A partir de hoje, os clientes da Avianca Brasil que realizarem antecipadamente o web check-in ganharão 250 pontos extras no programa Amigo. A bonificação segue até 29 de fevereiro do próximo ano e pretende reduzir filas nos balcões ao longo da alta temporada.
“Esta é uma forma de melhorar ainda mais a experiência dos associados do Programa Amigo, evitando longas esperas, ganhando mais tempo para desfrutar o melhor da viagem e pontuar automaticamente a cada viagem, sem necessidade de pedir crédito retroativo”, esclareceu o vice-presidente Comercial, de Cargas e Marketing da aérea, Tarcísio Gargioni.
A solicitação dos pontos extras do passageiro deverá ser feita entre 40 minutos e 72 horas após a decolagem do voo. Vale lembrar que os passageiros que utilizarem o serviço deverão utilizar o balcão de atendimento da companhia apenas para o despacho de bagagem.
Senhoras e Senhores, Bem vindos ao blog "Aerovias News". Observem o número da poltrona no cartão de embarque, e acomode-se confortavelmente. Junto as saídas de emergência, não é permitida a acomodação de crianças ou colocação de bagagens. Acomodem a bagagem de mão no compartimento acima ou embaixo da poltrona à sua frente. Lembramos que os pertences de mão trazidos a bordo são de responsabilidade dos clientes. Obrigado por sua leitura!
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
Passaredo retoma voo São Paulo - Dourados
A Passaredo Linhas Aéreas retoma, em janeiro, o voo direto ligando Dourados a São Paulo (Guarulhos). Pedido de autorização foi formalizado pela empresa junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) no dia 8, para que o voo seja iniciado em 4 de janeiro.
As chegadas em Dourados do voo feito na aeronave ATR 72, de 70 assentos, que parte de Guarulhos são às 23h59, de domingo à sexta-feira. Já as partidas de Dourados para a capital paulista são às 04h15 para pouso em São Paulo às 7h30.
Hoje, a Passaredo opera um voo diário entre Dourados e Guarulhos, porém com escala em Cascavel (PR). Com a mudança, Dourados perde o voo direto para a capital econômica do oeste paranaense. Porém, a ligação com São Paulo pela Passaredo fica uma hora mais curta. No site da empresa, já é possível comprar nesta segunda-feira, dia 14, passagem do voo direto para o dia 12 de janeiro. Para esta data, o voo de ida estava disponível a R$ 409,00, mas, já no dia seguinte, havia tarifa promocional por R$ 189,00. A volta no dia 12 custava R$ 259,00.
Há pré-disposição da TAM e Gol de operar em Dourados, mas a atual infraestrutura do aeroporto não oferece condições. O prefeito Murilo luta desde o início do mandato para obter recursos federais para a ampliação. Um projeto tramita no Governo Federal desde 2012, mas até agora o processo caminha muito lentamente.
As chegadas em Dourados do voo feito na aeronave ATR 72, de 70 assentos, que parte de Guarulhos são às 23h59, de domingo à sexta-feira. Já as partidas de Dourados para a capital paulista são às 04h15 para pouso em São Paulo às 7h30.
Hoje, a Passaredo opera um voo diário entre Dourados e Guarulhos, porém com escala em Cascavel (PR). Com a mudança, Dourados perde o voo direto para a capital econômica do oeste paranaense. Porém, a ligação com São Paulo pela Passaredo fica uma hora mais curta. No site da empresa, já é possível comprar nesta segunda-feira, dia 14, passagem do voo direto para o dia 12 de janeiro. Para esta data, o voo de ida estava disponível a R$ 409,00, mas, já no dia seguinte, havia tarifa promocional por R$ 189,00. A volta no dia 12 custava R$ 259,00.
Há pré-disposição da TAM e Gol de operar em Dourados, mas a atual infraestrutura do aeroporto não oferece condições. O prefeito Murilo luta desde o início do mandato para obter recursos federais para a ampliação. Um projeto tramita no Governo Federal desde 2012, mas até agora o processo caminha muito lentamente.
777 da TAM retorna a Madrid por ameaça de bomba
A enfermeira Carla Caroline do Nascimento Wlach, de 30 anos, que estava no voo da TAM que teve que voltar ao aeroporto de Barajas, em Madri, na Espanha, contou que os passageiros não ficaram sabendo que o voo tinha sofrido uma ameaça de bomba. A companhia aérea informou nesta terça-feira (15) que a ameaça não se confirmou.
O voo JJ8065, com destino a São Paulo, retornou pouco depois de passar por Casablanca, no Marrocos, de acordo com o site de monitoramento de tráfego aéreo Flightradar24.com, citado pela agência Reuters. A TAM foi informada sobre a ameaça de bomba pelas autoridades espanholas, informou a empresa via Twitter.
Depois de quase duas horas de viagem, o piloto disse que estava com um problema na navegação e que teríamos que voltar para Madrid”, afirmou. A enfermeira, que mora em Viena e vem passar o Natal com a família em São Paulo, conta que o piloto avisou que a aeronave ia dispensar combustível antes de pousar. “Explicou que era um procedimento normal e quem estava na parte de trás da aeronave poderia observada.”
O avião pousou em segurança de volta em Madri pouco depois da meia-noite. A tripulação, porém, insistia para os passageiros permanecerem sentados. “Depois de 20, 30 minutos, eles autorizaram abrir os cintos. Na saída, a gente viu que o avião pousou no meio do nada. Só pediram para a gente descer rapidamente do avião e entrar no ônibus”, disse.
Quando chegaram ao aeroporto, policiais começaram as averiguações. “Eram muitos policiais e cães farejadores. Eles conferiam os passaportes. A gente se perguntava se estavam procurando alguém ou se suspeitavam de tráfico de drogas. Os policiais diziam que as informações viriam depois.”
Na área em que os passageiros ficaram no aeroporto não havia wi fi. “Não ficamos sabendo absolutamente nada. Só depois que que gente chegou ao hotel, eu joguei na internet e aí apareceu. Ninguém falou nada”, afirmou.
O grupo foi levado para um hotel na capital espanhola. “Nós fomos muito bem tratados. Depois que deixamos o avião ofereceram uma coberta para as crianças e água. Quando chegamos no hotel, já era de madrugada, e nos deram uma sacolinha com o lanche”, afirmou. Nesta terça-feira, ela aguardava o embarque com o marido, o filho de 12 anos e a filha de um ano.
“Será que pode acontecer de novo? Fica uma pulguinha atrás da orelha. Mas eu entendo a reação da companhia aérea e dos policiais da Espanha. Eles agiram assim por uma medida de segurança”, declarou.
O voo estava previsto originalmente para aterrissar no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, às 5h25 desta terça-feira. Os passageiros retornarão ao Brasil no novo voo JJ9600, reprogramado para esta terça-feira às 20h30, no horário de Madri.
A companhia aérea, unidade do Grupo Latam Airlines, disse que colaborou com as autoridades locais e que todos os protocolos de segurança foram seguidos.
A TAM emitiu o seguinte comunicado nesta terça-feira:
“A TAM Linhas Aéreas informa que não se confirmou a ameaça de bomba a bordo da aeronave que fazia o voo JJ8065 (Madri - São Paulo/Guarulhos), na noite desta segunda-feira (14). O avião retornou para o aeroporto de origem, pousando com total segurança. A companhia colaborou com as autoridades locais e todos os protocolos de segurança foram seguidos conforme legislação e normas do setor.
A companhia lamenta os inconvenientes causados aos passageiros, ressalta que todos receberam a assistência necessária e que deverão retornar ao Brasil no novo voo de número JJ9600, reprogramado para esta terça-feira (15) às 20h30 (horário local Madri).”
O voo JJ8065, com destino a São Paulo, retornou pouco depois de passar por Casablanca, no Marrocos, de acordo com o site de monitoramento de tráfego aéreo Flightradar24.com, citado pela agência Reuters. A TAM foi informada sobre a ameaça de bomba pelas autoridades espanholas, informou a empresa via Twitter.
Depois de quase duas horas de viagem, o piloto disse que estava com um problema na navegação e que teríamos que voltar para Madrid”, afirmou. A enfermeira, que mora em Viena e vem passar o Natal com a família em São Paulo, conta que o piloto avisou que a aeronave ia dispensar combustível antes de pousar. “Explicou que era um procedimento normal e quem estava na parte de trás da aeronave poderia observada.”
O avião pousou em segurança de volta em Madri pouco depois da meia-noite. A tripulação, porém, insistia para os passageiros permanecerem sentados. “Depois de 20, 30 minutos, eles autorizaram abrir os cintos. Na saída, a gente viu que o avião pousou no meio do nada. Só pediram para a gente descer rapidamente do avião e entrar no ônibus”, disse.
Quando chegaram ao aeroporto, policiais começaram as averiguações. “Eram muitos policiais e cães farejadores. Eles conferiam os passaportes. A gente se perguntava se estavam procurando alguém ou se suspeitavam de tráfico de drogas. Os policiais diziam que as informações viriam depois.”
Na área em que os passageiros ficaram no aeroporto não havia wi fi. “Não ficamos sabendo absolutamente nada. Só depois que que gente chegou ao hotel, eu joguei na internet e aí apareceu. Ninguém falou nada”, afirmou.
O grupo foi levado para um hotel na capital espanhola. “Nós fomos muito bem tratados. Depois que deixamos o avião ofereceram uma coberta para as crianças e água. Quando chegamos no hotel, já era de madrugada, e nos deram uma sacolinha com o lanche”, afirmou. Nesta terça-feira, ela aguardava o embarque com o marido, o filho de 12 anos e a filha de um ano.
“Será que pode acontecer de novo? Fica uma pulguinha atrás da orelha. Mas eu entendo a reação da companhia aérea e dos policiais da Espanha. Eles agiram assim por uma medida de segurança”, declarou.
O voo estava previsto originalmente para aterrissar no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, às 5h25 desta terça-feira. Os passageiros retornarão ao Brasil no novo voo JJ9600, reprogramado para esta terça-feira às 20h30, no horário de Madri.
A companhia aérea, unidade do Grupo Latam Airlines, disse que colaborou com as autoridades locais e que todos os protocolos de segurança foram seguidos.
A TAM emitiu o seguinte comunicado nesta terça-feira:
“A TAM Linhas Aéreas informa que não se confirmou a ameaça de bomba a bordo da aeronave que fazia o voo JJ8065 (Madri - São Paulo/Guarulhos), na noite desta segunda-feira (14). O avião retornou para o aeroporto de origem, pousando com total segurança. A companhia colaborou com as autoridades locais e todos os protocolos de segurança foram seguidos conforme legislação e normas do setor.
A companhia lamenta os inconvenientes causados aos passageiros, ressalta que todos receberam a assistência necessária e que deverão retornar ao Brasil no novo voo de número JJ9600, reprogramado para esta terça-feira (15) às 20h30 (horário local Madri).”
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
Brasil é a âncora da LATAM
O Grupo Latam Airlines divulgou seus resultados preliminares do mês de novembro, em comparação com o mesmo período do ano passado. O tráfego do mercado doméstico no Brasil diminuiu 11,9%, enquanto o tráfego doméstico de passageiros em países de língua espanhola (Argentina, Chile, Peru, Equador e Colômbia) registrou aumento de 7,4%.
De acordo com a empresa, a demanda de carga continua enfraquecida, especialmente nos mercados doméstico e internacional do Brasil. Além disso, a diminuição das exportações sazonais da América Latina contribuiu para a baixa demanda de carga. Como resultado, o tráfego de carga do Grupo Latam Airlines recuou 13,7% em novembro.
No Brasil, a capacidade recuou 9,6% e a taxa de ocupação doméstica no país diminuiu 2,1 pontos percentuais, chegando a 81,3%. Nos demais mercados, a capacidade cresceu 6,8% e a ocupação aumentou 0,5 ponto percentual, chegando a 82,1%.
No geral, o tráfego de passageiros aumentou 2,1%, enquanto a capacidade cresceu 3,3%. Como resultado, a taxa de ocupação para o mês diminuiu 1,0 ponto percentual, alcançando 82,6%. O tráfego internacional de passageiros representou aproximadamente 53% do tráfego total de passageiros no mês.De acordo com a empresa, a demanda de carga continua enfraquecida, especialmente nos mercados doméstico e internacional do Brasil. Além disso, a diminuição das exportações sazonais da América Latina contribuiu para a baixa demanda de carga. Como resultado, o tráfego de carga do Grupo Latam Airlines recuou 13,7% em novembro.
Empresas aéreas propõem garantia de emprego ao invés de reajuste salarial
O Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea) propôs no dia 10, durante rodada de negócios promovida pela Convenção Coletiva de Trabalho 2015/2016, que os empregos na aviação comercial sejam garantidos até o dia 30 de novembro do próximo ano, próxima data base das categorias, considerando que a crise econômica impossibilita proposta de reajuste salarial no momento.
A proposta de garantir empregos é inédita no setor aéreo, e representa a única alternativa encontrada no momento pelas empresas frente ao dificultoso panorama político-econômico que impacta as operações das companhias aéreas, sem perspectivas de melhora para os próximos anos.
Porém, a proposta formulada pela Snea foi recusada pelo Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), pela Federação Nacional de Trabalhadores em Empresas de Transporte Aéreo (FNTTA) e pela Federação Nacional de Trabalhadores em Aviação Civil (FENTAC), sendo marcada uma nova rodada rodada de negociações entre empresas e trabalhadores para o dia 17 do próximo mês.
Atualmente as empresas representadas pelo Snea empregam quase 60 mil pessoas diretamente e são responsáveis por quase 800 mil postos de trabalho de forma direta, indireta e induzida.
A proposta de garantir empregos é inédita no setor aéreo, e representa a única alternativa encontrada no momento pelas empresas frente ao dificultoso panorama político-econômico que impacta as operações das companhias aéreas, sem perspectivas de melhora para os próximos anos.
Porém, a proposta formulada pela Snea foi recusada pelo Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), pela Federação Nacional de Trabalhadores em Empresas de Transporte Aéreo (FNTTA) e pela Federação Nacional de Trabalhadores em Aviação Civil (FENTAC), sendo marcada uma nova rodada rodada de negociações entre empresas e trabalhadores para o dia 17 do próximo mês.
Atualmente as empresas representadas pelo Snea empregam quase 60 mil pessoas diretamente e são responsáveis por quase 800 mil postos de trabalho de forma direta, indireta e induzida.
Grande Hércules!!!
Uma da aeronaves militares mais emblemáticas e facilmente reconhecidas, o Lockheed Martin C-130 Hércules alcançou a incrível marca de 2.500 unidades produzidas. Os primeiros protótipos da aeronave foram construídos em 1954 e dois anos depois o cargueiro já estava em operação nos Estados Unidos. Atualmente, o modelo é utilizado pelas forças armadas de 68 países, inclusive o Brasil, que possui 21 exemplares do quadri-motor (nem todos ativos).
O Hércules número 2.500, um modelo C-130J “Super Hércules”, foi entregue a Força Aérea dos EUA (USAF), que possui outros 365 modelos de diferentes versões, além de mais 29 aparelhos AC-130, a versão armada do cargueiro – que é também o avião mais armado do mundo.
A Lockheed oferece atualmente 17 configurações para o C-130, que adaptam a aeronave para funções como transporte de carga, reabastecimento aéreo, busca e salvamento, vigilância costeira, combate a incêndios, entre outras. Há também uma versão de uso civil, que pode ser configurada para transportar passageiros ou cargas, geralmente para regiões de difícil acesso para aeronave tradicionais.
A versão mais recente do Hércules (as série J e H), com motores turbo-hélice de baixo consumo, alcança a velocidade máxima de quase 600 km/h e tem autonomia de 3.800 km com uma carga de até 20 toneladas, como dois tanque de guerra médio ou três veículos Humvees. O C-130 ainda pode ser configurado para transportar 92 passageiros ou até 64 paraquedistas.
O Hércules, apesar da idade, é um avião que ainda está longe de sair de cena. Com grandes chances de se tornar um projeto centenário, uma vez que uma aeronave recém-fabricada pode operar por mais de 40 anos, o avião está em constante evolução, recebendo novos equipamentos de voo e sobretudo motores mais eficientes.
O cargueiro da Lockheed é um dos únicos aviões capazes de deslocar pesadas cargas para regiões de difícil acesso para jatos convencionais. Os motores turbo-hélice e um robusto trem de pouso permitem ao Hércules pousar e decolar em pistas semi-preparadas de terra ou até de gelo. Não à toa, é a aeronave que voa com mais frequência para a Antártica.
A Força Aérea Brasileira (FAB), entretanto, tem planos de substituir o Hércules a médio prazo pelo novo jato Embraer KC-390, que também será uma aeronave multifunção capaz de operar em regiões remotas, com a vantagem da maior velocidade e alcance proporcionada pelos motores a jato. O novo cargueiro da FAB tem previsão de entrega para meados de 2017.
Já o Hércules não deve ter sua produção encerrada tão cedo. A fabricante tem atualmente mais de 100 unidades encomendadas somente pelas forças armadas dos EUA. O preço da aeronave varia de US$ 11 milhões a US$ 30 milhões, de acordo com a configuração. A Lockheed calcula que os C-130 já acumulam mais de 22 milhões de horas de voo e o relógio segue contando.
O Hércules número 2.500, um modelo C-130J “Super Hércules”, foi entregue a Força Aérea dos EUA (USAF), que possui outros 365 modelos de diferentes versões, além de mais 29 aparelhos AC-130, a versão armada do cargueiro – que é também o avião mais armado do mundo.
A Lockheed oferece atualmente 17 configurações para o C-130, que adaptam a aeronave para funções como transporte de carga, reabastecimento aéreo, busca e salvamento, vigilância costeira, combate a incêndios, entre outras. Há também uma versão de uso civil, que pode ser configurada para transportar passageiros ou cargas, geralmente para regiões de difícil acesso para aeronave tradicionais.
A versão mais recente do Hércules (as série J e H), com motores turbo-hélice de baixo consumo, alcança a velocidade máxima de quase 600 km/h e tem autonomia de 3.800 km com uma carga de até 20 toneladas, como dois tanque de guerra médio ou três veículos Humvees. O C-130 ainda pode ser configurado para transportar 92 passageiros ou até 64 paraquedistas.
O Hércules, apesar da idade, é um avião que ainda está longe de sair de cena. Com grandes chances de se tornar um projeto centenário, uma vez que uma aeronave recém-fabricada pode operar por mais de 40 anos, o avião está em constante evolução, recebendo novos equipamentos de voo e sobretudo motores mais eficientes.
O cargueiro da Lockheed é um dos únicos aviões capazes de deslocar pesadas cargas para regiões de difícil acesso para jatos convencionais. Os motores turbo-hélice e um robusto trem de pouso permitem ao Hércules pousar e decolar em pistas semi-preparadas de terra ou até de gelo. Não à toa, é a aeronave que voa com mais frequência para a Antártica.
A Força Aérea Brasileira (FAB), entretanto, tem planos de substituir o Hércules a médio prazo pelo novo jato Embraer KC-390, que também será uma aeronave multifunção capaz de operar em regiões remotas, com a vantagem da maior velocidade e alcance proporcionada pelos motores a jato. O novo cargueiro da FAB tem previsão de entrega para meados de 2017.
Já o Hércules não deve ter sua produção encerrada tão cedo. A fabricante tem atualmente mais de 100 unidades encomendadas somente pelas forças armadas dos EUA. O preço da aeronave varia de US$ 11 milhões a US$ 30 milhões, de acordo com a configuração. A Lockheed calcula que os C-130 já acumulam mais de 22 milhões de horas de voo e o relógio segue contando.
Voo inaugural do A350 em Nova York aborta decolagem
O voo fretado da Qatar Airways, que celebrava a primeira decolagem do A350 nos Estados Unidos, virou uma parada brusca no aeroporto JFK pois os sensores determinaram que a pista era muito curta e acionaram os freios automaticamente. O avião carregava apenas 36 passageiros quando a decolagem foi abortada.
"Uns 18 segundos após iniciar a corrida na pista 22R, a aeronave auto-abortou, nos levando a uma freada de 200 Km/h a uma barulhenta e brusca parada em 15 segundos," escreveu Zack Honig, repórter de aviação. "Para um avião deste tamanho e peso, para tão rápido requer muita força. Para ter uma ideia de quão abrupto foi a parada... algo perto de 200 ou mais travesseiros a cobertores, que antes estavam nas poltronas da economy, acabaram no chão".
Honig reportou que alguns passageiros e jornalistas estavam visivelmente abalados e desembarcaram do avião.
"O Diretor Comercial da Qatar, o mais alto executivo no voo, veio para nos tranquilizar, explicando que era um 'indicador' responsável pela abrupta parada," ele disse. "Como eu entendo disso, por alguma razão o A350 decidiu que nossa pista de 11000 pés era muito curta para a decolagem, e o avião aplicou os freios em força total - sozinho."
Honig e os outros foram informados que a aeronave realizaria a decolagem de outra pista. Se a outra não funcionasse, como foram avisados, eles iriam desembarcar.
Uma hora e quarenta minutos após a tentativa inicial, o avião decolou com sucesso e completou sua viagem a Doha. Honig disse que ele e os outros passageiros aproveitaram o 'merecido scotch.'
"Uns 18 segundos após iniciar a corrida na pista 22R, a aeronave auto-abortou, nos levando a uma freada de 200 Km/h a uma barulhenta e brusca parada em 15 segundos," escreveu Zack Honig, repórter de aviação. "Para um avião deste tamanho e peso, para tão rápido requer muita força. Para ter uma ideia de quão abrupto foi a parada... algo perto de 200 ou mais travesseiros a cobertores, que antes estavam nas poltronas da economy, acabaram no chão".
Honig reportou que alguns passageiros e jornalistas estavam visivelmente abalados e desembarcaram do avião.
"O Diretor Comercial da Qatar, o mais alto executivo no voo, veio para nos tranquilizar, explicando que era um 'indicador' responsável pela abrupta parada," ele disse. "Como eu entendo disso, por alguma razão o A350 decidiu que nossa pista de 11000 pés era muito curta para a decolagem, e o avião aplicou os freios em força total - sozinho."
Honig e os outros foram informados que a aeronave realizaria a decolagem de outra pista. Se a outra não funcionasse, como foram avisados, eles iriam desembarcar.
Uma hora e quarenta minutos após a tentativa inicial, o avião decolou com sucesso e completou sua viagem a Doha. Honig disse que ele e os outros passageiros aproveitaram o 'merecido scotch.'
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