Mostrando postagens com marcador Boeing. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Boeing. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Qantas voa um 747-400 com 5 motores

A australiana Qantas realizou esta quarta-feira um voo, no mínimo, mais pesado. O avião Boeing 747 que partia de Sidney para a África do Sul transportou um motor turbo-fan extra de 10 toneladas, na asa esquerda.

O motor extra não estava ligado, apenas aproveitou a boleia para Joanesburgo, onde será instalado noutro avião. Devido ao peso extra, o voo 63 foi obrigado a parar em Perth, na Austrália, para reabastecer.

A companhia aérea australiana, eleita esta semana pela terceira vez consecutiva a mais segura do mundo, admitiu num comunicado que optou por realizar o transporte do motor desta forma, "em vez de enviar o motor por barco ou alugar um avião de carga", pois queria poupar tempo aos passageiros e ter os aviões disponíveis o mais rapidamente possível.

Então, como exatamente um 747 pode carregar mais um motor?

A asa da aeronave possui pontos de ancoragem, que permitem que seja anexado uma estrutura de apoio embaixo da asa. O suporte está equipado com um mecanismo de guincho, assim, o motor pode ser içado para cima e voar seguramente em sua jornada.

O quinto motor adiciona peso e arrasto estra na aeronave, o que justifica a breve parada em Perth para reabastecimento. O arrasto adicional é causado pelo ar voando através do motor adicional durante o voo e, para balancear, os pilotos são treinados para usar os controles de voo para garantir que a aeronave voe com segurança.

Quando o QF63 pousou em Joanesburgo, foi só remover o quinto motor e depois instalá-lo no 747 que voou o QF64 de volta para Sydney. Os engenheiros foram muito cuidadosos ao trocar o motor, já que o 747 faz parte da frota da Qantas desde a década de 1970.

Aliás, foi nessa época que a Qantas foi pioneira e transportou um quinto motor em seu Boeing 707 para economizar com o frete do motor. A última vez que esse procedimento foi necessário foi em 2011.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Boeing faz 100 anos em 2016 e comemorará de forma especial

A Boeing fará 100 anos dia 15 de julho deste ano.

Aquela que é uma das maiores companhias aéreas do mundo optou por comemorar este centenário de uma forma inesperada: com aviões de papel, inspirada nas palavras do seu fundador, William (Bill) Boeing: "Build something better" ("Construir algo melhor").

A Boeing colocou alguns dos seus engenheiros para fazer o mais básico, no "Flypaper Project", em colaboração com a agência de publicidade FCB.

"A ideia é sermos inovadores e criativos; combinar arte e ciência, despertando o engenheiro espacial que há em nós. Quisemos fazer algo que possa ser belo, criativo e visualmente apelativo, mas que ao mesmo tempo tenha um objetivo", disse Marcellus Rolle, o especialista coordenador que a Boeing escolheu para programa do centenário.

E para concretizar estes objetivos o "Flypaper Project" promete apresentar um novo conceito de avião de papel, imaginativo e ao mesmo tempo funcional.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

737 da Vasp foi pro shopping na região metropolitana de BH

Se você aproveitou as promoções deste fim de semana e comprou passagens para a capital mineira não pode deixar de conhecer o primeiro shopping do Brasil construído exclusivamente com containers marítimos. Ele está localizado em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Londres, Nova York, Buenos Aires, Nova Zelândia, Espanha e Canadá já possuem esse tipo de empreendimento. O shopping é todo sustentável e ganhou placas vão gerar toda energia.

A principal atração do shopping é um Boeing da extinta companhia aérea Vasp, transformado em área de lazer para crianças. O Só Marcas Containers tem 67 containers marítimos recicláveis, pintados das mais variadas cores vibrantes, que abrigarão lojas de grandes marcas nacionais, com preços baixos e descontos de outlet trazendo um conceito de varejo muito bacana, alternativo e descontraído.

Os containers foram instalados em dois andares. Eles receberam uma cobertura em lona, e foram dispostos de forma a gerar um fluxo agradável. Serão utilizadas várias técnicas de sustentabilidade como: painéis solares, captação e reaproveitamento de água de chuva, carro elétrico para o transporte de clientes, grama sintética que dispensa a rega, reciclagem de resíduos, deck e banco de paletts reaproveitados, entre outros.

Além do Boieng-737-200, arrematado num leilão da antiga VASP, Um helicóptero que serviu na Guerra do Vietnã também vai compor o Espaço Kids. Toda a área tem 25 mil metros quadrados. O avião estava abandonado em Confins (MG), e estava sem os motores. Desde a última quinta-feira, quando foi aberto, milhares de pessoas estão indo ao shopping para ver de perto a aeronave.

O shopping contará com 30 lojas de marcas, cafeteria e espaço para eventos, onde são realizados mensalmente grandes shows, além de um Feirão de carros que já acontece todos os domingos. O empreendimento pertence ao empresário Mário Valadares, que ajudou a Prefeitura de Belo Horizonte a retirar milhares de camelôs das ruas. Eles foram trabalhar no shoppings populares, entre eles o Oiapoque.

O shopping fica na Avenida Babita Camargos, 1.295, em Contagem, a 20 minutos de distância de Belo Horizonte.

Boeing faz acordo com governo americano

A fabricante de aviões Boeing se comprometeu a pagar 12 milhões de dólares ao governo dos Estados Unidos e a melhorar o respeito a certas normas de segurança, segundo um acordo revelado pela Administração Federal de Aviação (FAA).

Além do pagamento de 12 milhões de dólares, a empresa americana "se comprometeu a aplicar e a melhorar vários processos de certificação para aperfeiçoar ainda mais a navegabilidade e a conformidade às normas em todos os produtos", afirmou a agência em um comunicado.

A Boeing estava na mira das autoridades por ter demorado a fornecer informações sobre os equipamentos necessários para reduzir os riscos de incêndio nos tanques de combustível dos aviões 747 e 757, indicou a FAA.

Apesar da segurança dos aviões de Boeing nunca ter sido considerada sob ameaça, a FAA informou que a empresa pode sofrer penas adicionais de 24 milhões de dólares se não respeitar os termos do acordo.

"É imperativo que todos respeitem as regras estritas de segurança de nosso sistema aéreo", afirmou o secretário americano dos Transportes, Anthony Foxx.

A Boeing celebrou o acordo em um comunicado e destacou que reflete "o profundo compromisso com a segurança, a qualidade e o respeito das normas".

sábado, 19 de dezembro de 2015

Delta encomenda aviões da Embraer e Boeing

A Delta Air Lines anunciou a inclusão de até 20 aeronaves Embraer 190s e 20 novos Boeing 737900ERS à sua frota, com o objetivo de melhorar sua eficiência ao mesmo tempo em que reduz a utilização de pequenas aeronaves regionais.

As novas aquisições foram feitas por meio de um novo acordo com a The Boeing Company, e a Delta encontrou nele razões econômicas mais convincentes do que em outro pedido anterior, que também incluía jatos E190 com a Boeing.

"Esta encomenda de aeronaves é outro exemplo da estratégia de frota exclusiva da Delta, ao implantar uma combinação de aeronaves novas e usadas, mantendo baixos custos de capital e alavancando uma significativa flexibilidade na capacidade, além de produzir retornos superiores para nossos acionistas", afirma o vice presidente sênior de Gestão da Cadeia de Suprimentos da Delta, disse Greg May.

Os Boeing 737-900ER adicionais elevarão o total da frota da Delta para 120, em 2019. A aeronave apresenta amplos compartimentos superiores e 20 assentos com entretenimento de áudio/vídeo no encosto das poltronas na First Class, 21 assentos na Delta Comfort + e 139 assentos na Main Cabin.

Já o design da cabine da Embraer no E190, previsto para voar em 2017, inclui assentos em configuração 2x2 em toda a Main Cabin, 1x2 na First Class e amplos compartimentos superiores.

Amazon pretende fretar 20 Boeings 767

A Amazon.com está negociando fretar 20 aviões 767 da Boeing para começar seu próprio serviço de entregas aéreas no mês que vem, buscando evitar a demora de linhas aéreas terceirizadas, disse o Seattle Times, citando executivos da indústria de cargas.

A Amazon aprovou vários locadores de aviões, disse o jornal nesta sexta-feira, citando um executivo de uma empresa de fretamento de aeronaves familiarizado com o assunto.

A gigante de e-commerce conversou com Air Transport Services Group (ATSG), Atlas Air e Kalitta Air, disse o Seattle Times.

A Amazon espera ir além de seu projeto de triagem em Wilmington, Ohio, operado pela ATSG, e começar uma operação maior de cargas aéreas até o fim de janeiro, disse o jornal.

ATSG e Kalitta Air não puderam ser imediatamente contatados para comentar. Amazon, Boeing e Atlas Air não quiseram comentar.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Rest in peace B747

O tempo está se esgotando para o icônico Boeing 747. O jato que um dia já foi chamado de “Rainha dos Céus”, está caminhando para um possível fim da linha devido a falta de pedidos. A fabricante norte-americana tem encomendas para seguir produzindo a aeronave até somente 2017. Após isso, se nenhuma unidade for vendida, a Boeing terá de tomar providências em relação ao seu produto mais famoso e que já foi tão importante para a aviação de longo curso.

O célebre Jumbo vem perdendo espaço no cenário atual da aviação, que vem preferindo aeronaves bimotores, como o Boeing 777 ou o Airbus A350. Essas aviões podem cobrir praticamente a mesma distância de voo do 747 consumindo menos combustível e atingindo melhores índices de ocupação, pois têm cabines menores.

Devido a queda nas vendas, a Boeing vem reduzindo sistematicamente o ritmo de produção do 747. Neste ano, por exemplo, foram vendidos apenas dois aparelhos e outros 18 foram entregues – A partir de março de 2016, a fabricante confirmou que vai montar apenas um 747 por mês.

Esse resultado recente nem de longe lembra o desempenho das décadas de 1980 e 1990, quando a empresa acumulava dezenas ou até centenas de pedidos pelo jato – em 1990, o melhor ano do Jumbo, a Boeing recebeu 122 pedidos e entregou 70 unidades da aeronave.

Ironicamente, os dois Jumbos vendidos neste ano (ambos modelos de carga) foram bancados pela própria Boeing, que em seguida os alugou a companhia russa AirBridgeCargo Airlines

O 747-800, versão mais recente da série, apesar dos avanços não vem conseguindo uma boa clientela. Em quatro anos, a Boeing vendeu apenas 121 jatos. A versão anterior, o 747-400, superou as 700 unidades entregues, em versões de passageiro e de carga.

Falando em carga, esse é o segmento que está mantendo o Jumbo vivo. A maioria dos pedidos pela geração mais recente do modelo é para a versão de cargueira, que pode transportar 100 toneladas de cargas em um único voo. O principal interessado no Jumbo cargueiro é justamente a AirBridgeCargo Airlines, que se comprometeu a comprar até 18 modelos 747-800 até 2022. No entanto, não são “pedidos firmes”. Ou seja, ainda não foram pagos.

O interesse da empresa russa, porém, é visto com certa cautela pela Boeing. Assim como o Brasil, a Rússia também está enfrentando uma dura crise econômica que já resultou na desvalorização de 60% do rublo, a moeda local. Com essas condições, a promessa da empresa poderá ser um tanto desafiadora de se cumprir, já que cada Jumbo custa US$ 380 milhões.

Até mesmo o governo dos EUA planeja substituir o 747 presidencial, o Air Force One, por uma aeronave menor e com menores custos de operação.

Pelas contas da Boeing, cerca de 250 modelos 747, a maioria versões de carga, caminham para a aposentadoria nos próximos 10 anos e precisão de substitutos com a mesma capacidade. “Enquanto existir a demanda, nós vamos continuar a construir o avião”, afirmou Randy Tinseth, vice-presidente da marketing da Boeing, ao site The National.

O Boeing 747 não é o único “gigante” que está enfrentando problemas para emplacar no mercado da aviação. O Airbus A380, maior avião de passageiros do mundo, não recebe uma encomenda desde 2014 e a versão de carga, o A380F, até hoje não teve nenhum interessado.

O ritmo de entrega do A380, por outro lado, está melhor que o do 747. A Airbus tem encomendas para pelo menos 10 anos de produção.

Atualmente, os únicos aviões equipados com quatro motores a jato são o Boeing 747, A380 e o Ilyushin Il-96, fabricado na Rússia. O A340, que foi um dos quadrirreatores de maior sucesso da aviação mundial, teve sua produção encerrada em 2011.

Global Traveler entrega prêmio aos melhores da aviação

A Airbus levou o título de melhor aeronave da revista Global Traveler com o seu A380. A vitória marca a primeira vez que o prêmio é entregue para uma aeronave que não seja fabricada pela Boeing.
O A380 é a maior aeronave de passageiros, oferecendo 544 assentos na configuração típica de quatro classes nos dois andares. A Emirates quebrou esse recorde recentemente com seu novo A380 para 615 passageiros, retirando a primeira classe e ampliando a executiva e a economy.
Atualmente, nenhuma companhia nas Américas possui o grande jato, de acordo com a Airbus, mas a família A320 é usada por muitas das principais companhias, incluindo Frontier Airlines, JetBlue, Delta Air Lines, United Airlines, American, Virgin America, Lan, Avianca e TAM. desde que foi lançado em 2007, o A380 já teve 176 entregas para 12 companhias no mundo todo.
 No ano passado, quem levou o prêmio foi o 787 Dremliner, da Boeing.

Além do prêmio de melhor aeronave, a Global Traveler entregou o prêmio em mais 50 categorias no ramo do turismo, incluindo melhor site de companhia aérea (jetblue.com ); melhor primeira classe doméstica [nos Estados Unidos](Virgin America); melhor programa de milhagem geral (United Mileage Plus); melhor aeroporto na América do norte (Chicago O'Hare) e melhor ompanhia aérea do mundo (Singapore Airlines).

O prêmio foi entregue aos ganhadores na última quinta-feira durante a cerimônia na península Beverly Hills. A lista com todos os ganhadores está disponível em globaltraveler.com

Melhor companhia aérea do mundo

1º Singapore Airlines
2º Asiana Airlines / United Airlines
3º Emirates
4º Etihad Airways

Melhor companhia aérea na América do Norte

1º Delta Air Lines
2º American Airlines
3º United Airlines
4º Air Canada
5º Virgin America


Melhor Aeronave

1º Airbus A380
2º Boeing 787
3º Boeing 777
4º Airbus A330
5º Boeing 747

Melhor Serviço de Bordo

1º Alitalia
2º Asiana Airlines
3º Etihad Airways
4º Brussels Airlines
5º Cathay Pacific Airways


Melhor programa de milhagem

1º United MileagePlus
2º American Airlines AAdvantage
3º Delta Air Lines SkyMiles
4º Alaska Airlines Mileage Plan
5º JetBlue TrueBlue

Melhor companhia aérea da América do Sul

LAN Airlines

Melhor companhia aérea da Europa

TAP / Air Berlin



segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Achou!!!!!!!!!!!!!!

Os três aviões Boeing 747 que o operador do aeroporto internacional de Kuala Lumpur declarou abandonados no interior do seu recinto pertencem à companhia aérea malaia SWIFT Air Cargo.

O diretor executivo da transportadora aérea, Blue Peterson, afirmou ao jornal local "The Star" que a empresa é dona dos três aparelhos desde 8 de julho deste ano e culpou a operadora Malaysia Airports Holdings Bhd (MAHB) pelo mal-entendido.

"A MAHB, por alguma razão desconhecida, recusou reconhecer que a SWIFT é proprietária dos aviões, apesar de termos todos os documentos, incluído o contrato de compra e venda", detalhou.

O operador do aeroporto internacional de Kuala Lumpur publicou um anúncio, na segunda-feira, na seção de classificados do jornal "The Star", em que dava ao dono dos três aviões do modelo Boeing um prazo de 14 dias para reclamar a sua propriedade.

Segundo o anúncio, caso ninguém aparecesse nesse prazo, as autoridades "reservavam-se no direito de vender ou dispor dos aviões".

A SWIFT Air Cargo é uma empresa de transporte de mercadorias domiciliada em Kuala Lumpur que está em fase de regularizar a sua situação para iniciar as operações, segundo as informações constantes do seu site na Internet.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Air France aposentará seus 747

A Air France não vai mais voar com o Boeing 747. A companhia aérea francesa anunciou hoje que vai desativar os quatro Jumbos que restam em sua frota em 2016. O último voo comercial da aeronave com a empresa já está até programado: o jato vai se despedir no dia 11 de janeiro, na rota Cidade do México – Paris.

A companhia também vai realizar um voo de despedida na França, no dia 14 de janeiro. O voo, que recebeu o número “AF747”, vai decolar com passageiros convidados do aeroporto Charles de Gaulle, na capital francesa, sobrevoar os principais marcos da cidade e em seguida retornar.

A Air France, ao lado da extinta Pam Am, foi uma das primeiras companhias aéreas a receber o Boeing 747, em 1970. Nesses 45 anos, a empresa operou 52 Jumbos de diferentes versões. A companhia voou com todas as versões do 747, com exceção das séries 747 SP e o 747-800, a versão mais recente do jato de longo curso da Boeing – que os franceses rejeitaram.

Os últimos Jumbos da Air France, modelos da série 747-400, serão substituídos a princípio pelo Boeing 777-300ER, jato com menor capacidade de passageiros, mas com custos de operação e manutenção mais baixos. Além disso, a companhia definiu que o Airbus A380 será o seu único jato de grande porte – a empresa opera 10 modelos A380 e tem mais dois encomendados.

Com os altos preços dos combustíveis e diminuição da ocupação das aeronaves, jatos de grande porte estão perdendo espaço no mercado. O 747-800, por exemplo, nem de longe está conseguindo repetir o desempenho de vendas das séries anteriores. A versão mais recente do Jumbo, lançada em 2008 , teve pouco mais de 100 pedidos até o momento, enquanto o modelo anterior, o 747-400, passou das 600 unidades entregues em 20 anos.

O panorama atual da aviação comercial de longo curso é mais adequado às aeronaves com dois motores, como o Boeing 787 e o Airbus A350. Esses jatos, que comportam até 320 passageiros, acompanham melhor a demanda de ocupação e assim têm mais chances de serem rentáveis. O 747, com quatro turbofans, gasta mais combustível e tem maiores chances de decolar parcialmente vazio, o que causa enormes prejuízos às companhias aéreas.

Mas esse problema não é exclusivo do Boeing 747. O Airbus A380, atualmente o maior avião de passageiros do mundo, também é outro “gigante” que está enfrentando dificuldades para emplacar no mercado. Caro na hora da compra e mais ainda para operar, o jato da Airbus está se tornando um problema para algumas empresas, que não conseguem balancear a demanda de ocupação com os custos da aeronave, que pode voar com mais de 400 passageiros a bordo.

O A380, por outro lado, está ganhando do 747 nesse conturbado nicho da aviação com uma larga vantagem. O modelo da Airbus tem 317 encomendas, contra 121 pedidos pelo Jumbo. As duas fabricantes, no entanto, não conseguiram vender uma única unidade de seus jatos de grande porte neste ano – os últimos pedidos pela dupla foram realizados em 2014.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Nova companhia aérea do Uruguai, Alas Uruguay


Alas Uruguay, a empresa fundada pelo ex-trabalhadores da falida Pluna, anunciou em seu site o início das operações de seus voos. No dia 21 de dezembro será a primeira viagem.

No último dia 31 de outubro, a Dirección Nacional de Aviación Civil y Infraestructura Aeronáutica entregou a companhia o certificado de Operador Aéreo.

Desde segunda-feira, ao entrar no site da companhia, pode-se ler a seguinte mensagem:

"Estimado passageiro:

Nos orgulha informar-lhes que nos próximos dias começaremos, através de nossos diferentes canais de venda, a comercialização de tickets para os diferentes destinos. Ainda assim, lhes informamos que o início de nossas operações está programado para o próximo dia 21 de dezembro de 2015.

Desde já agradecemos sua paciência e esperamos encontrá-los em nossos voos.

ALAS Uruguay"

Alas Uruguay oferecerá voos a Buenos Aires, Rio de Janeiro, São Paulo, Punta del Este, Santiago e Assunção. segundo as informações, Assunção no Paraguai será o destino do primeiro voo da empresa, porque é o único destino que a empresa tem habilitação no momento.

"Para onde voaremos? Onde temos autorização. No Paraguai e na Argentina, os tramites já estão bem avançados" disse Sergio Riolfo, gerente de Aeroportos e serviços ao passageiro da Alas Uruguay. "A intenção é voar e começar os voos o quanto antes, e vamos começar com o que temos, não é o mais conveniente, mas temos que começar."

A empresa de aviação uruguaia Pluna deixou de voar em julho de 2012 por problemas financeiros, mas a maioria de seus funcionários mantiveram contato e conseguiram apoio necessário para criar a Alas Uruguay.

Em maio de 2014, os antigos empregados se juntaram numa sociedade civil e alcançaram um acordo com o governo que lhes concedeu uma linha de crédito de US$15 milhões de dólares do Fondo para el Desarrollo (Fondes), que serviu para colocar a Alas Uruguay na pista.
A companhia conta com  três Boeing 737-300, com capacidade para transportar 132 passageiros, que sofreram alterações nas asas para receber os winglets, sendo que dois são provenientes da Ucrânia e um dos Estados Unidos.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Alguém aí conhece o dono???

As autoridades aeroportuárias da Malásia publicaram um anúncio na imprensa local para buscar os proprietários de três Boeing 747 abandonados no principal aeroporto do país.

"Se não recolherem os aviões em um período de 14 dias a partir da data deste anúncio nos reservamos o direito de vender ou dispor dos aviões", afirma um anúncio publicado na segunda-feira no jornal The Star.

O país, ainda marcado pelo misterioso desaparecimento em março de 2014 de um avião da Malasia Airlines, se encontra agora na situação contrária de buscar os proprietários de três aviões modelo 747-200F.

"Não sei por que os proprietários não estão respondendo. Podem existir muitas razões. Pode ser porque não têm dinheiro para continuar com as operações", disse Zainol Mohd Isa, responsável da Malaysia Airports, que administra o aeroporto de Kuala Lumpur, o mais importante do país, e indicou que os aviões não são malaios.

As autoridades também querem que os proprietários paguem direitos de aterrissagem e estacionamento no aeroporto até 21 de dezembro. Se não o fizerem, garantem que leiloarão as aeronaves ou as levarão para ser desmanteladas.

737 MAX 8 está pronto e deve iniciar seus testes em janeiro

A Boeing concluiu nesta terça-feira (8), na planta de Renton, em Washington, a montagem final do primeiro 737 MAX 8, a nova geração do principal jato de passageiros da fabricante norte-americana. O modelo, que será utilizado no programa de testes de certificação no decorrer do próximo ano, foi batizado de “Spirit of Renton” (“Espírito de Renton”).

O principal destaque do novo 737 será seu consumo de combustível 20% inferior ao dos modelos da geração passada e, segundo a Boeing, os menores custos operacionais do mercado. A fabricante afirma que o custo por assento do 737 MAX é 8% menor que o do A320neo, a nova geração dos populares jatos da Airbus que também está na fase final de desenvolvimento. O novo aparelho deve voar no início de 2016, informou a fabricante.

O 737 MAX 8 é o primeiro membro da nova família de aeronaves de corredor único da Boeing, composta pelo 737 MAX 7, MAX 8, MAX 200 e MAX 9, a ser produzido. A família 737 MAX tem quase 3.000 encomendas de 60 clientes do mundo todo.

“O dia de hoje marca mais uma conquista importante do nosso time, alcançada em conjunto, dentro do prazo e conforme o planejado”, diz Keith Leverkuhn, vice-presidente e diretor geral do programa 737 MAX. “Com o lançamento do novo 737 MAX, a primeira aeronave do segundo século da Boeing, nossa equipe está preservando um legado incrível e, ao mesmo tempo, levando o 737 a um novo patamar de desempenho”, completou.

A primeira entrega do 737 MAX está programada para o terceiro trimestre de 2017, a companhia norte-americana Southwest Airlines. No Brasil, a Gol já confirmou sua intenção em adquirir em breve a nova geração do 737.

Airbus deve ganhar disputa de vendas com a Boeing deste ano

As encomendas da Airbus superaram mil aeronaves entre janeiro e novembro, colocando a fabricante europeia a caminho de vencer a corrida anual de pedidos contra a Boeing, mas a rival norte-americana segue na frente em aviões entregues.

A principal unidade de fabricação de aviões do grupo Airbus disse nesta segunda-feira que vendeu 169 aeronaves em novembro, o que levará o total bruto de pedidos este ano para 1.079.

Ajustado aos cancelamentos e conversões de modelos, que foram de 12 em novembro, a Airbus teve 1.007 pedidos líquidos. A Boeing teve 655 pedidos brutos no ano até 2 de dezembro, ou 568 pedidos líquidos após cancelamentos e conversões.

A Airbus teve 556 entregas de aeronaves nos primeiros 11 meses, incluindo 10 de seu mais novo jato, o A350, e 24 do maior avião de passageiros do mundo, o A380.

A Boeing, contudo, com 709 entregas no período, deve manter seu posto de maior fabricante de aeronaves do mundo em 2015.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Boeign confirma o 787-10

O 787-10 é grande apenas em tamanho; a autonomia do modelo será o menor da série.

A Boeing anunciou nessa quarta-feira (2) ter concluído o projeto do 787-10. Isso significa que a nova aeronave, que será a terceira versão e a de maior capacidade da família Dreamliner, está pronta para ser produzida em série. Segundo a fabricante, a montagem da primeira fuselagem começa no início do próximo ano, em Everett, Washington, nos Estados Unidos.

O design e a construção do 787-10 é “95% idêntico” ao do 787-9, explicou a Boeing. “Nós otimizamos o projeto para as necessidades do mercado e estamos animados e ansiosos para a produção”, afirma Ken Sanger, vice-presidente de desenvolvimento do Boeing 787. A necessidade citada pelo executivo é pelo transporte de mais passageiros e não necessariamente por maiores distâncias.

O novo 787-10 será o maior da série, com 68 metros de comprimento , e também o mais pesado, podendo decolar com cerca de 250 toneladas – a versão 787-9 tem 63 m e pesa 244 t. No entanto, a ampliação da fuselagem vai aumentar a capacidade de passageiros e reduzir o alcance da aeronave em relação as versões 787-8 e 787-9.

O 787-10 vai poder transportar até 323 passageiros e cobrir uma distância máxima de 12.000 km. O 787-9, por outro lado, tem capacidade para 290 ocupantes e pode voar por mais de 14.000 km. O maior alcance do modelo “9” é justificado por suas asas maiores, com 63 metros de envergadura, o que permite armazenar mais combustível. Já as asas do 787-10 tem 60 m de uma ponta a outra, portanto com tanques menores.

Essa configuração fará do 787-10 uma aeronave ideal para trechos de média distância e com alta demanda de passageiros. Além disso, o novo jato da Boeing apresenta vantagens significativas em consumo de combustível e custos com manutenção mais baixos em relação a aeronaves da geração anterior.

Como informou a Boeing, o primeiro voo do novo 787 está programado para meados de 2017 e a primeira entrega deve acontecer em 2018. Mesmo sem sair do papel, o 787-10 já tem 164 pedidos de companhias aéreas do mundo todo, o que representa 14% de todas as encomendas realizadas pelo Dreamliner.

O Boeing 787, considerado um dos jatos comerciais mais modernos da atualidade, estreou no mercado em 2011 com a companhia japonesa ANA. Até outubro deste ano, a fabricante norte-americana entregou 340 unidades do aparelho, nas versões 787-8 e 787-9. O modelo 787-10 é avaliado em cerca de US$ 306 milhões.