes recebiam de graça (ou embutido no preço da passagem). Para tentar melhorar a situação e diminuir a insatisfação do público, companhias aéreas europeias estão tentando oficializar a ideia da criação de diversos pacotes que podem agradar mais ao passageiro, a exemplo de opções simples (só com o valor do assento) até uma taxa que engloba todos os extras oferecidos.
Essa moda também está nas companhias brasileiras, representando um bom faturamento! A TAM oferece há alguns anos o Espaço +, nas fileiras de saída de emergência e na primeira fileira dos aviões em voos domésticos. A Gol renovou o interior de seus aviões, o que proporcionou um aumento no conforto de modo geral nas aeronaves, e ainda assim, criou o Gol+, que são as primeiras fileiras dos aviões da empresa que foram modificadas para proporcionar ainda mais conforto e espaço para as pernas.
A Azul, pioneira do serviço no Brasil, oferece o espaço Azul, que também são fileiras modificadas para proporcionar mais espaço e conforto nos voos para seus clientes. No Brasil, esse tipo de serviço já gera uma boa parte da renda dos voos, mas ainda não de forma expressiva como nos Estados Unidos, talvez, pela falta de um serviço mais completo, como oferecido lá. Só o espaço a mais alivia as pernas num voo longo, no entanto, o brasileiro entende que para o conforto, e consequentemente o valor a mais, é preciso um serviço diferenciado, com mais franquia de bagagem, talvez um wi-fi, e um serviço de bordo decente. Será que as empresas brasileiras estão atentas as demandas reais do mercado?
Segundo pesquisas da empresa IdeaWorksCompany, as taxas extras oferecidas pelas companhias renderão a elas cerca de 40 bilhões de reais só em 2015. Como essas companhias terminarão o ano sem entrar no vermelho, enquanto o mundo entra em um colapso financeiro?
Digamos que essas empresas sabem muito bem vender seu peixe como ninguém. Companhias aéreas buscam sempre enfatizar a vantagem que o consumidor teria ao fazer um upgrade na passagem aérea de Classe Econômica para Econômica Premium por exemplo.
Alaska, American, Delta e United Airlines oferecem o upgrade citado acima. Todos sabemos que em diversos aviões, o tamanho e a distância entre acentos na Econômica vem diminuindo a medida que novas cargas são compradas pelas companhias. Com isso, muitos passageiros acabam sendo obrigados a pagar tais taxas para ter um voo mais confortável com a Econômica Premium.
Além disso, diversas companhias estão cobrando dos passageiros o que antes lhes era dado, como lanches e bebidas. A Delta Airlines por exemplo, oferece um serviço pago chamado Delta Comfort+, que inclui maior espaço para pernas, wi-fi, comida e bebidas, embarque adiantado, acentos na primeira fila e etc.
Além é claro, das famosas taxas de bagagens que sempre foram cobradas e geraram dor de cabeça em passageiros. Brasileiros que o digam não é mesmo? Sempre sofrem, tanto em voos internacionais, quanto em conexões domésticas nos Estados Unidos, com suas enormes malas. O pior é que existem companhias como as pequenas Allegiant e Spirit que se aproveitaram do aumento do público agora no fim do ano e aumentaram suas taxas de bagagem.
Claro que essas mudanças não são bem recebidas pelos passageiros, afinal, agora estão pagando pelo que antes recebiam de graça (ou embutido no preço da passagem). Para tentar melhorar a situação e diminuir a insatisfação do público, companhias aéreas europeias estão tentando oficializar a ideia da criação de diversos pacotes que podem agradar mais ao passageiro, a exemplo de opções simples (só com o valor do assento) até uma taxa que engloba todos os extras oferecidos.
Essa moda também está nas companhias brasileiras, representando um bom faturamento! A TAM oferece há alguns anos o Espaço +, nas fileiras de saída de emergência e na primeira fileira dos aviões em voos domésticos. A Gol renovou o interior de seus aviões, o que proporcionou um aumento no conforto de modo geral nas aeronaves, e ainda assim, criou o Gol+, que são as primeiras fileiras dos aviões da empresa que foram modificadas para proporcionar ainda mais conforto e espaço para as pernas.
A Azul, pioneira do serviço no Brasil, oferece o espaço Azul, que também são fileiras modificadas para proporcionar mais espaço e conforto nos voos para seus clientes. No Brasil, esse tipo de serviço já gera uma boa parte da renda dos voos, mas ainda não de forma expressiva como nos Estados Unidos, talvez, pela falta de um serviço mais completo, como oferecido lá. Só o espaço a mais alivia as pernas num voo longo, no entanto, o brasileiro entende que para o conforto, e consequentemente o valor a mais, é preciso um serviço diferenciado, com mais franquia de bagagem, talvez um wi-fi, e um serviço de bordo decente. Será que as empresas brasileiras estão atentas as demandas reais do mercado?
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terça-feira, 8 de dezembro de 2015
Parceria GOL - Delta transporta 500 mil
A parceria de quatro anos entre a Gol Linhas Aéreas Inteligentes e a Delta Air Lines já tem bons resultados: foram mais de 500 mil passageiros transportados neste período, em compartilhamento de voos e acordo de interline.
Atualmente, a Gol disponibiliza 405 voos para 35 destinos atendidos pela Delta, enquanto a companhia norte-americana oferece 100 voos para 31 destinos atendidos pela Gol. Por meio do acordo entre as duas aéreas, todos os trechos são operados por aeronaves Gol (no Brasil e na América do Sul) e Delta (para os Estados Unidos e Canadá), e os voos saem dos aeroportos de São Paulo (GRU), Rio de Janeiro (GIG) e Brasília (BSB), com conexões em Atlanta (ATL), Detroit (DTW) e Nova York (JFK), principais hubs da companhia americana.
"A Delta é parte fundamental da história recente da Gol, e muito mais do que um parceiro de negócios. Trocamos experiências e ideias, aprendemos e ensinamos, mantendo o foco nos nossos clientes e nos serviços oferecidos, com o objetivo de sempre proporcionar uma experiência consistente", afirma o presidente da Gol, Paulo Kakinoff.
Os passageiros que compram os voos conectados têm a facilidade de realizar apenas um check-in e receber de uma só vez dos cartões de embarque para todo o percurso, além de fazer um único despacho de bagagem e opções diferenciadas de parcelamento.
A franquia de bagagem é a mesma durante toda a viagem, o que significa que o passageiro pode levar, por exemplo, duas malas de até 32 quilos cada, mesmo nos trechos nacionais com conexão. Além disso, os clientes podem acumular milhas nos programas Smiles ou Sky Miles.
"Nossa parceria vai ter sempre o cliente no centro de todas as decisões que tomamos. Este mês vamos lançar um voo diário entre Orlando (Estados Unidos) e Guarulhos (SP), uma das rotas com maior demanda para os brasileiros. Da mesma forma, aumentamos nosso acordo de codeshare com a Gol para incluir novas cidades nos Estados Unidos, Havaí e Canadá”, reforça o vice-presidente da Delta para a América Latina e Caribe, Nicolas Ferri.
Novas localidades também entrarão nos canais de vendas da Gol até o final deste ano, sendo elas Ottawa e Vancouver (ambas no Canadá).
Atualmente, a Gol disponibiliza 405 voos para 35 destinos atendidos pela Delta, enquanto a companhia norte-americana oferece 100 voos para 31 destinos atendidos pela Gol. Por meio do acordo entre as duas aéreas, todos os trechos são operados por aeronaves Gol (no Brasil e na América do Sul) e Delta (para os Estados Unidos e Canadá), e os voos saem dos aeroportos de São Paulo (GRU), Rio de Janeiro (GIG) e Brasília (BSB), com conexões em Atlanta (ATL), Detroit (DTW) e Nova York (JFK), principais hubs da companhia americana.
"A Delta é parte fundamental da história recente da Gol, e muito mais do que um parceiro de negócios. Trocamos experiências e ideias, aprendemos e ensinamos, mantendo o foco nos nossos clientes e nos serviços oferecidos, com o objetivo de sempre proporcionar uma experiência consistente", afirma o presidente da Gol, Paulo Kakinoff.
Os passageiros que compram os voos conectados têm a facilidade de realizar apenas um check-in e receber de uma só vez dos cartões de embarque para todo o percurso, além de fazer um único despacho de bagagem e opções diferenciadas de parcelamento.
A franquia de bagagem é a mesma durante toda a viagem, o que significa que o passageiro pode levar, por exemplo, duas malas de até 32 quilos cada, mesmo nos trechos nacionais com conexão. Além disso, os clientes podem acumular milhas nos programas Smiles ou Sky Miles.
"Nossa parceria vai ter sempre o cliente no centro de todas as decisões que tomamos. Este mês vamos lançar um voo diário entre Orlando (Estados Unidos) e Guarulhos (SP), uma das rotas com maior demanda para os brasileiros. Da mesma forma, aumentamos nosso acordo de codeshare com a Gol para incluir novas cidades nos Estados Unidos, Havaí e Canadá”, reforça o vice-presidente da Delta para a América Latina e Caribe, Nicolas Ferri.
Novas localidades também entrarão nos canais de vendas da Gol até o final deste ano, sendo elas Ottawa e Vancouver (ambas no Canadá).
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Emirates e Delta trocando farpas
Com a saída da aliança Airlines For America (A4A) e o cancelamento da rota Atlanta-Dubai, a Delta Air Lines tem alçado voos turbulentos nas últimas semanas. Após atacar as companhias aéreas do Golfo Pérsico e seu suposto monopólio, a transportadora norte-americana recebeu uma resposta à altura da Emirates Airline, que integra o grupo das três maiores empresas da região, ao lado de Etihad Airways e Qatar Airways.
Em comunicado, a aérea árabe afirma que a ocupação dos voos da Delta para Dubai ultrapassa 85% e os estudos da Emirates apontam que o serviço é “altamente lucrativo, com rendimento de US$ 10 milhões ao ano, ou margem líquida de 7%. Com o fechamento do voo, a Emirates destaca que está à procura de preencher o buraco deixado pela norte-americana com a possível criação do serviço para Atlanta.
“A Delta tem o monopólio da rota Atlanta-Dubai, eles podem carregar o tráfego aéreo que é projetado por transportadoras não norte-americanas e aproveitar de altos índices de ocupação e receita. No padrão de qualquer companhia aérea, estas condições são lucrativas e dificilmente uma razão para cancelar o serviço Atlanta-Dubai”, destacou a Emirates.
Em seguida, a companhia aérea foi mais dura em sua crítica, pontuando que o objetivo da Delta é ganhar mais dinheiro e as companhias do Golfo deveriam ser deixadas de lado nessa disputa.
“Nós só podemos concluir que esta é uma mudança política para posicionar a Delta como “vítima” das transportadoras do Golfo Pérsico, o que é risível, considerando o seu tamanho e sua rentabilidade. Ou talvez seja porque eles desejam reimplantar suas aeronaves em outras rotas transatlânticas que têm receitas ainda mais altas em razão da imunidade que aproveitam com seus parceiros de aliança”, concluiu o texto.
Em comunicado, a aérea árabe afirma que a ocupação dos voos da Delta para Dubai ultrapassa 85% e os estudos da Emirates apontam que o serviço é “altamente lucrativo, com rendimento de US$ 10 milhões ao ano, ou margem líquida de 7%. Com o fechamento do voo, a Emirates destaca que está à procura de preencher o buraco deixado pela norte-americana com a possível criação do serviço para Atlanta.
“A Delta tem o monopólio da rota Atlanta-Dubai, eles podem carregar o tráfego aéreo que é projetado por transportadoras não norte-americanas e aproveitar de altos índices de ocupação e receita. No padrão de qualquer companhia aérea, estas condições são lucrativas e dificilmente uma razão para cancelar o serviço Atlanta-Dubai”, destacou a Emirates.
Em seguida, a companhia aérea foi mais dura em sua crítica, pontuando que o objetivo da Delta é ganhar mais dinheiro e as companhias do Golfo deveriam ser deixadas de lado nessa disputa.
“Nós só podemos concluir que esta é uma mudança política para posicionar a Delta como “vítima” das transportadoras do Golfo Pérsico, o que é risível, considerando o seu tamanho e sua rentabilidade. Ou talvez seja porque eles desejam reimplantar suas aeronaves em outras rotas transatlânticas que têm receitas ainda mais altas em razão da imunidade que aproveitam com seus parceiros de aliança”, concluiu o texto.
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
Delta e Aerolíneas Argentinas iniciam codeshare
Esse último fim de semana foi um marco na estratégia global de alianças da Delta. O novo acordo de codeshare entre a Delta e a Aerolíneas Argentinas vai oferecer aos clientes de ambas as companhias mais opções de viagens entre os Estados Unidos e a América do Sul.
Os clientes da Delta devem ganhar acesso aos voos de Buenos Aires (Ministro Pistarini International Airport - Ezeiza) para Montevideo, assim como Mendoza e Córdoba, duas importantes cidades na Argentina. O codeshare é um acordo em que duas companhias aéreas vendem o mesmo voo. Cada companhia vende o voo sob sua própria designação e número de voo como programado.
"O codeshare entre Delta e Aerolíneas Argentinas se constrói no nosso grande momento na região e reforça nosso compromisso de ser a melhor companhia dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe." disse Charlie Pappas, Vice presidente de alianças da Delta. " O acordo expande nossa oferta de serviços aos clientes viajando para Mendoza, conhecida por sua indústria de vinho, e a Cordoba, importante polo automotivo aeronáutico e ferroviário, e terra de várias companhias têxteis, químicas e agroindustriais."
Pappas, falando quando o acordo se tornou público em outubro, disse que a Delta deveria formar uma aliança com a Aerolíneas Argentinas em duas outras importantes rotas, conectando clientes de Ezeiza a Nova York (John F. Kennedy International) e Miami International Airport.
"Aerolíneas é uma uma excelente colaboradora e membro da SkyTeam. Procuramos sempre continuar a crescer nossa parceria e entregar aos nossos clientes cada vez mais conectividade no futuro".
O codeshare entre Delta e Aerolíneas foi firmado nas rotas de Ezeiza a Montevideo, e do Aeroparque a Santiago, conectando os clientes argentinos ao voo diário parea Atlanta saindo de Santiago. "A aliança com a Delta oferecerá aos nossos clientes conectividade melhorada a cidades além de Miami, Nova York e Atlanta, permitindo uma fácil conexão aos destinos mais importantes dos Estados Unidos: Boston, Chicago, Dallas, Denver, Houston, Las Vegas, Los Angeles, New Orleans, Orlando, San Francisco, Seattle, Washington-Reagan e Whashington-Dulles", disse Mariano Recalde, CEO das Aerolíineas Argentinas.
"Aerolíneas tambpem vai oferecer um codeshare com a Delta no voo diário entre Buenos Aires e Atlanta, adicionando uma nova rota nonstop para nossos passageiros voando aos EUA", disse Recalde. "É um prazer ver que uma das maiores companhias aéreas do mundo confia nos nossos serviços para seus milhares de passageiros".
Os clientes da Delta devem ganhar acesso aos voos de Buenos Aires (Ministro Pistarini International Airport - Ezeiza) para Montevideo, assim como Mendoza e Córdoba, duas importantes cidades na Argentina. O codeshare é um acordo em que duas companhias aéreas vendem o mesmo voo. Cada companhia vende o voo sob sua própria designação e número de voo como programado.
"O codeshare entre Delta e Aerolíneas Argentinas se constrói no nosso grande momento na região e reforça nosso compromisso de ser a melhor companhia dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe." disse Charlie Pappas, Vice presidente de alianças da Delta. " O acordo expande nossa oferta de serviços aos clientes viajando para Mendoza, conhecida por sua indústria de vinho, e a Cordoba, importante polo automotivo aeronáutico e ferroviário, e terra de várias companhias têxteis, químicas e agroindustriais."
Pappas, falando quando o acordo se tornou público em outubro, disse que a Delta deveria formar uma aliança com a Aerolíneas Argentinas em duas outras importantes rotas, conectando clientes de Ezeiza a Nova York (John F. Kennedy International) e Miami International Airport.
"Aerolíneas é uma uma excelente colaboradora e membro da SkyTeam. Procuramos sempre continuar a crescer nossa parceria e entregar aos nossos clientes cada vez mais conectividade no futuro".
O codeshare entre Delta e Aerolíneas foi firmado nas rotas de Ezeiza a Montevideo, e do Aeroparque a Santiago, conectando os clientes argentinos ao voo diário parea Atlanta saindo de Santiago. "A aliança com a Delta oferecerá aos nossos clientes conectividade melhorada a cidades além de Miami, Nova York e Atlanta, permitindo uma fácil conexão aos destinos mais importantes dos Estados Unidos: Boston, Chicago, Dallas, Denver, Houston, Las Vegas, Los Angeles, New Orleans, Orlando, San Francisco, Seattle, Washington-Reagan e Whashington-Dulles", disse Mariano Recalde, CEO das Aerolíineas Argentinas.
"Aerolíneas tambpem vai oferecer um codeshare com a Delta no voo diário entre Buenos Aires e Atlanta, adicionando uma nova rota nonstop para nossos passageiros voando aos EUA", disse Recalde. "É um prazer ver que uma das maiores companhias aéreas do mundo confia nos nossos serviços para seus milhares de passageiros".
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
Nem começou e já pediu mais!
A Delta Air Lines está buscando aprovação regulatória para aumentar seu novo voo direto entre Orlando e São Paulo, de quatro vezes por semana para diário.A Delta inicia as operações deste voo no dia 19 de dezembro de 2015, e espera servir as cidades diariamente a partir de fevereiro de 2016.
"É empolgante ter a oportunidade de possuir um voo direto ligando São Paulo a Orlando e oferecer aos clientes o alcance da rede da GOL com mais de 700 voos semanais em code-share para o interior do Brasil", disse Nicolas Ferri, vice-presidente da Delta para a América Latina e Caribe. "A expansão contínua de importantes rotas para os clientes latino-americanos da Delta demonstra o nosso compromisso com a região e nos mantém alinhados com a nossa meta de ser a melhor companhia aérea dos EUA na América Latina e no Caribe".
Em 5 de junho passado, a Delta anunciou que em dezembro de 2015 teria quatro portas de entrada nos EUA a partir de São Paulo, dando aos clientes a opção de voar por meio de Nova York, Orlando, Atlanta e Detroit. Além disso, o voo Orlando-São Paulo irá oferecer conexões convenientes para nove destinos principais nos EUA, incluindo Atlanta(ATL), Boston (BOS), Detroit (DTW), Los Angeles (LAX), Miami (MIA), Minneapolis (MSP), Nova York (LGA e JFK), e Raleigh (RDU).
Somando a isso, a aliança estratégica da Delta com a GOL amplia o alcance do voo Orlando-São Paulo para 32 destinos brasileiros e fornece conexões ininterruptas no Aeroporto Internacional de Guarulhos.
O novo voo será operado por aeronaves Boeing 767-300, com 35 poltronas-cama com acesso direto ao corredor da cabine Delta One, 32 assentos no Delta Comfort + e 143 assentos na Main Cabin.
"É empolgante ter a oportunidade de possuir um voo direto ligando São Paulo a Orlando e oferecer aos clientes o alcance da rede da GOL com mais de 700 voos semanais em code-share para o interior do Brasil", disse Nicolas Ferri, vice-presidente da Delta para a América Latina e Caribe. "A expansão contínua de importantes rotas para os clientes latino-americanos da Delta demonstra o nosso compromisso com a região e nos mantém alinhados com a nossa meta de ser a melhor companhia aérea dos EUA na América Latina e no Caribe".
Em 5 de junho passado, a Delta anunciou que em dezembro de 2015 teria quatro portas de entrada nos EUA a partir de São Paulo, dando aos clientes a opção de voar por meio de Nova York, Orlando, Atlanta e Detroit. Além disso, o voo Orlando-São Paulo irá oferecer conexões convenientes para nove destinos principais nos EUA, incluindo Atlanta(ATL), Boston (BOS), Detroit (DTW), Los Angeles (LAX), Miami (MIA), Minneapolis (MSP), Nova York (LGA e JFK), e Raleigh (RDU).
Somando a isso, a aliança estratégica da Delta com a GOL amplia o alcance do voo Orlando-São Paulo para 32 destinos brasileiros e fornece conexões ininterruptas no Aeroporto Internacional de Guarulhos.
O novo voo será operado por aeronaves Boeing 767-300, com 35 poltronas-cama com acesso direto ao corredor da cabine Delta One, 32 assentos no Delta Comfort + e 143 assentos na Main Cabin.
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