A partir de hoje, a aeronave PR-AUQ da Azul Linhas Aéreas, modelo Embraer 195, passa a operar com pintura especial em parceria com a Sky. A customização marca a oferta da TV Sky Ao Vivo nos voos domésticos da companhia. Essa é a primeira vez do produto no mercado de aviação da América Latina.
O produto está presente em 70 aeronaves da aérea com cerca de 40 canais transmitidos diariamente. “A variada programação permite que todos os viajantes encontrem uma atração de acordo com seu gosto. O recebimento desta aeronave envelopada com a marca Sky é a celebração de uma parceria que se renova”, comentou a diretora de Marketing e Comunicação da Azul, Claudia Fernandes.
O diretor de Marketing da Sky, Alex Rocco, também falou sobre a iniciativa. “Esta é uma parceria que tem muito do DNA inovador da SKY. Estamos muito felizes por poder ampliar esse projeto, inédito no Brasil, que agrega valor à viagem dos passageiros da Azul levando programação da SKY ao vivo e em pleno voo para todos os perfis de público.”
Senhoras e Senhores, Bem vindos ao blog "Aerovias News". Observem o número da poltrona no cartão de embarque, e acomode-se confortavelmente. Junto as saídas de emergência, não é permitida a acomodação de crianças ou colocação de bagagens. Acomodem a bagagem de mão no compartimento acima ou embaixo da poltrona à sua frente. Lembramos que os pertences de mão trazidos a bordo são de responsabilidade dos clientes. Obrigado por sua leitura!
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Brasil tem um dos setores aéreos mais pontuais do mundo
Brasil aparece no topo de ranking mundial de pontualidade na aviação, segundo pesquisa realizada por agência britânica especialista no setor.
Aeroportos e companhias aéreas brasileiras estão entre os mais pontuais da aviação mundial, aponta pesquisa da consultoria britânica OAG, especializada em inteligência de mercado de aviação. O relatório Liga da Pontualidade 2015 mostra que os principais aeródromos do Brasil obtiveram alguns dos melhores índices globais em diversas categorias da pesquisa, à frente, inclusive, de grandes terminais estrangeiros.
Na categoria dos maiores do mundo (mais de 20 milhões de passageiros/ano), Guarulhos aparece como o terceiro mais pontual (87,5%). Entre os 20 aeroportos com o maior número de conexões potenciais entre voos – os chamados megahubs – Congonhas ocupa a segunda posição no ranking, e Guarulhos vem logo após, em terceiro lugar.
De acordo com o diretor do Departamento de Gestão Aeroportuária da Secretaria de Aviação da Presidência da República, Paulo Henrique Possas, o resultado é um símbolo do patamar de qualidade das operações do setor aéreo no País. "Os índices de pontualidade da Operação Fim de Ano, que é exatamente um momento de alta demanda, mostra que o desempenho dos nossos aeroportos não só batem recordes nacionais como superam marcas de importantes terminais do mundo. É um reconhecimento do trabalho que companhias aéreas, gestores, operadores e governo vêm fazendo de maneira cada vez mais integrada", analisa Possas.
Na categoria de pequenos aeroportos mundiais (oferta total anual de assentos inferior a 10 milhões), Porto Alegre (87,6% de pontualidade) e Curitiba (87,4%) aparecem entre os mais pontuais nas 17ª e 20ª posições, respectivamente. Entre os aeroportos de médio porte (com 10 e 20 milhões de assentos ofertados no ano), estão Congonhas, na 6ª posição, com 87,8%; Brasília, em 13º lugar, com 85,5%; e Rio de Janeiro, em 20º, com 83,5%.
Entre as 20 maiores companhias aéreas mais pontuais do mundo em 2015, a Azul aparece em terceiro lugar, com 91% de pontualidade, e a Tam Linhas Aéreas em sétimo, com 89,5%. Na categoria de empresas de baixo custo (LCC Category), a Azul ocupa o primeiro lugar (91%), seguida pela Gol, em terceiro (86,4%), e pela Avianca, que ficou na 9ª posição (83,9%).
No recorte por regiões, as quatro grandes empresas aéreas brasileiras aparecem entre as seis transportadoras mais pontuais da América Latina em 2015. O índice de pontualidade é medido para operações (partidas e chegadas) realizadas com até 15 minutos de atraso em relação ao horário programado dos voos.
O estudo considera uma base de dados de 50 milhões de voos realizados por mais de 900 companhias aéreas em mais de 4 mil aeroportos. Entram nas análises empresas e aeroportos que tenham fornecido à OAG ao menos 80% das estatísticas de todos os voos regulares operados em 2015.
O resultado demonstra, segundo a pesquisa, uma melhoria continuada na pontualidade graças a aprimoramentos tecnológicos, de procedimentos e pela evolução técnica e profissional de companhias e operadores aeroportuários. É possível perceber também a entrada de novos líderes em cada categoria
Aeroportos e companhias aéreas brasileiras estão entre os mais pontuais da aviação mundial, aponta pesquisa da consultoria britânica OAG, especializada em inteligência de mercado de aviação. O relatório Liga da Pontualidade 2015 mostra que os principais aeródromos do Brasil obtiveram alguns dos melhores índices globais em diversas categorias da pesquisa, à frente, inclusive, de grandes terminais estrangeiros.
Na categoria dos maiores do mundo (mais de 20 milhões de passageiros/ano), Guarulhos aparece como o terceiro mais pontual (87,5%). Entre os 20 aeroportos com o maior número de conexões potenciais entre voos – os chamados megahubs – Congonhas ocupa a segunda posição no ranking, e Guarulhos vem logo após, em terceiro lugar.
De acordo com o diretor do Departamento de Gestão Aeroportuária da Secretaria de Aviação da Presidência da República, Paulo Henrique Possas, o resultado é um símbolo do patamar de qualidade das operações do setor aéreo no País. "Os índices de pontualidade da Operação Fim de Ano, que é exatamente um momento de alta demanda, mostra que o desempenho dos nossos aeroportos não só batem recordes nacionais como superam marcas de importantes terminais do mundo. É um reconhecimento do trabalho que companhias aéreas, gestores, operadores e governo vêm fazendo de maneira cada vez mais integrada", analisa Possas.
Na categoria de pequenos aeroportos mundiais (oferta total anual de assentos inferior a 10 milhões), Porto Alegre (87,6% de pontualidade) e Curitiba (87,4%) aparecem entre os mais pontuais nas 17ª e 20ª posições, respectivamente. Entre os aeroportos de médio porte (com 10 e 20 milhões de assentos ofertados no ano), estão Congonhas, na 6ª posição, com 87,8%; Brasília, em 13º lugar, com 85,5%; e Rio de Janeiro, em 20º, com 83,5%.
Entre as 20 maiores companhias aéreas mais pontuais do mundo em 2015, a Azul aparece em terceiro lugar, com 91% de pontualidade, e a Tam Linhas Aéreas em sétimo, com 89,5%. Na categoria de empresas de baixo custo (LCC Category), a Azul ocupa o primeiro lugar (91%), seguida pela Gol, em terceiro (86,4%), e pela Avianca, que ficou na 9ª posição (83,9%).
No recorte por regiões, as quatro grandes empresas aéreas brasileiras aparecem entre as seis transportadoras mais pontuais da América Latina em 2015. O índice de pontualidade é medido para operações (partidas e chegadas) realizadas com até 15 minutos de atraso em relação ao horário programado dos voos.
O estudo considera uma base de dados de 50 milhões de voos realizados por mais de 900 companhias aéreas em mais de 4 mil aeroportos. Entram nas análises empresas e aeroportos que tenham fornecido à OAG ao menos 80% das estatísticas de todos os voos regulares operados em 2015.
O resultado demonstra, segundo a pesquisa, uma melhoria continuada na pontualidade graças a aprimoramentos tecnológicos, de procedimentos e pela evolução técnica e profissional de companhias e operadores aeroportuários. É possível perceber também a entrada de novos líderes em cada categoria
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
Azul Viagens terá voos dedicados
A partir da segunda quinzena de março, a Azul Viagens, operadora de turismo da Azul Linhas Aéreas Brasileiras, terá voos semanais dedicados aos sábados que ligarão São Paulo (Congonhas) a Salvador, Porto Seguro, Recife, Maceió e Natal, assim como de Guarulhos a Fortaleza. Todas as operações foram solicitadas à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e poderão passar por ajustes de horários – as ligações para a capital cearense estreiam dia 19, e para a capital baiana, dia 26. Os demais voos decolam a partir de 2 de abril.
As frequências serão operadas pelos modernos jatos Embraer 195, equipados com 118 assentos e TV ao vivo. Além de contar com o já consagrado serviço de bordo, os clientes que decolam dos aeroportos de São Paulo, Campinas e Belo Horizonte contam com um diferencial: a oferta de maçã.
“Vamos estender nossa atuação em Congonhas e Guarulhos com a oferta de alguns dos destinos turísticos mais procurados pelos brasileiros. Os voos da Azul para Fortaleza, Salvador, Porto Seguro, Recife, Maceió e Natal serão a mais nova e cômoda opção, sobretudo, aos clientes que partem da capital paulista, mas também amplia o leque a quem chega de outras cidades em conexões”, afirmou o diretor da Azul Viagens, Marcelo Bento.
As passagens, assim como os roteiros da Azul Viagens, serão colocados à venda assim que os voos receberem aprovação da Anac. Ainda que sejam ligações dedicadas à operadora de turismo da Azul, clientes que não viajarão por meio de pacotes poderão adquirir bilhetes para estas rotas.
Entre destinos nordestinos, Porto Seguro e Ilhéus já contam com voos regulares da Azul aos sábados com decolagem de Congonhas. Já a partir de Guarulhos, há oferta regular para Salvador e Recife.
As frequências serão operadas pelos modernos jatos Embraer 195, equipados com 118 assentos e TV ao vivo. Além de contar com o já consagrado serviço de bordo, os clientes que decolam dos aeroportos de São Paulo, Campinas e Belo Horizonte contam com um diferencial: a oferta de maçã.
“Vamos estender nossa atuação em Congonhas e Guarulhos com a oferta de alguns dos destinos turísticos mais procurados pelos brasileiros. Os voos da Azul para Fortaleza, Salvador, Porto Seguro, Recife, Maceió e Natal serão a mais nova e cômoda opção, sobretudo, aos clientes que partem da capital paulista, mas também amplia o leque a quem chega de outras cidades em conexões”, afirmou o diretor da Azul Viagens, Marcelo Bento.
As passagens, assim como os roteiros da Azul Viagens, serão colocados à venda assim que os voos receberem aprovação da Anac. Ainda que sejam ligações dedicadas à operadora de turismo da Azul, clientes que não viajarão por meio de pacotes poderão adquirir bilhetes para estas rotas.
Entre destinos nordestinos, Porto Seguro e Ilhéus já contam com voos regulares da Azul aos sábados com decolagem de Congonhas. Já a partir de Guarulhos, há oferta regular para Salvador e Recife.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
Azul e Coca-Cola fazem ação para o Natal
O conto "Uma ponte para Noel", que narra a história de uma criança desejando receber o Natal na sua cidade, em vídeo exibido no voo de Fort Lauderdale/Miami para Campinas em 9 de dezembro, foi a arrancada para a campanha de Natal deste ano da Azul Linhas Aéreas Brasileiras com a Coca-Cola. Depois do curta, uma nova exibição convidava os clientes a bordo deste voo a indicar uma criança de sua família para receber uma carta do Papai Noel.
Ao todo, 110 crianças receberão, até o Natal, uma caixa com uma garrafa da Coca-Cola, que terá dentro dela uma carta feita por um calígrafo, como se fosse escrita pelo Papai Noel. Todas as correspondências são personalizadas, para que os homenageados se identifiquem com a mensagem.
“As crianças merecem essa lembrança da Azul e da Coca-Cola. São eles alguns dos Clientes mais especiais que temos a bordo e temos certeza de que faremos o Natal deles ainda mais incrível. Esta ação ajuda a espalhar o espírito de Natal por todo o Brasil, assim como já fazemos com nossos clientes, que podem chegar a todas as regiões do país por meio da ampla malha aérea da empresa”, afirma Claudia Fernandes, diretora de Marketing e Comunicação da Azul.
“A iniciativa faz parte do conjunto de experiências que a Coca-Cola preparou para esse Natal. Tanto o conto que lançamos este ano quanto a parceria com a Azul têm em comum a nossa busca em proporcionar momentos memoráveis de felicidade para o consumidor”, conta Alfonso Saiz Aranda, diretor para Grandes Clientes da Coca-Cola.
A Azul e a Coca-Cola registraram a entrega da carta a quatro famílias. A comissária de bordo da companhia, Herica Fabiana Martins, foi a “ajudante de Papai Noel” e distribuiu as garrafas.
Ao todo, 110 crianças receberão, até o Natal, uma caixa com uma garrafa da Coca-Cola, que terá dentro dela uma carta feita por um calígrafo, como se fosse escrita pelo Papai Noel. Todas as correspondências são personalizadas, para que os homenageados se identifiquem com a mensagem.
“As crianças merecem essa lembrança da Azul e da Coca-Cola. São eles alguns dos Clientes mais especiais que temos a bordo e temos certeza de que faremos o Natal deles ainda mais incrível. Esta ação ajuda a espalhar o espírito de Natal por todo o Brasil, assim como já fazemos com nossos clientes, que podem chegar a todas as regiões do país por meio da ampla malha aérea da empresa”, afirma Claudia Fernandes, diretora de Marketing e Comunicação da Azul.
“A iniciativa faz parte do conjunto de experiências que a Coca-Cola preparou para esse Natal. Tanto o conto que lançamos este ano quanto a parceria com a Azul têm em comum a nossa busca em proporcionar momentos memoráveis de felicidade para o consumidor”, conta Alfonso Saiz Aranda, diretor para Grandes Clientes da Coca-Cola.
A Azul e a Coca-Cola registraram a entrega da carta a quatro famílias. A comissária de bordo da companhia, Herica Fabiana Martins, foi a “ajudante de Papai Noel” e distribuiu as garrafas.
sábado, 19 de dezembro de 2015
Azul inaugura espaço kids
A partir de agora, o Terminal 1 do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), conta com o Espaço Kids da Azul Linhas Aéreas. O ambiente gratuito é o primeiro do Brasil com essas características e faz parte da Operação Verão da aérea.
Os viajantes mirins podem usufruir de brinquedos, jogos, desenhos para colorir do Cartoon Network e mais enquanto esperam seus voos para os Estados Unidos e Punta del Este (Uruguai). As empresas também investiram nos brindes a bordo das aeronaves que partem do Terminal. Máscaras de dormir da coleção Hora de Aventura e squeezes, por exemplo, já começaram a ser distribuídos.
“É muito especial para a Azul ter as crianças a bordo de nossas aeronaves. Pensando nisso, queremos ampliar a experiência do público infantil, com opções que garantem o entretenimento com diversas opções de atividades", disse a diretora de Marketing e Comunicação da companhia, Claudia Fernandes. "Assim, as férias de verão nos Estados Unidos já começam a ficar animadas antes mesmo da chegada em solo norte-americano”, completou.
HORÁRIOS
O Espaço Kids funciona todos os dias entre 7h40 e 13h30 e das 21h40 às 23h40.
Os viajantes mirins podem usufruir de brinquedos, jogos, desenhos para colorir do Cartoon Network e mais enquanto esperam seus voos para os Estados Unidos e Punta del Este (Uruguai). As empresas também investiram nos brindes a bordo das aeronaves que partem do Terminal. Máscaras de dormir da coleção Hora de Aventura e squeezes, por exemplo, já começaram a ser distribuídos.
“É muito especial para a Azul ter as crianças a bordo de nossas aeronaves. Pensando nisso, queremos ampliar a experiência do público infantil, com opções que garantem o entretenimento com diversas opções de atividades", disse a diretora de Marketing e Comunicação da companhia, Claudia Fernandes. "Assim, as férias de verão nos Estados Unidos já começam a ficar animadas antes mesmo da chegada em solo norte-americano”, completou.
HORÁRIOS
O Espaço Kids funciona todos os dias entre 7h40 e 13h30 e das 21h40 às 23h40.
Azul começa a voar para Punta Del Este
O luxo deu o tom do primeiro voo da Azul Linhas Aéreas para Punta Del Este, no Uruguai. Para celebrar o lançamento, a companhia serviu os viajantes com bebidas importadas à vontade. As aeronaves com destino à cidade partiram de Campinas (SP) e Porto Alegre com ocupação máxima e foram recebidas com batismo pelos tradicionais jatos d´água.
“O toque especial destes voos já coloca todos os clientes no clima de Punta del Este. Trabalhamos detalhadamente sobre o aspecto do uísque Glenfiddich a bordo, de modo a garantir um produto refinado e uma experiência incrível a todos os nossos clientes que aproveitarão a estação no Uruguai”, comentou a diretora de Marketing e Comunicação da Azul, Claudia Fernandes.
O uísque será ofertado em outros voos da aérea para Punta del Este nas duas primeiras semanas de operação, tanto a partir de Campinas quanto de Porto Alegre. Além disso, uma garrafa da bebida será sorteada por voo.
A Azul atuará no destino uruguaio até 14 de fevereiro. Os voos regulares decolam às quintas-feiras e aos domingos do terminal paulista, com jatos Embraer 195, de 118 assentos, e da capital gaúcha, em ATR 72-600, de 70 poltronas. Também foram disponibilizadas frequências extras que atenderão a demanda de Natal, réveillon e carnaval.
“O toque especial destes voos já coloca todos os clientes no clima de Punta del Este. Trabalhamos detalhadamente sobre o aspecto do uísque Glenfiddich a bordo, de modo a garantir um produto refinado e uma experiência incrível a todos os nossos clientes que aproveitarão a estação no Uruguai”, comentou a diretora de Marketing e Comunicação da Azul, Claudia Fernandes.
O uísque será ofertado em outros voos da aérea para Punta del Este nas duas primeiras semanas de operação, tanto a partir de Campinas quanto de Porto Alegre. Além disso, uma garrafa da bebida será sorteada por voo.
A Azul atuará no destino uruguaio até 14 de fevereiro. Os voos regulares decolam às quintas-feiras e aos domingos do terminal paulista, com jatos Embraer 195, de 118 assentos, e da capital gaúcha, em ATR 72-600, de 70 poltronas. Também foram disponibilizadas frequências extras que atenderão a demanda de Natal, réveillon e carnaval.
David Neeleman é o empreendedor do ano
Com a aquisição da companhia aérea portuguesa TAP e as parcerias com o grupo chinês HNA e a americana United Airlines, o empresário reforça o capital da Azul e aumenta a capilaridade da companhia na aviação comercial.
Na quarta-feira 16 dezembro, a Azul Linhas Aéreas comemorou sete anos de operação no Brasil. Ao invés de uma pintura especial numa aeronave, a companhia preferiu contabilizar sua distância percorrida nesse período. Desde a fundação, em 2008, foram quase 800 milhões de quilômetros voados, o que daria para completar 20 mil voltas ao redor da Terra ou cumprir quatro viagens de ida e volta a Marte. Esses são os números que o fundador e CEO David Neeleman mais aprecia.
Desde que criou sua primeira companhia aérea nos EUA, a Morris Air, aos 26 anos de idade, ele decidiu que seu objetivo seria oferecer bilhetes baratos, aviões confortáveis e um bom serviço aos passageiros. Com cerca de 900 voos diários para mais de 100 destinos e mais de 20 milhões de passageiros transportados, a Azul comprova que os planos de Neeleman têm sido bem-sucedidos. Aos 56 anos, o EMPREENDEDOR DO ANO NOS SERVIÇOS pela DINHEIRO mantém o mesmo entusiasmo por novos negócios que tinha no início da sua carreira na aviação comercial.
Em 11 de junho, Neeleman foi o vencedor do leilão da estatal portuguesa TAP, liderando o consórcio que adquiriu 61% do capital da principal aérea de Portugal. O valor de € 10 milhões pagos ao governo foi apenas simbólico. O mais importante foi o plano de negócios apresentado para salvá-la da falência. Ele se comprometeu a investir € 350 milhões para melhorar a TAP, que detém 26% de participação de mercado nos voos entre Brasil e Europa. Uma das primeiras decisões foi encomendar 53 Airbus para renovar a frota envelhecida da empresa aérea, um dos pontos que não combina com o perfil de serviços exigido por Neeleman.
E, até que a dívida de € 1 bilhão seja quitada, ele não poderá tirar qualquer dividendo da empresa. Esse já é descrito por ele como o seu maior desafio profissional. “É um negócio complicado, onde grupos dentro do governo pensam em reestatizar a companhia”, disse Neeleman na quinta-feira 17, após um longo dia de negociações. “Mas mostramos que o melhor é cumprir o contrato porque há muito a fazer e a pensar.” A TAP será fundamental para os planos de expansão da Azul, com o compartilhamento de voos para a Europa e a África.
A entrada do grupo chinês HNA, que abriu o mercado da Ásia, também se mostrou decisiva. Eles aportaram R$ 1,7 bilhão por quase 24% de seu capital. No primeiro semestre, a americana United Airlines já havia adquirido 5% da Azul por US$ 100 milhões. Os negócios fizeram da companhia brasileira a mais capitalizada da América Latina, algo necessário para as dificuldades de 2016. “A crise, infelizmente, não deve melhorar tão cedo, se não piorar um pouco mais”, afirma Neeleman. “Fortalecemos o caixa da empresa, diminuímos os custos e vamos atrás de mais receitas para crescer quando a situação melhorar”.
Na quarta-feira 16 dezembro, a Azul Linhas Aéreas comemorou sete anos de operação no Brasil. Ao invés de uma pintura especial numa aeronave, a companhia preferiu contabilizar sua distância percorrida nesse período. Desde a fundação, em 2008, foram quase 800 milhões de quilômetros voados, o que daria para completar 20 mil voltas ao redor da Terra ou cumprir quatro viagens de ida e volta a Marte. Esses são os números que o fundador e CEO David Neeleman mais aprecia.
Desde que criou sua primeira companhia aérea nos EUA, a Morris Air, aos 26 anos de idade, ele decidiu que seu objetivo seria oferecer bilhetes baratos, aviões confortáveis e um bom serviço aos passageiros. Com cerca de 900 voos diários para mais de 100 destinos e mais de 20 milhões de passageiros transportados, a Azul comprova que os planos de Neeleman têm sido bem-sucedidos. Aos 56 anos, o EMPREENDEDOR DO ANO NOS SERVIÇOS pela DINHEIRO mantém o mesmo entusiasmo por novos negócios que tinha no início da sua carreira na aviação comercial.
Em 11 de junho, Neeleman foi o vencedor do leilão da estatal portuguesa TAP, liderando o consórcio que adquiriu 61% do capital da principal aérea de Portugal. O valor de € 10 milhões pagos ao governo foi apenas simbólico. O mais importante foi o plano de negócios apresentado para salvá-la da falência. Ele se comprometeu a investir € 350 milhões para melhorar a TAP, que detém 26% de participação de mercado nos voos entre Brasil e Europa. Uma das primeiras decisões foi encomendar 53 Airbus para renovar a frota envelhecida da empresa aérea, um dos pontos que não combina com o perfil de serviços exigido por Neeleman.
E, até que a dívida de € 1 bilhão seja quitada, ele não poderá tirar qualquer dividendo da empresa. Esse já é descrito por ele como o seu maior desafio profissional. “É um negócio complicado, onde grupos dentro do governo pensam em reestatizar a companhia”, disse Neeleman na quinta-feira 17, após um longo dia de negociações. “Mas mostramos que o melhor é cumprir o contrato porque há muito a fazer e a pensar.” A TAP será fundamental para os planos de expansão da Azul, com o compartilhamento de voos para a Europa e a África.
A entrada do grupo chinês HNA, que abriu o mercado da Ásia, também se mostrou decisiva. Eles aportaram R$ 1,7 bilhão por quase 24% de seu capital. No primeiro semestre, a americana United Airlines já havia adquirido 5% da Azul por US$ 100 milhões. Os negócios fizeram da companhia brasileira a mais capitalizada da América Latina, algo necessário para as dificuldades de 2016. “A crise, infelizmente, não deve melhorar tão cedo, se não piorar um pouco mais”, afirma Neeleman. “Fortalecemos o caixa da empresa, diminuímos os custos e vamos atrás de mais receitas para crescer quando a situação melhorar”.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
Azul suspenderá rota entre Salvador e Vitória da Conquista
A Azul Linhas Aéreas Brasileiras irá suspender, a partir de 2016, os vôos realizados entre Salvador e Vitória da Conquista. A decisão vale para os trajetos de ida e volta, segundo a assessoria de imprensa da empresa. A data oficial para o encerramento das viagens será 22 de fevereiro do ano que vem e não há previsão de retomada dos traslados. Além disso, não implica, necessariamente, que outro trajeto será adicionado ao aeroporto.
Os clientes que já têm passagens compradas para essa data “serão reacomodados em outras operações da Azul ou terão reembolso integral”, informou a companhia em nota enviada à imprensa. Ainda de acordo com o comunicado, o motivo da mudança “é um ajuste de malha que será efetuado pela companhia”; serão mantidos os vôos entre Vitória da Conquista e o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte (MG) e vice-versa.
Veja a nota na íntegra: "A Azul Linhas Aéreas Brasileiras informa que, a partir de 22 de fevereiro, suspenderá as operações entre Salvador e Vitória da Conquista. O motivo é um ajuste de malha que será efetuado pela companhia. Os voos entre o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte e Vitória da Conquista permanecem inalterados. Clientes que adquiriram passagens para voos após esta data serão reacomodados em outras operações da Azul ou terão reembolso integral. A companhia lamenta eventuais transtornos ocorridos a seus clientes."
Os clientes que já têm passagens compradas para essa data “serão reacomodados em outras operações da Azul ou terão reembolso integral”, informou a companhia em nota enviada à imprensa. Ainda de acordo com o comunicado, o motivo da mudança “é um ajuste de malha que será efetuado pela companhia”; serão mantidos os vôos entre Vitória da Conquista e o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte (MG) e vice-versa.
Veja a nota na íntegra: "A Azul Linhas Aéreas Brasileiras informa que, a partir de 22 de fevereiro, suspenderá as operações entre Salvador e Vitória da Conquista. O motivo é um ajuste de malha que será efetuado pela companhia. Os voos entre o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte e Vitória da Conquista permanecem inalterados. Clientes que adquiriram passagens para voos após esta data serão reacomodados em outras operações da Azul ou terão reembolso integral. A companhia lamenta eventuais transtornos ocorridos a seus clientes."
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
Empresas americanas lucram (e muito) com serviços 'extras' e conforto
Muitos brasileiros podem estar sofrendo com a alta do dólar e deixando de standby viagens internacionais. Mas pelo visto o mercado de aviação americano vai muito bem, obrigado. Isso mesmo! Companhias aéreas domésticas dos Estados Unidos fecharão o ano lucrando bem mais que em 2014.
Segundo pesquisas da empresa IdeaWorksCompany, as taxas extras oferecidas pelas companhias renderão a elas cerca de 40 bilhões de reais só em 2015. Como essas companhias terminarão o ano sem entrar no vermelho, enquanto o mundo entra em um colapso financeiro?
Digamos que essas empresas sabem muito bem vender seu peixe como ninguém. Companhias aéreas buscam sempre enfatizar a vantagem que o consumidor teria ao fazer um upgrade na passagem aérea de Classe Econômica para Econômica Premium por exemplo.
Alaska, American, Delta e United Airlines oferecem o upgrade citado acima. Todos sabemos que em diversos aviões, o tamanho e a distância entre acentos na Econômica vem diminuindo a medida que novas cargas são compradas pelas companhias. Com isso, muitos passageiros acabam sendo obrigados a pagar tais taxas para ter um voo mais confortável com a Econômica Premium.
Além disso, diversas companhias estão cobrando dos passageiros o que antes lhes era dado, como lanches e bebidas. A Delta Airlines por exemplo, oferece um serviço pago chamado Delta Comfort+, que inclui maior espaço para pernas, wi-fi, comida e bebidas, embarque adiantado, acentos na primeira fila e etc.
Além é claro, das famosas taxas de bagagens que sempre foram cobradas e geraram dor de cabeça em passageiros. Brasileiros que o digam não é mesmo? Sempre sofrem, tanto em voos internacionais, quanto em conexões domésticas nos Estados Unidos, com suas enormes malas. O pior é que existem companhias como as pequenas Allegiant e Spirit que se aproveitaram do aumento do público agora no fim do ano e aumentaram suas taxas de bagagem.
Claro que essas mudanças não são bem recebidas pelos passageiros, afinal, agora estão pagando pelo que antes recebiam de graça (ou embutido no preço da passagem). Para tentar melhorar a situação e diminuir a insatisfação do público, companhias aéreas europeias estão tentando oficializar a ideia da criação de diversos pacotes que podem agradar mais ao passageiro, a exemplo de opções simples (só com o valor do assento) até uma taxa que engloba todos os extras oferecidos.
Essa moda também está nas companhias brasileiras, representando um bom faturamento! A TAM oferece há alguns anos o Espaço +, nas fileiras de saída de emergência e na primeira fileira dos aviões em voos domésticos. A Gol renovou o interior de seus aviões, o que proporcionou um aumento no conforto de modo geral nas aeronaves, e ainda assim, criou o Gol+, que são as primeiras fileiras dos aviões da empresa que foram modificadas para proporcionar ainda mais conforto e espaço para as pernas.
A Azul, pioneira do serviço no Brasil, oferece o espaço Azul, que também são fileiras modificadas para proporcionar mais espaço e conforto nos voos para seus clientes. No Brasil, esse tipo de serviço já gera uma boa parte da renda dos voos, mas ainda não de forma expressiva como nos Estados Unidos, talvez, pela falta de um serviço mais completo, como oferecido lá. Só o espaço a mais alivia as pernas num voo longo, no entanto, o brasileiro entende que para o conforto, e consequentemente o valor a mais, é preciso um serviço diferenciado, com mais franquia de bagagem, talvez um wi-fi, e um serviço de bordo decente. Será que as empresas brasileiras estão atentas as demandas reais do mercado?
Segundo pesquisas da empresa IdeaWorksCompany, as taxas extras oferecidas pelas companhias renderão a elas cerca de 40 bilhões de reais só em 2015. Como essas companhias terminarão o ano sem entrar no vermelho, enquanto o mundo entra em um colapso financeiro?
Digamos que essas empresas sabem muito bem vender seu peixe como ninguém. Companhias aéreas buscam sempre enfatizar a vantagem que o consumidor teria ao fazer um upgrade na passagem aérea de Classe Econômica para Econômica Premium por exemplo.
Alaska, American, Delta e United Airlines oferecem o upgrade citado acima. Todos sabemos que em diversos aviões, o tamanho e a distância entre acentos na Econômica vem diminuindo a medida que novas cargas são compradas pelas companhias. Com isso, muitos passageiros acabam sendo obrigados a pagar tais taxas para ter um voo mais confortável com a Econômica Premium.
Além disso, diversas companhias estão cobrando dos passageiros o que antes lhes era dado, como lanches e bebidas. A Delta Airlines por exemplo, oferece um serviço pago chamado Delta Comfort+, que inclui maior espaço para pernas, wi-fi, comida e bebidas, embarque adiantado, acentos na primeira fila e etc.
Além é claro, das famosas taxas de bagagens que sempre foram cobradas e geraram dor de cabeça em passageiros. Brasileiros que o digam não é mesmo? Sempre sofrem, tanto em voos internacionais, quanto em conexões domésticas nos Estados Unidos, com suas enormes malas. O pior é que existem companhias como as pequenas Allegiant e Spirit que se aproveitaram do aumento do público agora no fim do ano e aumentaram suas taxas de bagagem.
Claro que essas mudanças não são bem recebidas pelos passageiros, afinal, agora estão pagando pelo que antes recebiam de graça (ou embutido no preço da passagem). Para tentar melhorar a situação e diminuir a insatisfação do público, companhias aéreas europeias estão tentando oficializar a ideia da criação de diversos pacotes que podem agradar mais ao passageiro, a exemplo de opções simples (só com o valor do assento) até uma taxa que engloba todos os extras oferecidos.
Essa moda também está nas companhias brasileiras, representando um bom faturamento! A TAM oferece há alguns anos o Espaço +, nas fileiras de saída de emergência e na primeira fileira dos aviões em voos domésticos. A Gol renovou o interior de seus aviões, o que proporcionou um aumento no conforto de modo geral nas aeronaves, e ainda assim, criou o Gol+, que são as primeiras fileiras dos aviões da empresa que foram modificadas para proporcionar ainda mais conforto e espaço para as pernas.
A Azul, pioneira do serviço no Brasil, oferece o espaço Azul, que também são fileiras modificadas para proporcionar mais espaço e conforto nos voos para seus clientes. No Brasil, esse tipo de serviço já gera uma boa parte da renda dos voos, mas ainda não de forma expressiva como nos Estados Unidos, talvez, pela falta de um serviço mais completo, como oferecido lá. Só o espaço a mais alivia as pernas num voo longo, no entanto, o brasileiro entende que para o conforto, e consequentemente o valor a mais, é preciso um serviço diferenciado, com mais franquia de bagagem, talvez um wi-fi, e um serviço de bordo decente. Será que as empresas brasileiras estão atentas as demandas reais do mercado?
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Operação Verão
A Azul Linhas Aéreas Brasileiras acaba de estrear a Operação Verão, série de ações gratuitas e inéditas que, até o dia 28 de fevereiro, serão oferecidas com o intuito de melhorar a experiência dos clientes da companhia.
No período da campanha, a empresa oferecerá os snacks exclusivos em operações domésticas – como as novas opções de nachos – e o prolongamento do Happy Hour Azul, em que a empresa distribui a cerveja especial Faxe aos clientes em jatos Embraer 190 e 195 até o dia 12 de fevereiro.
A Azul também anuncia a inclusão, a partir do próximo dia 17, do Espaço Kids na área de embarque internacional do Terminal 1 do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, que terá diversas atrações para os pequenos com destino a Fort Lauderdale/Miami e Orlando, nos Estados Unidos. Além disso, o Cartoon Network, parceiro da companhia no Espaço Kids, também distribuirá cinco mil máscaras de dormir da coleção Hora de Aventura e cinco mil squeezes promocionais para as crianças.
“O clima de verão chegou à Azul e queremos potencializá-la ao máximo aos nossos clientes. Com a Operação Verão, buscamos ampliar a exclusividade de nossos serviços, que contarão com produtos e ações com a cara da estação mais quente do ano. Desta forma, além de atendermos à demanda de alta temporada para quem vai viajar sozinho, com amigos ou ao lado da família, tornamos a viagem do cliente mais prazeirosa desde antes do embarque”, explicou a diretora de Marketing e Comunicação da Azul, Claudia Fernandes.
No período da campanha, a empresa oferecerá os snacks exclusivos em operações domésticas – como as novas opções de nachos – e o prolongamento do Happy Hour Azul, em que a empresa distribui a cerveja especial Faxe aos clientes em jatos Embraer 190 e 195 até o dia 12 de fevereiro.
A Azul também anuncia a inclusão, a partir do próximo dia 17, do Espaço Kids na área de embarque internacional do Terminal 1 do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, que terá diversas atrações para os pequenos com destino a Fort Lauderdale/Miami e Orlando, nos Estados Unidos. Além disso, o Cartoon Network, parceiro da companhia no Espaço Kids, também distribuirá cinco mil máscaras de dormir da coleção Hora de Aventura e cinco mil squeezes promocionais para as crianças.
“O clima de verão chegou à Azul e queremos potencializá-la ao máximo aos nossos clientes. Com a Operação Verão, buscamos ampliar a exclusividade de nossos serviços, que contarão com produtos e ações com a cara da estação mais quente do ano. Desta forma, além de atendermos à demanda de alta temporada para quem vai viajar sozinho, com amigos ou ao lado da família, tornamos a viagem do cliente mais prazeirosa desde antes do embarque”, explicou a diretora de Marketing e Comunicação da Azul, Claudia Fernandes.
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
Aeroporto de Ji-Paraná ganhará melhorias na pista de taxi
A pista de taxi (trecho que liga a pista de pouso e decolagem ao pátio de aeronaves) do aeroporto de Ji-Paraná, José Coleto, ganhará recapeamento asfáltico. O anúncio foi feito ao deputado estadual Laerte Gomes (PEN) pelo diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Ezequiel Neiva, durante visita àquela unidade aeroportuária.
A obra é um pleito antigo do prefeito de Ji-Paraná, Jesualdo Pires (PSB), e foi viabilizada através muita articulação política de Laerte Gomes em parceria com o deputado federal Marcos Rogério (PDT), junto ao governo do estado. De acordo com o titular da pasta estadual de obras, os trabalhos serão iniciados na próxima semana.
O recapeamento do trecho foi solicitado pela Azul Linhas Aéreas para manter a integridade das aeronaves que operam na cidade. No meio deste ano, a empresa ameaçou cancelar os voos a partir de Ji-Paraná por falta do equipamento de raio x no aeroporto, uma exigência da ANAC para garantir a segurança de passageiros. Depois de reiteradas cobranças, o deputado estadual Laerte Gomes conseguiu, com o DER, a aquisição do aparelho.
“A empresa já tinha encerrado as atividades no município mineiro de Patos de Minas. Não podíamos deixar a população de Ji-Paraná sem esse importante serviço”, lembrou Laerte.
O aeroporto José Coleto é o quarto mais movimentado do interior de Rondônia e o 13º da região Norte. Já foi servido por aeronaves da TAM e outras empresas já extintas como Varig e Vasp. Atualmente, somente a empresa Azul faz o transporte aéreo a partir do segundo maior município do estado com voos diários para Cuiabá (MT) e conexões.
A obra é um pleito antigo do prefeito de Ji-Paraná, Jesualdo Pires (PSB), e foi viabilizada através muita articulação política de Laerte Gomes em parceria com o deputado federal Marcos Rogério (PDT), junto ao governo do estado. De acordo com o titular da pasta estadual de obras, os trabalhos serão iniciados na próxima semana.
O recapeamento do trecho foi solicitado pela Azul Linhas Aéreas para manter a integridade das aeronaves que operam na cidade. No meio deste ano, a empresa ameaçou cancelar os voos a partir de Ji-Paraná por falta do equipamento de raio x no aeroporto, uma exigência da ANAC para garantir a segurança de passageiros. Depois de reiteradas cobranças, o deputado estadual Laerte Gomes conseguiu, com o DER, a aquisição do aparelho.
“A empresa já tinha encerrado as atividades no município mineiro de Patos de Minas. Não podíamos deixar a população de Ji-Paraná sem esse importante serviço”, lembrou Laerte.
O aeroporto José Coleto é o quarto mais movimentado do interior de Rondônia e o 13º da região Norte. Já foi servido por aeronaves da TAM e outras empresas já extintas como Varig e Vasp. Atualmente, somente a empresa Azul faz o transporte aéreo a partir do segundo maior município do estado com voos diários para Cuiabá (MT) e conexões.
domingo, 6 de dezembro de 2015
Azul e Si Señor fecham parceria para oferecer nachos nos voos
A Azul Linhas Aéreas iniciou esta semana uma ação em parceria com a franquia de restaurantes mexicanos Si Señor, por meio da qual, distribuirá gratuitamente até o final deste mês, os Nacho Chips da marca Si Señor.
A ação contempla as aeronaves da companhia que decolam diariamente dos principais aeroportos de São Paulo (Viracopos, Congonhas e Guarulhos), além de determinadas conexões, totalizando 3,2 mil voos e cerca de 250 mil pacotes do snack.
“A companhia, que está sempre inovando para agradar aos clientes, garante um gosto ainda mais especial a bordo dos voos que saem dos aeroportos de São Paulo. Ao lado do Sí Señor, estamos certos do sucesso que será esta ação, com um produto diferente, que será mais uma opção de snack a bordo”, afirmou a diretora de marketing e comunicação da Azul, Claudia Fernandes.
“Para o Si Señor esta ação é uma ótima oportunidade para impactar nossos clientes de forma inesperada. Como nossa vocação é proporcionar boas experiências, fazer parte da viagem destes clientes tem tudo a ver com nosso propósito”, explicou o analista de Marketing do Si Señor, Vinicius Pereira.
O Nacho Chips também harmonizará com o Happy Hour Azul, ação em que a companhia distribui cerveja a bordo de quarta a sexta-feira, entre 16h e 21h.
O cliente que optar por experimentar o Nacho Chips recebe um presente especial: ao apresentar a embalagem do produto em um restaurante Sí Señor, ganhará um vale Nachos Supreme – chips gratinados cobertos com frijoles, queijo cremoso, azeitonas, guacamole, sour cream e pico de Gallo, acompanhados de salsa caliente.
A ação contempla as aeronaves da companhia que decolam diariamente dos principais aeroportos de São Paulo (Viracopos, Congonhas e Guarulhos), além de determinadas conexões, totalizando 3,2 mil voos e cerca de 250 mil pacotes do snack.
“A companhia, que está sempre inovando para agradar aos clientes, garante um gosto ainda mais especial a bordo dos voos que saem dos aeroportos de São Paulo. Ao lado do Sí Señor, estamos certos do sucesso que será esta ação, com um produto diferente, que será mais uma opção de snack a bordo”, afirmou a diretora de marketing e comunicação da Azul, Claudia Fernandes.
“Para o Si Señor esta ação é uma ótima oportunidade para impactar nossos clientes de forma inesperada. Como nossa vocação é proporcionar boas experiências, fazer parte da viagem destes clientes tem tudo a ver com nosso propósito”, explicou o analista de Marketing do Si Señor, Vinicius Pereira.
O Nacho Chips também harmonizará com o Happy Hour Azul, ação em que a companhia distribui cerveja a bordo de quarta a sexta-feira, entre 16h e 21h.
O cliente que optar por experimentar o Nacho Chips recebe um presente especial: ao apresentar a embalagem do produto em um restaurante Sí Señor, ganhará um vale Nachos Supreme – chips gratinados cobertos com frijoles, queijo cremoso, azeitonas, guacamole, sour cream e pico de Gallo, acompanhados de salsa caliente.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
Azul anuncia novo voo entre Cuiabá e Sorriso
A Azul Linhas Aéreas deve começar a operar o voo entre Cuiabá e Sorriso (395 km de Cuiabá) no início de 2016. A novidade foi divulgada pelo vice-prefeito do município, Ederson Dalmolin e pelo diretor da empresa, Ronaldo Veras, durante a noite da última terça-feira (01). As viagens serão feitas pela aeronave turboélice da companhia e a expectativa é que em breve a cidade esteja recebendo jatos. Também não está descartada uma ligação com o Norte e o Nordeste.
“Ficamos assustados, de forma positiva. O aeroporto está bem mais evoluído do que pensávamos, as obras estão muito bem elaboradas e o terminal ficará bem equipado. Tudo leva a crer que em pouquíssimo tempo estaremos operando aqui”, disse em entrevista coletiva o diretor da Azul, Ronaldo Veras.
Segundo Veras, a empresa apenas aguardará a finalização dos trabalhos e a resolução de algumas questões técnicas: “Nós vamos aguardar a questão da regularização de alguns pontos que estão para finalizar, para poder anunciar o início das operações. Daqui (Sorriso) iremos ligar Cuiabá, será um pernoite. Esta ligação possibilitará os passageiros a fazer conexões com vários destinos no país. Estamos avaliando outras rotas com o Norte ou Nordeste, mas ainda será estudado”.
Inicialmente, a rota deverá ser operada pelo ATR-72 da companhia, um turboélice com capacidade para 70 pessoas. Porém, dependendo da demanda e da rentabilidade da rota, as viagens podem ser feitas pelos jatos da empresa, como os Embraer 190 ou 195. “A Azul sempre trabalhou com tarifas competitivas, isso faz com que tenhamos as melhores tarifas de mercado”, declarou Veras.
O vice-prefeito, Ederson Dalmolin, comemorou a notícia: “Nós demos o passo mais importante hoje. A vinda do diretor da Azul aqui mostrou que estamos muito perto de ter um voo regular. Faltam apenas alguns detalhes técnicos. Certamente, já no início do próximo ano, no máximo em fevereiro, teremos a Azul descendo no nosso aeroporto”.
“O mercado que ditará quantos voos teremos em Sorriso. Vamos abastecer cidades da região, como: Lucas do Rio Verde, Nova Ubiratã, entre outras. Este aeroporto não vai ser só do nosso município. Temos toda a parte de instrumentalização, pista adequada e estruturada para dar segurança nas operações, até em voos noturnos”, finalizou o vice-prefeito.
“Ficamos assustados, de forma positiva. O aeroporto está bem mais evoluído do que pensávamos, as obras estão muito bem elaboradas e o terminal ficará bem equipado. Tudo leva a crer que em pouquíssimo tempo estaremos operando aqui”, disse em entrevista coletiva o diretor da Azul, Ronaldo Veras.
Segundo Veras, a empresa apenas aguardará a finalização dos trabalhos e a resolução de algumas questões técnicas: “Nós vamos aguardar a questão da regularização de alguns pontos que estão para finalizar, para poder anunciar o início das operações. Daqui (Sorriso) iremos ligar Cuiabá, será um pernoite. Esta ligação possibilitará os passageiros a fazer conexões com vários destinos no país. Estamos avaliando outras rotas com o Norte ou Nordeste, mas ainda será estudado”.
Inicialmente, a rota deverá ser operada pelo ATR-72 da companhia, um turboélice com capacidade para 70 pessoas. Porém, dependendo da demanda e da rentabilidade da rota, as viagens podem ser feitas pelos jatos da empresa, como os Embraer 190 ou 195. “A Azul sempre trabalhou com tarifas competitivas, isso faz com que tenhamos as melhores tarifas de mercado”, declarou Veras.
O vice-prefeito, Ederson Dalmolin, comemorou a notícia: “Nós demos o passo mais importante hoje. A vinda do diretor da Azul aqui mostrou que estamos muito perto de ter um voo regular. Faltam apenas alguns detalhes técnicos. Certamente, já no início do próximo ano, no máximo em fevereiro, teremos a Azul descendo no nosso aeroporto”.
“O mercado que ditará quantos voos teremos em Sorriso. Vamos abastecer cidades da região, como: Lucas do Rio Verde, Nova Ubiratã, entre outras. Este aeroporto não vai ser só do nosso município. Temos toda a parte de instrumentalização, pista adequada e estruturada para dar segurança nas operações, até em voos noturnos”, finalizou o vice-prefeito.
Azul voltará a operar em Varginha
A Azul Linhas Aéreas anunciou nesta quarta-feira (2) que irá retomar os voos em Varginha (MG) a partir de março de 2016. Conforme comunicado divulgado pela empresa, serão três voos semanais com destino ao Aeroporto Internacional de Confins, em Belo Horizonte (MG), às segundas, quartas e sextas. A empresa solicitou à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) uma autorização para a retomada dos voos na cidade e segundo a assessoria de comunicação, só precisa da confirmação oficial para iniciar a venda de passagens.
Ainda conforme a companhia, a operação será matinal, com decolagem de Belo Horizonte por volta de 8h55 e retorno às 10h25. O voo terá duração de aproximadamente 1 hora com o uso de aeronaves turboélice ATR 72-600, de 70 assentos.
Segundo a empresa, a partir de Belo Horizonte, os clientes que utilizarem o voo a partir de Varginha terão acesso a mais de 55 destinos, entre eles Rio de Janeiro (Santos Dumont e Galeão), Uberaba, Uberlândia, São Paulo (Campinas, Guarulhos e Congonhas), Goiânia, Montes Claros, Salvador, Brasília, Vitória, Governador Valadares, Ipatinga, Recife, Vitória da Conquista, Teresina, Belém, Barreiras, Teixeira de Freitas, Ilhéus e Imperatriz.
A Prefeitura de Varginha ainda não confirmou a retomada das operações da companhia na cidade. Segundo a Anac, o pedido da Azul está em análise.
O anúncio da retomada das operações em Varginha pela Azul Linhas Aéreas acontece após a empresa fazer seu último voo na cidade em março de 2014.
A Azul incorporou a Trip, que chegou em Varginha em 2010 oferecendo seis rotas. Mas com a venda da Trip, a Azul passou a fazer apenas um voo para Campinas. Na época, o movimento no aeroporto, que chegou a 300 pessoas por dia, caiu para 60.
Em outubro deste ano, a prefeitura da cidade anunciou que negociava com a empresa Flyways para a retomada dos voos no município. Na época, a assessoria de comunicação da Anac disse que a empresa já havia passado por quatro das cinco etapas necessárias para operar voos na cidade, faltando apenas a fase de testes práticos. A princípio, a empresa também iria operar seu voo para Belo Horizonte.
Ainda conforme a companhia, a operação será matinal, com decolagem de Belo Horizonte por volta de 8h55 e retorno às 10h25. O voo terá duração de aproximadamente 1 hora com o uso de aeronaves turboélice ATR 72-600, de 70 assentos.
Segundo a empresa, a partir de Belo Horizonte, os clientes que utilizarem o voo a partir de Varginha terão acesso a mais de 55 destinos, entre eles Rio de Janeiro (Santos Dumont e Galeão), Uberaba, Uberlândia, São Paulo (Campinas, Guarulhos e Congonhas), Goiânia, Montes Claros, Salvador, Brasília, Vitória, Governador Valadares, Ipatinga, Recife, Vitória da Conquista, Teresina, Belém, Barreiras, Teixeira de Freitas, Ilhéus e Imperatriz.
A Prefeitura de Varginha ainda não confirmou a retomada das operações da companhia na cidade. Segundo a Anac, o pedido da Azul está em análise.
O anúncio da retomada das operações em Varginha pela Azul Linhas Aéreas acontece após a empresa fazer seu último voo na cidade em março de 2014.
A Azul incorporou a Trip, que chegou em Varginha em 2010 oferecendo seis rotas. Mas com a venda da Trip, a Azul passou a fazer apenas um voo para Campinas. Na época, o movimento no aeroporto, que chegou a 300 pessoas por dia, caiu para 60.
Em outubro deste ano, a prefeitura da cidade anunciou que negociava com a empresa Flyways para a retomada dos voos no município. Na época, a assessoria de comunicação da Anac disse que a empresa já havia passado por quatro das cinco etapas necessárias para operar voos na cidade, faltando apenas a fase de testes práticos. A princípio, a empresa também iria operar seu voo para Belo Horizonte.
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
O que significa o contrato de R$1,7 bilhão anunciado semana passada?
O discreto Cassa Hotel, na 45th Street, em Manhattan, registrou na última semana uma movimentação atípica para um estabelecimento quatro estrelas, sem muita ostentação. Foi neste endereço que um grupo de bilionários chineses, controladores do grupo HNA, com base em Pequim, e os brasileiros David Neeleman, CEO e maior acionista da Azul Linhas Aéreas, e Antonoaldo Neves, presidente, assinaram um contrato de R$ 1,7 bilhão, anunciado na terça-feira 24.
O acordo, o maior do setor neste ano, transferiu 23,7% do capital da empresa brasileira para os chineses e transformou a novata no mercado, fundada em 2008, na mais capitalizada da América Latina e na companhia aérea mais valiosa do País, com R$ 7 bilhões. A TAM, que responde por 44% do Grupo Latam, tem valor de mercado estimado em R$ 5,3 bilhões. Já a Gol vale R$ 1,2 bilhão na bolsa. “Estrategicamente, foi um negócio da China para nós e para eles”, disse Neves.
“Com a operação, consolidamos uma base acionária global, ampliamos a capilaridade de nossa malha e cobrimos nosso alcance em todo o planeta.” A afirmação do executivo soa como exagero, mas não é. Além de ser a companhia aérea com o maior número de destinos no Brasil, operando em mais de cem cidades, a Azul tem como sócia a americana United Airlines, que desembolsou US$ 100 milhões por uma fatia de 5%, em junho. Com isso, passou a oferecer destinos em todas as grandes cidades americanas, assim como os visitantes americanos ganharam acesso às cidades brasileiras com menos escalas.
Já na Europa, a companhia fechou, na quarta-feira 25, o acordo de compartilhamento de voos – o chamado codeshare – com a portuguesa TAP, que teve 61% do capital recém-adquirido por um consócio liderado por Neeleman, acionista com participação de 67% na Azul. “Com a TAP, cobrimos todo o continente europeu e africano”, disse Neves. “Faltava a Ásia. Agora, não falta mais.” Sob a ótica dos chineses, a compra também faz todo sentido. O Brasil ocupa, atualmente, a terceira posição no ranking dos maiores mercados para a aviação comercial, atrás de Estados Unidos e da China.
A HNA, com faturamento de US$ 25,6 bilhões no ano passado e mais de 110 mil funcionários, já controla dez companhias aéreas na China, além de supermercados, bancos, empresas de logística e a agências de turismo. Na aviação, a mais importante delas, a Hainan, é a principal operadora da Embraer da Ásia, com 67 aeronaves. A frota atual, incluindo modelos Boeing e Airbus, é de 561 aviões. A Azul, com receita de R$ 5,8 bilhões em 2014 e prejuízo líquido de R$ 65 milhões, pouco em relação às concorrentes, possui 88 aeronaves da Embraer, 59 turboélice ATR e sete aviões Airbus.
“Mais do que dinheiro em caixa, a operação permitirá que a Azul ganhe de sinergia com compra, leasing, manutenção e seguros de aeronaves”, diz o consultor da Bain & Company, Guilherme Amaral, especialista em aviação. “O grupo HNA é um conglomerado com atuação expressiva no financiamento de aeronaves.” No quesito rentabilidade, a Azul já tem voado mais alto que suas concorrentes no País.
Enquanto a companhia mantém 70 funcionários por aeronave, a média de TAM, Gol e Avianca vai de 130 a 160 pessoas. “Temos uma operação muito bem ajustada, com controle de todos os detalhes da companhia”, afirmou Neves. “Estamos preparados para, no momento apropriado, ir ao mercado”, completou o presidente, referindo-se à aguardada estreia da Azul e do Tudo Azul, o programa de fidelidade da companhia, na bolsa. Com R$ 1,7 bilhão em caixa, a abertura de capital deixou de ser uma prioridade.
O presidente da Azul, Antonoaldo Neves, falou à DINHEIRO da Istoé:
O que os chineses viram na Azul para pagar R$ 1,7 bilhão por uma fatia minoritária?
O Brasil é o terceiro maior mercado doméstico do mundo. Mesmo assim, possui apenas meia viagem por ano para cada habitante. O potencial de crescimento da aviação no Brasil é gigantesco.
A Azul adiou a estreia na bolsa por três vezes. Quando, afinal, irá abrir o capital?
O mercado nos dirá qual o melhor momento de estrear na bolsa. Atualmente, não há clima para isso. Estamos aguardando. Pode ser daqui a seis meses. Daqui a dois ou três anos. Difícil saber.
A TAP mantinha um acordo de compartilhamento de voo com a Gol e parceria com o Smiles. Como ficará a partir de agora?
O contrato, com certeza, será cumprido. Mas não vejo nenhum problema nisso. Os clientes da TAP terão a opção de escolher a Azul ou a Gol, e vice-versa.
O CEO David Neeleman sempre afirmou que o foco da Azul era a aviação doméstica, mas a empresa está cada vez mais se voltando ao mercado internacional. O plano mudou?
A lógica da Azul é a seguinte: o cachorro balança o rabo, não é o rabo que balança o cachorro. Somos uma empresa com foco na aviação doméstica, que tem parcerias e operações internacionais. Não o contrário. Continuaremos com esse modelo.
O acordo, o maior do setor neste ano, transferiu 23,7% do capital da empresa brasileira para os chineses e transformou a novata no mercado, fundada em 2008, na mais capitalizada da América Latina e na companhia aérea mais valiosa do País, com R$ 7 bilhões. A TAM, que responde por 44% do Grupo Latam, tem valor de mercado estimado em R$ 5,3 bilhões. Já a Gol vale R$ 1,2 bilhão na bolsa. “Estrategicamente, foi um negócio da China para nós e para eles”, disse Neves.
“Com a operação, consolidamos uma base acionária global, ampliamos a capilaridade de nossa malha e cobrimos nosso alcance em todo o planeta.” A afirmação do executivo soa como exagero, mas não é. Além de ser a companhia aérea com o maior número de destinos no Brasil, operando em mais de cem cidades, a Azul tem como sócia a americana United Airlines, que desembolsou US$ 100 milhões por uma fatia de 5%, em junho. Com isso, passou a oferecer destinos em todas as grandes cidades americanas, assim como os visitantes americanos ganharam acesso às cidades brasileiras com menos escalas.
Já na Europa, a companhia fechou, na quarta-feira 25, o acordo de compartilhamento de voos – o chamado codeshare – com a portuguesa TAP, que teve 61% do capital recém-adquirido por um consócio liderado por Neeleman, acionista com participação de 67% na Azul. “Com a TAP, cobrimos todo o continente europeu e africano”, disse Neves. “Faltava a Ásia. Agora, não falta mais.” Sob a ótica dos chineses, a compra também faz todo sentido. O Brasil ocupa, atualmente, a terceira posição no ranking dos maiores mercados para a aviação comercial, atrás de Estados Unidos e da China.
A HNA, com faturamento de US$ 25,6 bilhões no ano passado e mais de 110 mil funcionários, já controla dez companhias aéreas na China, além de supermercados, bancos, empresas de logística e a agências de turismo. Na aviação, a mais importante delas, a Hainan, é a principal operadora da Embraer da Ásia, com 67 aeronaves. A frota atual, incluindo modelos Boeing e Airbus, é de 561 aviões. A Azul, com receita de R$ 5,8 bilhões em 2014 e prejuízo líquido de R$ 65 milhões, pouco em relação às concorrentes, possui 88 aeronaves da Embraer, 59 turboélice ATR e sete aviões Airbus.
“Mais do que dinheiro em caixa, a operação permitirá que a Azul ganhe de sinergia com compra, leasing, manutenção e seguros de aeronaves”, diz o consultor da Bain & Company, Guilherme Amaral, especialista em aviação. “O grupo HNA é um conglomerado com atuação expressiva no financiamento de aeronaves.” No quesito rentabilidade, a Azul já tem voado mais alto que suas concorrentes no País.
Enquanto a companhia mantém 70 funcionários por aeronave, a média de TAM, Gol e Avianca vai de 130 a 160 pessoas. “Temos uma operação muito bem ajustada, com controle de todos os detalhes da companhia”, afirmou Neves. “Estamos preparados para, no momento apropriado, ir ao mercado”, completou o presidente, referindo-se à aguardada estreia da Azul e do Tudo Azul, o programa de fidelidade da companhia, na bolsa. Com R$ 1,7 bilhão em caixa, a abertura de capital deixou de ser uma prioridade.
O presidente da Azul, Antonoaldo Neves, falou à DINHEIRO da Istoé:
O que os chineses viram na Azul para pagar R$ 1,7 bilhão por uma fatia minoritária?
O Brasil é o terceiro maior mercado doméstico do mundo. Mesmo assim, possui apenas meia viagem por ano para cada habitante. O potencial de crescimento da aviação no Brasil é gigantesco.
A Azul adiou a estreia na bolsa por três vezes. Quando, afinal, irá abrir o capital?
O mercado nos dirá qual o melhor momento de estrear na bolsa. Atualmente, não há clima para isso. Estamos aguardando. Pode ser daqui a seis meses. Daqui a dois ou três anos. Difícil saber.
A TAP mantinha um acordo de compartilhamento de voo com a Gol e parceria com o Smiles. Como ficará a partir de agora?
O contrato, com certeza, será cumprido. Mas não vejo nenhum problema nisso. Os clientes da TAP terão a opção de escolher a Azul ou a Gol, e vice-versa.
O CEO David Neeleman sempre afirmou que o foco da Azul era a aviação doméstica, mas a empresa está cada vez mais se voltando ao mercado internacional. O plano mudou?
A lógica da Azul é a seguinte: o cachorro balança o rabo, não é o rabo que balança o cachorro. Somos uma empresa com foco na aviação doméstica, que tem parcerias e operações internacionais. Não o contrário. Continuaremos com esse modelo.
Embraer faz entrega comemorativa do E-Jet número 1200
A Embraer realizou a entrega do jato número 1.200 da família E-Jet na manhã de hoje na sede da empresa em São José dos Campos. A aeronave comemorativa, um modelo E 195, foi recebida pela Azul Linhas Aéreas Brasileiras, empresa que opera com a maior frota desse modelo de aeronave no mundo.
Essa entrega marcou 7 anos de parceria entre Embraer e Azul. O primeiro E-Jet recebido pela companhia aérea foi em dezembro de 2008, quando foi fechado um contrato para a produção de 36 jatos, sendo 31 no modelo E195 e mais cinco E190. Hoje, a Azul opera com 88 E-Jets.
"Temos o prazer de entregar mais um jato para Azul. Com essa parceria, revolucionamos o jeito de voar, com mais eficiência e conforto. A entrega de mais uma aeronave demonstra a confiança que a Azul possui pela Embraer", comemorou o Presidente da Embraer Aviação Comercial, Paulo César Silva.
"A Azul tem dois alicerces: primeiro é ser o melhor emprego da vida dos nossos funcionários, e segundo proporcionar a maior experiência de voo da vida do cliente. E não temos a menor duvida que os E-Jets tem sido peça fundamental para atingir esses objetivos. A escolha pelos E-Jets desde a fundação da Azul foi decisivo para o sucesso da companhia", ressalta Antonoaldo Neves, Presidente da Azul Linhas Aéreas.
Em maio deste ano, as duas empresas assinaram um novo contrato para a produção de mais 50 jatos da nova geração dos E-Jets, no modelo E195 E2, sendo 30 pedidos firmes e 20 direitos de compra adicionais, com a primeira entrega está prevista para o segundo semestre de 2020.
"O E2 é um upgrade dos E-Jets e chega ao mercado em 2018. São modelos de aeronaves com maior eficiência, redução de consumo de combustível em torno de 15%, além de melhorias técnicas e maturidade elevada. Estamos honrados por esse novo contrato e acreditamos que a Azul estará bem posicionada e preparada para encarar os desafios que o mercado passa e continuar evoluindo, assim como nós", espera o Presidente da Embraer Aviação Comercial.
A Embraer entregou 21 jatos comercial e 30 executivos no 3º trimestre de 2015, um número 50% maior do que o mesmo período de 2014. Porém, a expectativa para 2016 não é de grande crescimento, afetados pela crise financeira do país. "Temos uma visão otimista para o futuro, mas temos que ser realista para a atuação situação do país, que influencia diretamente nossos clientes", resalta Paulo.
O Presidente da Azul Linhas Aéreas, Antonoaldo Neves, adiantou que 2016 é um ano praticamente perdido e que já pensam em planos de crescimento para 2017. "O cenário da aviação em 2016 será muito desafiante. Já anunciamos que vamos cortar em torno de 5% da capacidade no ano que vem e estamos preocupados. Nos preparamos para crescer 15% em 2015 e crescemos 4%. Então, estou com mais aeronaves do que preciso hoje. O mais importante do que cortes, é se ajustar ao novo padrão que existe de demanda por voos comerciais", finaliza.
A Azul é a terceira maior companhia aérea do país. A empresa detém uma frota de 134 aeronaves, sendo 88 modelos E-Jets, realizando 860 voos diários para 104 destinos, representando 30% do total de decolagens do país.
Essa entrega marcou 7 anos de parceria entre Embraer e Azul. O primeiro E-Jet recebido pela companhia aérea foi em dezembro de 2008, quando foi fechado um contrato para a produção de 36 jatos, sendo 31 no modelo E195 e mais cinco E190. Hoje, a Azul opera com 88 E-Jets.
"Temos o prazer de entregar mais um jato para Azul. Com essa parceria, revolucionamos o jeito de voar, com mais eficiência e conforto. A entrega de mais uma aeronave demonstra a confiança que a Azul possui pela Embraer", comemorou o Presidente da Embraer Aviação Comercial, Paulo César Silva.
"A Azul tem dois alicerces: primeiro é ser o melhor emprego da vida dos nossos funcionários, e segundo proporcionar a maior experiência de voo da vida do cliente. E não temos a menor duvida que os E-Jets tem sido peça fundamental para atingir esses objetivos. A escolha pelos E-Jets desde a fundação da Azul foi decisivo para o sucesso da companhia", ressalta Antonoaldo Neves, Presidente da Azul Linhas Aéreas.
Em maio deste ano, as duas empresas assinaram um novo contrato para a produção de mais 50 jatos da nova geração dos E-Jets, no modelo E195 E2, sendo 30 pedidos firmes e 20 direitos de compra adicionais, com a primeira entrega está prevista para o segundo semestre de 2020.
"O E2 é um upgrade dos E-Jets e chega ao mercado em 2018. São modelos de aeronaves com maior eficiência, redução de consumo de combustível em torno de 15%, além de melhorias técnicas e maturidade elevada. Estamos honrados por esse novo contrato e acreditamos que a Azul estará bem posicionada e preparada para encarar os desafios que o mercado passa e continuar evoluindo, assim como nós", espera o Presidente da Embraer Aviação Comercial.
A Embraer entregou 21 jatos comercial e 30 executivos no 3º trimestre de 2015, um número 50% maior do que o mesmo período de 2014. Porém, a expectativa para 2016 não é de grande crescimento, afetados pela crise financeira do país. "Temos uma visão otimista para o futuro, mas temos que ser realista para a atuação situação do país, que influencia diretamente nossos clientes", resalta Paulo.
O Presidente da Azul Linhas Aéreas, Antonoaldo Neves, adiantou que 2016 é um ano praticamente perdido e que já pensam em planos de crescimento para 2017. "O cenário da aviação em 2016 será muito desafiante. Já anunciamos que vamos cortar em torno de 5% da capacidade no ano que vem e estamos preocupados. Nos preparamos para crescer 15% em 2015 e crescemos 4%. Então, estou com mais aeronaves do que preciso hoje. O mais importante do que cortes, é se ajustar ao novo padrão que existe de demanda por voos comerciais", finaliza.
A Azul é a terceira maior companhia aérea do país. A empresa detém uma frota de 134 aeronaves, sendo 88 modelos E-Jets, realizando 860 voos diários para 104 destinos, representando 30% do total de decolagens do país.
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Azul Cargo fecha acordo e agora leva peças da Embraer
Além de passageiros e suas bagagens, os jatos Airbus A330 da companhia Azul agora também transportam peças de aviões em suas viagens para os Estados Unidos. A Azul Cargo, unidade de cargas da empresa, iniciou um projeto piloto com a Embraer, a Receita Federal e o Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), para o envio de peças de aeronaves para os EUA, que é o maior comprador dos jatos executivos da fabricante brasileira.
A operação já foi iniciada na rota diária da Azul entre Viracopos e FortLauderdale (Miami). “Em aproximadamente 12 horas, o material recebido no aeroporto de Viracopos chega até o destino final”, afirma Sami Foguel, vice-presidente de Clientes da Azul. As peças da Embraer são transportadas nos porões de carga da aeronave e não comprometem a capacidade de bagagens comuns, que são alocadas em outros pontos.
Como explica a Azul, a parceria com a Receita Federal e o Aeroporto de Viracopos agiliza os trâmites de exportação e possibilita uma melhoria no fluxo de alfândega. As partes envolvidas no projeto ainda pretendem inovar nos processos e tempo de entrega das remessas, além de futuramente expandir esse tipo de operação para outras localidades.
O mercado dos EUA é atualmente o principal para a divisão de jatos executivos da Embraer e também um dos maiores compradores das aeronaves da família E-Jets. Por isso a importância em ter uma forma segura e regular para o envio de novos componentes para serviços de manutenção de rotina ou emergência.
A operação já foi iniciada na rota diária da Azul entre Viracopos e FortLauderdale (Miami). “Em aproximadamente 12 horas, o material recebido no aeroporto de Viracopos chega até o destino final”, afirma Sami Foguel, vice-presidente de Clientes da Azul. As peças da Embraer são transportadas nos porões de carga da aeronave e não comprometem a capacidade de bagagens comuns, que são alocadas em outros pontos.
Como explica a Azul, a parceria com a Receita Federal e o Aeroporto de Viracopos agiliza os trâmites de exportação e possibilita uma melhoria no fluxo de alfândega. As partes envolvidas no projeto ainda pretendem inovar nos processos e tempo de entrega das remessas, além de futuramente expandir esse tipo de operação para outras localidades.
O mercado dos EUA é atualmente o principal para a divisão de jatos executivos da Embraer e também um dos maiores compradores das aeronaves da família E-Jets. Por isso a importância em ter uma forma segura e regular para o envio de novos componentes para serviços de manutenção de rotina ou emergência.
A320neo ganhou certificação!!!!!
Antes de um novo avião chegar ao mercado é preciso testá-lo a exaustão até atingir os requisitos necessários para ser aprovado pelas agências de segurança de aviação. O A320neo, nova geração do atual jato comercial mais vendido do mundo, passou por todas essas provas e recebeu nessa terça-feira (24) os certificados de operação da FAA, órgão federal que administra aviação nos Estados Unidos, e também da EASA, que regulamenta as aeronaves em serviço em países na Europa.
Com esses documentos, a Airbus pode iniciar as entregas do novo A320, que já soma mais de 4.300 pedidos de 75 clientes no mundo todo – no Brasil, as companhias Azul e Avianca já encomendaram os seus. O primeiro operador do A320neo será a Qantas, da Austrália, que inicia os serviços com os novos jatos ainda neste ano.
A Airbus construiu três A320neo para o programa de testes e certificação, no qual os aviões acumularam mais de 1.070 horas de voo em 350 voos. Um desses aparelhos, como parte do programa de homologação, ainda precisou voar 300 horas simulando um ambiente de companhia aérea. Nenhum problema mecânico ou incidente foi registrado durante o processo.
A grande novidade do A320neo são os motores Pratt & Whitney “Pure Power PW1100G-JM”, que prometem economia de até 20% em consumo de combustível. O jato também leva um novo dispositivo na ponta das asas, os “Sharklets”. Segundo a fabricante, esse componente melhora o fluxo de ar pelas asas e também ajudam a reduzir o “sede” do avião por querosene. A outra opção de motor existente para o A320neo , que também já foi certificada é o LEAP-1A, produzido pela CFM International
Consumindo menos combustível, o A320neo poderá ir mais longe. De acordo com a Airbus, o alcance do modelo deve receber um acréscimo de 950 km, podendo voar por quase 7.000 km com carga máxima – a aeronave pode decolar com até 79 toneladas.
Além das soluções para tornar o jato mais eficiente, a Airbus também afirma ter melhorado a cabine do A320. A nova geração do aparelho terá compartimentos para bagagens de mão maiores e sistema de ventilação mais moderno, que deve aumentar o conforto a bordo.
Os novos modelos A319neo e A321neo também estão voando em processos de certificação e devem receber sinal verde até o final de 2016.
Com esses documentos, a Airbus pode iniciar as entregas do novo A320, que já soma mais de 4.300 pedidos de 75 clientes no mundo todo – no Brasil, as companhias Azul e Avianca já encomendaram os seus. O primeiro operador do A320neo será a Qantas, da Austrália, que inicia os serviços com os novos jatos ainda neste ano.
A Airbus construiu três A320neo para o programa de testes e certificação, no qual os aviões acumularam mais de 1.070 horas de voo em 350 voos. Um desses aparelhos, como parte do programa de homologação, ainda precisou voar 300 horas simulando um ambiente de companhia aérea. Nenhum problema mecânico ou incidente foi registrado durante o processo.
A grande novidade do A320neo são os motores Pratt & Whitney “Pure Power PW1100G-JM”, que prometem economia de até 20% em consumo de combustível. O jato também leva um novo dispositivo na ponta das asas, os “Sharklets”. Segundo a fabricante, esse componente melhora o fluxo de ar pelas asas e também ajudam a reduzir o “sede” do avião por querosene. A outra opção de motor existente para o A320neo , que também já foi certificada é o LEAP-1A, produzido pela CFM International
Consumindo menos combustível, o A320neo poderá ir mais longe. De acordo com a Airbus, o alcance do modelo deve receber um acréscimo de 950 km, podendo voar por quase 7.000 km com carga máxima – a aeronave pode decolar com até 79 toneladas.
Além das soluções para tornar o jato mais eficiente, a Airbus também afirma ter melhorado a cabine do A320. A nova geração do aparelho terá compartimentos para bagagens de mão maiores e sistema de ventilação mais moderno, que deve aumentar o conforto a bordo.
Os novos modelos A319neo e A321neo também estão voando em processos de certificação e devem receber sinal verde até o final de 2016.
Crise, recessão, e problemas causados pelos nossos políticos...
A recessão econômica brasileira, que vem impactando o setor aéreo desde meados de 2014, acertou em cheio a aviação doméstica em outubro. Segundo balanço da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR), o mercado de voos nacionais recuou 5,7% no mês passado comparado ao resultado registrado no ano anterior. Como explica a ABEAR, todos os indicadores da operação nacional – oferta, demanda, fator de aproveitamento e volume de passageiros – tiveram variações negativas.
Com a queda do setor, o total de passageiros transportados em outubro caiu 2,4% comparado ao mesmo mês em 2014, informou a ABEAR, somando 8,1 milhões de ocupantes. “Enquanto foi possível estimular a demanda oferecendo tarifas vantajosas, mesmo com custos em alta, isso foi feito. Agora, apesar das tarifas achatadas, o crescimento já não ocorre”, afirma o presidente da ABEAR, Eduardo Sanovicz. Segundo o dirigente, o cenário negativo no mercado brasileiro está durando mais que o imaginado.
“A redução da atividade econômica, a queda do poder de consumo e o avanço do desemprego têm sido consistentes e impedem a recomposição dos preços mantendo o tamanho do mercado”, detalha. “O setor está lidando com a realidade usando as alternativas ao seu alcance. As empresas estão concluindo estratégias que estavam em curso em relação às frotas. Feito isso, a tendência é de encolhimento, como já tem sido indicado pelos anúncios de redução de oferta, corte de frequências e até supressão de destinos”, afirma. “Sem atitudes que corrijam as distorções dos custos de operação no Brasil, essa tendência não deve se alterar”, conclui.
Briga sempre acirrada entre Gol e Tam
A Tam foi a companhia brasileira que mais transportou passageiros no conturbado mês de outubro passado, com 37,4% das operações. Em seguida veio a Gol, quase empatando, com 35,1% de participação, a frente de Azul (com 17,2%) e Avianca (10,2%).
Apesar da maré desfavorável no mês passado, o resultado contruibui no acumulado dos 10 meses deste ano, que ainda é 1,7% maior que o de 2014. O único momento de avanço em 2015 aconteceu no 1º trimestre do ano em razão de vendas feitas ainda em 2014, quando o ambiente de consumo ainda não estava tão degradado.
Até outubro deste ano, as companhias membros da ABEAR transportaram 79,1 milhões de passageiros em voos domésticos, cifra 1,6% superior em relação a 2014.
Azul cresce em voos internacionais
Os voos internacionais da companhias da ABEAR segue registrando um crescimento expressivo decorrente do início das operações da Azul em dezembro de 2014. São, portanto, diferentes as base de comparação. Vale notar, ainda, que as empresas associadas respondem apenas 30% desse mercado, o que limita as análises. O Brasil recebe voos internacionais de mais 41 companhias estrangeiras. Essas considerações justificam o aparente contrassenso em relação ao desempenho da aviação doméstica.
Em outubro, a oferta internacional das empresas brasileiras foi expandida em 18,2% sobre o mesmo mês do ano anterior. A demanda cresceu em um patamar inferior, de 15,5%. O número de viagens internacionais realizadas nas companhias brasileiras foi próximo de 640 mil em outubro, um crescimento de 14,3%.
A Tam também repetiu a liderança no setor de viagens internacionais entre as companhias brasileiras, com 80,7% de participação entre as associadas da ABEAR. Em seguida aparecem a Gol, com 12,4%, e a Azul, que deteve 6,8% do volume de voos nacionais para outros países.
Nos 10 meses em análise, a oferta internacional tem crescimento de 16,6% e, a demanda, de 14,8%. Já o total de passageiros transportados supera 6,1 milhões, em alta de 15,6% no período.
Cargas aéreas
O mercado doméstico de cargas, mais sensível às variações da atividade econômica nacional do que o negócio de passageiros, teve retração de 14,9% do peso total movimentado, somando 29,8 mil toneladas em outubro. Na operação internacional (feitas as mesmas ressalvas do mercado de passageiros), o total de bens movimentados somou 18,7 mil toneladas, um crescimento de 12,7% sobre outubro de 2014. As estatísticas consideram as operações da Tam Cargo juntamente com as de Avianca, Azul, Gol e Tam.
De janeiro a outubro deste ano foram transportadas 272,6 mil toneladas de carga doméstica (-9,4% em relação a 2014) e 147,8 mil toneladas de carga internacional (+6,1%).
Com a queda do setor, o total de passageiros transportados em outubro caiu 2,4% comparado ao mesmo mês em 2014, informou a ABEAR, somando 8,1 milhões de ocupantes. “Enquanto foi possível estimular a demanda oferecendo tarifas vantajosas, mesmo com custos em alta, isso foi feito. Agora, apesar das tarifas achatadas, o crescimento já não ocorre”, afirma o presidente da ABEAR, Eduardo Sanovicz. Segundo o dirigente, o cenário negativo no mercado brasileiro está durando mais que o imaginado.
“A redução da atividade econômica, a queda do poder de consumo e o avanço do desemprego têm sido consistentes e impedem a recomposição dos preços mantendo o tamanho do mercado”, detalha. “O setor está lidando com a realidade usando as alternativas ao seu alcance. As empresas estão concluindo estratégias que estavam em curso em relação às frotas. Feito isso, a tendência é de encolhimento, como já tem sido indicado pelos anúncios de redução de oferta, corte de frequências e até supressão de destinos”, afirma. “Sem atitudes que corrijam as distorções dos custos de operação no Brasil, essa tendência não deve se alterar”, conclui.
Briga sempre acirrada entre Gol e Tam
A Tam foi a companhia brasileira que mais transportou passageiros no conturbado mês de outubro passado, com 37,4% das operações. Em seguida veio a Gol, quase empatando, com 35,1% de participação, a frente de Azul (com 17,2%) e Avianca (10,2%).
Apesar da maré desfavorável no mês passado, o resultado contruibui no acumulado dos 10 meses deste ano, que ainda é 1,7% maior que o de 2014. O único momento de avanço em 2015 aconteceu no 1º trimestre do ano em razão de vendas feitas ainda em 2014, quando o ambiente de consumo ainda não estava tão degradado.
Até outubro deste ano, as companhias membros da ABEAR transportaram 79,1 milhões de passageiros em voos domésticos, cifra 1,6% superior em relação a 2014.
Azul cresce em voos internacionais
Os voos internacionais da companhias da ABEAR segue registrando um crescimento expressivo decorrente do início das operações da Azul em dezembro de 2014. São, portanto, diferentes as base de comparação. Vale notar, ainda, que as empresas associadas respondem apenas 30% desse mercado, o que limita as análises. O Brasil recebe voos internacionais de mais 41 companhias estrangeiras. Essas considerações justificam o aparente contrassenso em relação ao desempenho da aviação doméstica.
Em outubro, a oferta internacional das empresas brasileiras foi expandida em 18,2% sobre o mesmo mês do ano anterior. A demanda cresceu em um patamar inferior, de 15,5%. O número de viagens internacionais realizadas nas companhias brasileiras foi próximo de 640 mil em outubro, um crescimento de 14,3%.
A Tam também repetiu a liderança no setor de viagens internacionais entre as companhias brasileiras, com 80,7% de participação entre as associadas da ABEAR. Em seguida aparecem a Gol, com 12,4%, e a Azul, que deteve 6,8% do volume de voos nacionais para outros países.
Nos 10 meses em análise, a oferta internacional tem crescimento de 16,6% e, a demanda, de 14,8%. Já o total de passageiros transportados supera 6,1 milhões, em alta de 15,6% no período.
Cargas aéreas
O mercado doméstico de cargas, mais sensível às variações da atividade econômica nacional do que o negócio de passageiros, teve retração de 14,9% do peso total movimentado, somando 29,8 mil toneladas em outubro. Na operação internacional (feitas as mesmas ressalvas do mercado de passageiros), o total de bens movimentados somou 18,7 mil toneladas, um crescimento de 12,7% sobre outubro de 2014. As estatísticas consideram as operações da Tam Cargo juntamente com as de Avianca, Azul, Gol e Tam.
De janeiro a outubro deste ano foram transportadas 272,6 mil toneladas de carga doméstica (-9,4% em relação a 2014) e 147,8 mil toneladas de carga internacional (+6,1%).
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
HNA Group compra 23,7% da Azul Linhas Aéreas
O chinês HNA Group assinou acordo para se tornar acionista da Azul Linhas Aéreas Brasileiras por meio de investimento de R$ 1,7 bilhão por fatia de 23,7% do valor econômico da companhia aérea, obtendo direito a assento no Conselho de Administração da empresa.
O investimento avalia a empresa em mais de R$ 7 bilhões e, de acordo com a Azul, a torna a aérea mais valiosa do mercado brasileiro.
"Esse investimento trará importantes benefícios para a Azul em vários aspectos, tais como: fortalecimento do caixa; continuidade do plano de renovação de frota; melhoria de produtos e serviços para nossos clientes; além de amortização de dívidas", disse a empresa em comunicado ontem.
De acordo com o fundador da Azul, David Neeleman, o acordo pode fazer com que a empresa aérea brasileira entre no mercado asiático por meio de acordos de interline e de compartilhamento de voos.
De acordo com o BTG Pactual, o investimento de 1,7 bilhão de reais do grupo chinês HNA Group na Azul Linhas Aéreas, é negativo do ponto de vista competitivo para outras companhias aéreas brasileiras, uma vez que aliviará pressões para que a terceira maior empresa do setor no país corte capacidade em um ambiente de baixa lucratividade.
Apesar de uma ligeira alta nas receitas unitárias das companhias aéreas no Brasil no terceiro trimestre ante os três meses anteriores, o ambiente de lucratividade das empresas continua muito fraco, disse o banco. Esse cenário tem sido causado pela menor demanda, com a recessão da economia, e pela alta de custos devido ao impacto da elevação do dólar no preço do querosene de aviação.
"Dadas as perspectivas de um PIB fraco em 2016, os ajustes têm que vir pela racionalização da oferta (tanto a TAM quanto a Gol já começaram a fazer isso)", disseram os analistas do banco Renato Mimica e Samuel Alves em relatório.
No entanto, o fortalecimento do balanço da Azul deve aliviar pressões para que a companhia faça o mesmo que as rivais, piorando o ambiente concorrencial, apesar do acordo com o HNA ser mais uma prova do interesse internacional no setor.
Em agosto, o presidente da Gol, Paulo Kakinoff, disse que não faria sentido Gol e Latam, que engloba TAM e LAN, continuarem reduzindo a oferta sem que houvesse o mesmo comportamento dos demais competidores. A aérea previu diminuição de até 1 por cento na oferta doméstica em 2015, realizou ajustes na malha e anunciou redução de frota.
Em contrapartida, o presidente da Azul, Antonoaldo Neves, disse em outubro que a empresa estava com frota estável, sem ter feito diminuições ainda, embora tivesse previsão de crescer. A Azul deve ter crescimento de pouco menos de 4 por cento na oferta neste ano, embora tenha capacidade em aeronaves para crescer 15 por cento.
Como ponto positivo do negócio com o HNA para o setor, o BTG ressaltou que acordos recentes avaliaram as empresas com prêmio significativo em relação ao preço de suas ações, provando que as aéreas da América Latina têm significativo valor estratégico. O banco citou aporte da United Airlines, do grupo United Continental, na Azul e acordo da Delta Airlines com a Gol mais cedo neste ano, entre outros.
"Vemos empresas como a Avianca Holdings e a Latam Airlines como outras potenciais candidatas a investimentos estratégicos, dada sua forte posição na região e níveis de preço defensavelmente deprimidos", afirmaram os analistas do banco.
IPO da Azul
O acordo com a HNA dá mais tempo para o IPO (oferta inicial de ações) da Azul, segundo o presidente-executivo da companhia brasileira, Antonoaldo Neves. "Não estávamos com pressão pelo IPO, mas agora isso nos dá um prazo ainda maior", disse Neves à agência Reuters.
Terceira maior empresa do setor aéreo no Brasil, a Azul desistiu em junho pela terceira vez de seu planejado IPO devido às condições adversas do mercado de capitais, pouco antes de receber um aporte de US$ 100 milhões da norte-americana United Airlines, do grupo United Continental.
Segundo Neves, a transação anunciada nesta terça-feira também permitirá que a Azul tenha ganhos de sinergia com compra, leasing, manutenção e seguros de aeronaves, dado que o HNA é um conglomerado com atuação expressiva no financiamento de aeronaves.
O presidente da Azul explicou ainda que o acordo não muda a estrutura de controle da companhia, já que a entrada do HNA se deu por meio de ações preferenciais. O fundador da Azul, David Neeleman, segue com 67% das ações ordinárias da empresa.
O HNA Group é um conglomerado que opera nos setores de aviação, indústria, turismo, logística e financeiro, com atuação expressiva no financiamento de aeronaves.
O acordo com o grupo chinês ocorre após a norte-americana United Airlines, do grupo United Continental, ter anunciado em junho deste ano a compra de 5% da Azul por US$ 100 milhões, e depois de consórcio liderado por Neeleman vencer a disputa pela compra de 61% da ex-estatal portuguesa TAP, o que deve ajudar a aérea brasileira a ganhar capilaridade.
O investimento avalia a empresa em mais de R$ 7 bilhões e, de acordo com a Azul, a torna a aérea mais valiosa do mercado brasileiro.
"Esse investimento trará importantes benefícios para a Azul em vários aspectos, tais como: fortalecimento do caixa; continuidade do plano de renovação de frota; melhoria de produtos e serviços para nossos clientes; além de amortização de dívidas", disse a empresa em comunicado ontem.
De acordo com o fundador da Azul, David Neeleman, o acordo pode fazer com que a empresa aérea brasileira entre no mercado asiático por meio de acordos de interline e de compartilhamento de voos.
De acordo com o BTG Pactual, o investimento de 1,7 bilhão de reais do grupo chinês HNA Group na Azul Linhas Aéreas, é negativo do ponto de vista competitivo para outras companhias aéreas brasileiras, uma vez que aliviará pressões para que a terceira maior empresa do setor no país corte capacidade em um ambiente de baixa lucratividade.
Apesar de uma ligeira alta nas receitas unitárias das companhias aéreas no Brasil no terceiro trimestre ante os três meses anteriores, o ambiente de lucratividade das empresas continua muito fraco, disse o banco. Esse cenário tem sido causado pela menor demanda, com a recessão da economia, e pela alta de custos devido ao impacto da elevação do dólar no preço do querosene de aviação.
"Dadas as perspectivas de um PIB fraco em 2016, os ajustes têm que vir pela racionalização da oferta (tanto a TAM quanto a Gol já começaram a fazer isso)", disseram os analistas do banco Renato Mimica e Samuel Alves em relatório.
No entanto, o fortalecimento do balanço da Azul deve aliviar pressões para que a companhia faça o mesmo que as rivais, piorando o ambiente concorrencial, apesar do acordo com o HNA ser mais uma prova do interesse internacional no setor.
Em agosto, o presidente da Gol, Paulo Kakinoff, disse que não faria sentido Gol e Latam, que engloba TAM e LAN, continuarem reduzindo a oferta sem que houvesse o mesmo comportamento dos demais competidores. A aérea previu diminuição de até 1 por cento na oferta doméstica em 2015, realizou ajustes na malha e anunciou redução de frota.
Em contrapartida, o presidente da Azul, Antonoaldo Neves, disse em outubro que a empresa estava com frota estável, sem ter feito diminuições ainda, embora tivesse previsão de crescer. A Azul deve ter crescimento de pouco menos de 4 por cento na oferta neste ano, embora tenha capacidade em aeronaves para crescer 15 por cento.
Como ponto positivo do negócio com o HNA para o setor, o BTG ressaltou que acordos recentes avaliaram as empresas com prêmio significativo em relação ao preço de suas ações, provando que as aéreas da América Latina têm significativo valor estratégico. O banco citou aporte da United Airlines, do grupo United Continental, na Azul e acordo da Delta Airlines com a Gol mais cedo neste ano, entre outros.
"Vemos empresas como a Avianca Holdings e a Latam Airlines como outras potenciais candidatas a investimentos estratégicos, dada sua forte posição na região e níveis de preço defensavelmente deprimidos", afirmaram os analistas do banco.
IPO da Azul
O acordo com a HNA dá mais tempo para o IPO (oferta inicial de ações) da Azul, segundo o presidente-executivo da companhia brasileira, Antonoaldo Neves. "Não estávamos com pressão pelo IPO, mas agora isso nos dá um prazo ainda maior", disse Neves à agência Reuters.
Terceira maior empresa do setor aéreo no Brasil, a Azul desistiu em junho pela terceira vez de seu planejado IPO devido às condições adversas do mercado de capitais, pouco antes de receber um aporte de US$ 100 milhões da norte-americana United Airlines, do grupo United Continental.
Segundo Neves, a transação anunciada nesta terça-feira também permitirá que a Azul tenha ganhos de sinergia com compra, leasing, manutenção e seguros de aeronaves, dado que o HNA é um conglomerado com atuação expressiva no financiamento de aeronaves.
O presidente da Azul explicou ainda que o acordo não muda a estrutura de controle da companhia, já que a entrada do HNA se deu por meio de ações preferenciais. O fundador da Azul, David Neeleman, segue com 67% das ações ordinárias da empresa.
O HNA Group é um conglomerado que opera nos setores de aviação, indústria, turismo, logística e financeiro, com atuação expressiva no financiamento de aeronaves.
O acordo com o grupo chinês ocorre após a norte-americana United Airlines, do grupo United Continental, ter anunciado em junho deste ano a compra de 5% da Azul por US$ 100 milhões, e depois de consórcio liderado por Neeleman vencer a disputa pela compra de 61% da ex-estatal portuguesa TAP, o que deve ajudar a aérea brasileira a ganhar capilaridade.
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